Publicações científicas

Uma nova era para a neuroimagem em medicina nuclear na Espanha: de onde começamos na Espanha?

Balsa MA (1), Camacho V (2), Garrastachu P (3), García-Solís D (4), Gómez-Río M (5), Rubí S (6), Setoain X (7), Arbizu J (8); por el Grupo de Neuroimagen SEMNIM.
(1) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital Universitario de Getafe, Madrid, España.
(2) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital de la Santa Creu i Sant Pau i Universitat Autònoma de Barcelona , Barcelona, España.
(3) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital San Pedro y Centro de Investigación Biomédica de la Rioja (CIBIR), Logroño, España.
(4) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital Universtario Virgen del Rocío, Sevilla, España.
(5) Servicio de Medicina Nuclear, Complejo Hospitalario Universitario de Granada (CHGRA) e Instituto de Investigación Biosanitaria Granada (IBS), Granada, España.
(6) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital Universitari Son Espases e Instituto de Investigación Sanitaria de Palma, Palma, España.
(7) Servicio de Medicina Nuclear, Hospital Clínic de Barcelona, Barcelona, España.
(8) Servicio de Medicina Nuclear, Clínica Universidad de Navarra, Pamplona, España. 

Revisão:Revista Española de Medicina Nuclear e Imagen Molecular

Data: 22/Fev/2017

Medicina Nuclear [ES]

OBJETIVO:
Para determinar o estado dos estudos de neuroimagem da Medicina Nuclear na Espanha durante 2013 e primeiro trimestre de 2014, a fim de definir as atividades do grupo de neuroimagem da Sociedade Espanhola de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SEMNIM).

MATERIAL E MÉTODOS:
Foi elaborado um questionário de 14 questões, dividido em 3 partes: características dos departamentos (equipamentos e profissionais envolvidos); tipo de varreduras e indicações clínicas; e métodos de avaliação. O questionário foi enviado para 166 departamentos de Medicina Nuclear.

RESULTADOS:
Um total de 54 departamentos distribuídos por todas as regiões completaram o questionário. A maioria dos departamentos realizava entre 300 e 800 exames de neuroimagem por ano, representando mais de 25 exames por mês. Os equipamentos médios eram três; metade dos departamentos tinha um scanner PET / CT e equipamento SPECT / CT.

Os exames realizados com maior frequência foram SPECT cerebral com 123I-FP-CIT, seguido por SPECT de perfusão cerebral e PET com 18F-FDG. As indicações clínicas mais frequentes foram comprometimento cognitivo seguido por distúrbios do movimento. Para avaliação das imagens, a maioria dos sítios utilizou apenas avaliação visual e, para a avaliação quantitativa, a mais utilizada foi a quantificação por região de interesse.

CONCLUSÕES:
Esses resultados refletem a atividade clínica de 2013 e primeiro trimestre de 2014. As principais indicações dos estudos foram comprometimento cognitivo e distúrbios do movimento. A variabilidade na avaliação dos estudos está entre os desafios que serão enfrentados nos próximos anos.

CITAÇÃO DO ARTIGO  Rev Esp Med Nucl Imagen Mol. 2017 Feb 22. pii: S2253-654X(16)30190-1. doi: 10.1016/j.remn.2016.12.004

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