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NEUROCIRURGIA

TRATAMENTOS QUE OFERECEMOS

A Clínica Universidade de Navarra dispõe das mais sofisticadas técnicas para tratar cirurgicamente as doenças neurológicas.

Possuímos uma área multidisciplinar de Tumores Cerebrais com apoio de neuropatologistas, neurorradiologistas e especialistas em Medicina Nuclear relativamente ao diagnóstico preciso pré e pós-operatório.

Em pacientes com patologias na coluna relativamente aos quais não é indicada uma intervenção cirúrgica, pode-se beneficiar dos tratamentos realizados pela Unidade da Dor da Clínica.

Para casos de estimulação cerebral profunda, a decisão da indicação deste tipo de cirurgia num paciente é de extrema importância. 

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Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

O tratamento cirúrgico estuda-se em cada caso particular

A hidrocefalia consiste num aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano nos ventrículos cerebrais, o que implica uma compressão das estruturas neurológicas normais.

Estabelecida a sua causa mediante ressonância magnética cerebral, determina-se a técnica cirúrgica mais eficaz. Caso a causa seja um tumor cerebral, extrai-se o tumor. Noutros casos implanta-se uma válvula de derivação ou realiza-se uma ventriculostomia endoscópica. A Hidrocefalia do adulto ou pressão normal do hidrocéfalo é difícil de diagnosticar com as imagens de ressonância.

Pode ser a causa de demência em pacientes com mais de 50 anos ou de transtornos de movimento. Os três sintomas típicos desta doença são: demência, incontinência urinária e alteração no andar.

A escolha do tipo de cirurgia, seja ela aberta, por via de endoscopia ou a clássica válvula de derivação (ventrículo-peritoneal, ventrículo-atrial ou lombo peritoneal) é estudada em cada caso. 

A epilepsia é uma das doenças neurológicas crónicas mais comuns

60% de todos os tipos de epilepsia têm a sua origem numa área específica do córtex cerebral. A epilepsia mais frequente é a do lobo temporal. É a única que é curável.

O tratamento farmacêutico controla 80% dos pacientes com crise do lobo temporal, mas o restante não responde aos tratamentos antiepiléticos. Destes pacientes, 75% melhoram com a cirurgia.

A cirurgia da epilepsia requer uma equipa multidisciplinar: neurologistas, neurocirurgiões, neurofisiologistas e psiquiatras. A cirurgia que se utiliza mais frequentemente é a hipocampectomia (extração do polo temporal na parte posterior da primeira circunvolução temporal) e exérese subpial do hipocampo, córtex entorrinal e amígdala.

> Saber mais sobre la cirurgia de la epilepsia [ES]

Mais de duas décadas de estimulação cerebral profunda em Parkinson, tremor essencial e outros tremores, distonias

Os transtornos do movimento incluem doenças com excesso de movimentos ou devido a uma pobreza ou lentidão dos mesmos (síndromes acinéticos-rígidas).

A cirurgia da doença de Parkinson é atualmente uma cirurgia de estimulação cerebral profunda. Existe outra alternativa terapêutica, que se chama sub talamotomia.

A estimulação cerebral profunda, utilizada no tratamento cirúrgico de Parkinson, ampliou a sua área no sentido de outras patologias relacionadas com os transtornos do movimento, determinados problemas psiquiátricos e pacientes com dores refratárias.

> Saber mais sobre la estimulação cerebral profunda [ES]

A nevralgia do trigémeo é um transtorno do nervo trigémeo ou V nervo craniano.

Origina episódios recorrentes de dor paroxístico (intenso, agudo, superficial, de caracter lancinante ou elétrico), que costuma durar entre um segundo a dois minutos e que costuma respeitar o sono.

O diagnóstico baseia-se fundamentalmente na anamnese e na observação física. Embora a observação física e os estudos de neuroimagem possam ser normais na maioria dos casos, a ressonância magnética (RM) permite ver anéis vasculares e compressões de vasos sobre o nervo trigémeo que em estudos convencionais de RM costumam passar desapercebidos. O tratamento farmacêutico é a primeira opção terapêutica.

O tratamento não farmacêutico que se está a utilizar cada vez mais é a descompressão microvascular (DMV). Existem outro grupo de técnicas que se traduzem na rizotomia trigeminal percutânea (RTP), cujo objetivo é destruir seletivamente as fibras da dor (nociceptivas) tentando conservar as fibras táteis. 

A neurocirurgia pediátrica é uma subespecialidade da neurocirurgia

Requer uma estreita colaboração com o Departamento de Pediatria, e precisa de uma Unidade de Cuidados Intensivos pediátrica.

A vantagem em que no mesmo departamento de Neurocirurgia exista a área pediátrica consiste no facto do paciente não ter que ser transferido para outro centro, quando cumpra a maioridade.

A Clínica Universidade de Navarra possui uma UCI pediátrica, com seis camas, dirigida por pediatras especialistas nesta área.

Tratam-se de alterações no fecho das suturas craniais ou cranioestenose, alterações congénitas do fecho do tubo neural, tumores do sistema nervoso central, traumatismos cranioencefálicos, patologia vascular, epilepsia, hidrocefalias outras alterações do líquido cefalorraquidiano.

As patologias da coluna são tratadas com as tecnologias mais inovadoras e que contribuem mais benefícios para o paciente

As alterações degenerativas a nível da coluna vertebral são causas frequentes de baixa laboral. Cervicalgia, cervicobraquialgia, lombalgia ou lombociática são os diagnósticos mais comuns derivados desta patologia e que são causados por uma instabilidade vertebral, degeneração discal, hérnia discal, compressão radicular, espondilolistese, etc.

Atualmente o tratamento conservador é a primeira opção quando não há défices neurológicos.

Quando fracassa esta primeira etapa, a cirurgia oferece diversas soluções consoante a causa da dor: artrodese vertebral, implantes dinâmicos de estabilização da coluna, artroplastia e discectomia. 

Os tumores do sistema nervoso central (SNC) localizam-se no crânio, medula espinal

A Clínica criou uma área multidisciplinar dos Tumores Cerebrais onde existe o apoio de neuropatologistas, neurorradiologistas e especialistas em Medicina Nuclear no diagnóstico preciso pré e pós-operatório.

A realização dos objetivos da cirurgia requer equipas humanas especialistas e dedicadas e também meios tecnológicos avançados.

> Leia mais sobre os tumores cerebrais 

El tratamiento depende de la presencia o no de hormonas secretadas y del tamaño y extensión del tumor

Se trata de tumores benignos casi siempre, que ocasionan alteraciones hormonales y que pueden llegar en su crecimiento a producir pérdida de visión por compresión de las vías ópticas.

Los objetivos terapéuticos son básicamente: erradicar o controlar la lesión, normalizar los niveles hormonales y disminuir los síntomas.

Las opciones terapéuticas actuales incluyen: tratamiento farmacológico y sustitutivo hormonal, cirugía (bien transesfenoidal microquirúrgica o endoscópica, bien transcraneal) y radioterapia/radiocirugía. No es infrecuente combinar diferentes tipos de tratamiento.

A lo largo de casi una década hemos ido desarrollando la cirugía endoscópica nasal para hacerla más segura y lograr una mayor tasa de resecciones tumorales completas.

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