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CIRURGIA GERAL E DIGESTIVA

TRATAMENTOS QUE REALIZAMOS

Como centro de referência nacional e internacional e pioneiro na implementação de novas técnicas cirúrgicas, o nosso departamento oferece tratamento cirúrgico de doenças endócrinas, da mama, gastrointestinais, hepatobiliares, pancreáticas, colo-rectais e da parede abdominal.

Em algumas das patologias que requerem cirurgia geral ou digestiva, abordamos a técnica com uma equipa multidisciplinar de profissionais de diferentes áreas da Clínica.

Realizamos a maioria das intervenções mediante cirurgia laparoscópica avançada para que seja o menos invasiva possível, de forma a que o paciente possa recuperar-se num curto espaço de tempo. 

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Tratamento cirúrgico do cancro de cólon
Extração do tumor, dos principais vasos arteriais venosos e dos gânglios linfáticos regionais,
A ressecção pode-se realizar por via convencional ou por laparoscopia, com uma incisão mais pequena e uma recuperação pós-operatória mais rápida.

Tratamento cirúrgico do cancro do recto
Remoção do recto afetado quando não existe metástases.

Dependendo da fase na qual se encontre o tumor, pode ser necessário administrar um tratamento de radioterapia e quimioterapia pré-operatórios. 

É um tratamento habitual no cancro de mama. Tem como objetivo conservar a mama e evitar a remoção dos gânglios axilares.

Quando é necessária a mastectomia, avalia-se a possibilidade de uma reconstrução mamária imediata ou diferida, da forma mais rápida e estética.

Quando os tratamentos não cirúrgicos não conseguem controlar os sintomas, será necessária a extração dos plexos patológicos através de cirurgia (hemorroidectomia cirúrgica).

A excisão cirúrgica das hemorroidas é o tratamento com melhores resultados a longo prazo. Contudo, durante o pós-operatório o paciente pode sentir presença de dor mais ou menos intensa.

Pela sua eficácia em 90% dos casos, destaca-se o procedimento que consiste em colocar uma tela de material sintético por debaixo da uretra, que se insere através de uma pequena incisão vaginal.

Trata-se de uma rede, habitualmente de polipropileno -material muito bem tolerado pelo organismo, que se coloca debaixo da uretra sem tensão. Visto que se trata de um material poroso, fica fixo e termina por se integrar no organismo. 

Conjunto de técnicas cirúrgicas cujo principal objetivo é alterar significativamente a anatomia gastrointestinal para conduzir à redução na ingestão ou na absorção de alimentos. Além disso, tem como objetivo uma melhoria das comorbilidades associadas como é o caso da diabetes mellitus, a hipertensão arterial, o síndrome de apneia do sono ou a patologia articular.

Os procedimentos cirúrgicos que se utilizam na Clínica são, principalmente, o bypass gástrico e a gastrectomia tubular, ambas realizadas através de laparoscopia.

O emprego de cada uma depende das características particulares de cada paciente.

> Leia mais sobre cirurgia bariátrica
> Leia mais sobre cirurgia metabólica ou endócrina 

Dentro da cirurgia esofágica e gastrointestinal, realiza-se tratamento cirúrgico das seguintes patologias:

> Refluxo gastro-esofágico: [ES] O objetivo da cirurgia é restabelecer a competência da função esfincteriano do cardio para controlar os sintomas e prevenir as suas complicações. Realiza-se cirurgia laparoscópica avançada, que requer uma equipa cirúrgica com experiência. A técnica habitual é a fundoplicatura de Nissen.

> Hérnia de hiato [ES]

> Acalásia: Com a cirurgia pretende-se um controlo dos sintomas desta doença funcional do esófago. A técnica utilizada na maior parte dos casos é a miotomia laparoscópica.

> Cancro de esófago: [ES]O tratamento cirúrgico do cancro de esófago diz respeito à extração completa do tumor e o restabelecimento do trânsito digestivo. Atualmente, está a ser empregue técnicas de cirurgia laparoscópica e toracoscópica com o objetivo de diminuir a morbimortalidade do tratamento cirúrgico.

> Cancro de estômago: [ES]Com o tratamento cirúrgico realiza-se uma extração, parcial ou total, do estômago doente. A gastrectomia realiza-se via laparoscópica, isto porque melhora os resultados de morbimortalidade.

> Diverticulite: [ES] O procedimento cirúrgico corta o segmento de cólon afetado com drenagem do abcesso. Também se coloca um saco de colostomia provisional.

> Cancro de intestino delgado: Podem ser realizados dois tipos de intervenções cirúrgicas: ressecção ou derivação do fluxo. 

É notável o desenvolvimento conseguido nos últimos anos na tecnologia radiológica, endoscópica e isotópica permite atualmente conseguir uma extraordinária capacidade diagnóstica para processos médicos localizados em qualquer órgão do aparelho digestivo.

O pâncreas, devido à sua localização anatómica sempre teve dificuldades para estabelecer um diagnóstico preciso das suas doenças, não ficou de fora deste avanço.

Diferentes processos tais como lesões quísticas pancreáticas, tumores neuroendócrinos e inclusive tumores ductais localizados em fase muito precoce são atualmente diagnosticados com uma grande precisão.

> Leia mais sobre a pancreatectomia central laparoscópica  [ES]

Atualmente, utiliza-se cirurgia laparoscópica para todas as hérnias: hérnia inguinal [ES], hérnia umbilical e hérnia incisional (ou eventração).

O tratamento definitivo da hérnia inguinal é cirúrgico e consiste na reintrodução do conteúdo abdominal e reparação ou no reforço da parede inguinal.

As hérnias umbilical e incisional requerem procedimento cirúrgico para fechar o defeito de forma direta ou para colocar uma tela.

Com uma técnica adequada, o índice de reaparecimento da hérnia inguinal oscila entre 1 e 5%. Pelo contrário, a hérnia incisional reaparece em 20% dos casos.

90% de sobrevivência em pacientes transplantados de fígado na Clínica Universidade de Navarra um ano depois da intervenção cirúrgica.

Somos um dos três hospitais espanhóis que realizam transplante hepático entre vivos.

Representa o tratamento curativo de doenças hepáticas crónicas e irreversíveis. O transplante de fígado é a atividade mais importante do tratamento das doenças hepáticas.

Os doentes hepáticos terminais, inclusive em idades avançadas, cuja única alternativa é o transplante, comparecem à Clínica Universidade de Navarra para submeter-se a este tipo de operações, que estão a alcançar 85% de sobrevivência aos cinco anos. 

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