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CANCRO DE PULMÃO

TRATAMENTOS QUE OFERECEMOS

Desde a primeira visita do paciente, na Área do Cancro de Pulmão define-se a melhor estratégia diagnóstica e terapêutica. Também se planifica e coordena a sua assistência global bem como a da sua família. Isto permite percorrer os diferentes serviços com eficiência, garantindo o ótimo cuidado de todos os pacientes.

Na última década, diferentes descobrimentos na biologia molecular do cancro de pulmão, permitiram o desenvolvimento de novos medicamentos que não só se tornam mais eficazes para determinados grupos de pacientes mas mudaram a história natural deste cancro e permitiram melhorias substanciais nos resultados de resposta ao tratamento e sobrevivência global. 

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

A toracoscopia, numa fase inicial, permite uma cirurgia menos invasiva

Quando se confirma o tumor e a doença está localizada, é possível a abordagem cirúrgica numa alta percentagem de casos. Caso a doença esteja espalhada, provavelmente já não seja possível realizar a cirurgia.

É fundamental saber através de exames de função respiratória, se o paciente está em condições de ser operado. Analisa-se a reserva respiratória após a cirurgia.

Existem vários procedimentos cirúrgicos: lobectomia; pneumonectomia; segmentectomia ou ressecção em cunha.

Atualmente, aplica-se um procedimento menos invasivo numa etapa mais precoce: a toracoscopia. Coloca-se uma pequena câmara na cavidade do tórax que permite ao cirurgião ver o tumor. As incisões são de menor tamanho e a recuperação é mais rápida. 

A quimioterapia convencional complementa-se com agentes biológicos

Existem dois subtipos gerais de cancro de pulmão cujos tratamentos diferem sensivelmente.

Os carcinomas de pulmão de células pequenas que têm como base do tratamento oncológico a quimioterapia desde o início e quanto antes. Os carcinomas de células não pequenas de pulmão têm na quimioterapia três possíveis aplicações.

Não existe apenas um tipo de quimioterapia existe sim na atualidade, além dos agentes de quimioterapia convencional (medicamentos citotóxicos), dispomos de agentes biológicos que atuam sobre dianas moleculares específicas do tumor. 

Preparados para o desafio de aplicar radiações altas de um modo seguro

85% dos tumores de pulmão são carcinomas de células não pequenas, nos quais a radioterapia é fundamental para o seu controlo.

O tratamento de radiação num carcinoma de pulmão representa um desafio clínico no qual se devem aplicar preferivelmente técnicas de radiação especial como a RT3D com colimador multilâminas ou radioterapia com técnica de intensidade modulada, isto porque dos fatores prognósticos vinculados ao tratamento do paciente irá depender da possibilidade de administrar doses de radiação altas sobre o tumor mas de uma forma segura.

Em tumores de pulmão pequenos (menores de 3-4 cm) em pacientes inoperáveis também é possível aplicar radioterapia estereotáxica- SBRT (Stereotatic Body Radiation Therapy), que oferece muito bons resultados de controlo com poucos efeitos secundários. 

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