Quimioterapia

é administrada
como tratamento isolado ou como tratamento complementar 

Ou ligamos-lhe

* Horários de atenção consoante a hora de Espanha peninsular.

Obrigado. Entramos em contacto consigo o mais rápido possível.

O campo telefone é obrigatório.

Pedimos-lhe que verifique o número de telefone. O mesmo deverá ter entre 9 e 15 dígitos e começar por 6,8,9,71,72,73 ou 74. No caso dos números internacionais, por favor, introduza 00 seguido do prefixo internacional correspondente e o seu número de telefone (00-prefixo internacional 34-número de telefone 948 255 400)..

Espere um momento enquanto damos seguimento ao seu pedido.

Fechar Enviar

TRATAMENTO COM QUIMIOTERAPIA NA CLÍNICA

O objetivo é destruir as células tumorais com o fim de poder reduzir a doença, usando uma grande variedade de fármacos.

Os fármacos usados neste tipo de tratamento são conhecidos como fármacos antineoplásicos ou quimioterápicos.

Mesmo quando possa utilizar-se só um medicamento, geralmente, estes são mais eficazes quando usados combinados. As células cancerígenas crescem e dividem-se rapidamente. A quimioterapia para ou adia o aparecimento das células cancerígenas.

A frequência e a duração da quimioterapia dependem do tipo de cancro, dos objetivos do tratamento, dos medicamentos que vão ser usados e da forma em que o corpo reaja.

SAIBA MAIS SOBRE O DEPARTAMENTO DE ONCOLOGIA MÉDICA

Dispomos de um Hospital de Dia, com assistência ambulatória especializada no paciente oncológico e hematológico.

O Departamento de Oncologia Médica desenvolve um grande trabalho de equipa, o que permite avançar em diferentes aspetos na área de oncologia e desenvolver uma medicina pessoal e personalizada".

A quimioterapia é administrada em forma de ciclos, alternando períodos de tratamento com períodos de descanso. Um ciclo é o período de tempo que inclui desde a administração do tratamento (e inclui o tempo de descanso) até à seguinte administração.

A maioria dos medicamentos de quimioterapia é administrada através de um tubo diminuto de plástico, ou cateter, que se coloca em uma veia, no antebraço ou na mão. Geralmente, com o uso da via intravenosa, é necessário que o paciente vá ao hospital durante o dia.

Após estar umas horas no hospital, o paciente pode ir-se embora até iniciar o próximo ciclo. O paciente também pode tomar a medicação via oral, em forma de comprimidos ou envelopes. Só é necessário o deslocamento ao hospital para o controlo periódico do tratamento. Cada vez é usada com mais frequência a via de administração oral, mas nem sempre é uma opção disponível.

Outras vias de administração são:

  • Intratecal, o cateter é colocado no canal espinhal.
  • Intra-arterial, o medicamento é injetado diretamente em uma artéria para tratar só uma área (como o fígado, o braço ou uma perna).
  • Intraperitoneal, dentro da cavidade abdominal.
  • Outras: intramuscular, intralesional ou tópica.

Durante o tratamento, ou uma vez finalizado, o médico oncologista solicita uma série de provas que permitem conhecer como responde o tumor à quimioterapia. Através delas é possível saber se o tumor desapareceu ou diminuiu, se permanece estável, ou, pelo contrário, mantém a sua evolução.

A resposta do tumor ao tratamento é independente do número e intensidade dos efeitos secundários provocados por ele. 

Dependendo do tipo de cancro e do estádio de desenvolvimento, a quimioterapia pode utilizar-se para:

  • Curar o seu cancro.
  • Evitar que o cancro se propague.
  • Adiar o aparecimento do cancro.
  • Destruir as células cancerígenas que tivessem tido a oportunidade de propagar-se a outras partes do corpo desde o tumor original.
  • Aliviar os sintomas causados pelo cancro.

 

Dependendo do momento em que se administre a quimioterapia podemos especificar os seguintes tipos:

  • Quimioterapia neoadjuvante (QTNA) ou de indução: a quimioterapia é administrada em primeiro lugar, antes de qualquer tratamento local como a radioterapia ou a cirurgia.
  • Quimioterapia concomitante: é administrada de forma simultânea a outro tratamento, geralmente de radioterapia.
  • Quimioterapia adjuvante: é realizada de forma complementar a outro tratamento (geralmente local).

Nem sempre aparecem efeitos secundários e, quando aparecem, na maioria das vezes, são toleráveis.

Atualmente existem medicamentos que permitem controlar estas moléstias e ter uma vida praticamente normal enquanto se recebe o tratamento.

A maioria dos doentes pode seguir realizando as suas atividades quotidianas durante o tratamento. Às vezes, é necessário diminuir o ritmo de vida e descansar durante alguns dias após a administração do tratamento.

Saiba mais sobre a quimioterapia

A maioria dos fármacos de quimioterapia está desenhada para destruir as células enquanto se dividem.

Quanto mais rápido se multiplicam, mais dano ocasionam. As células normais com maiores probabilidades de serem afetadas são as células produtoras de sangue na medula óssea, as células da boca, do trato digestivo, do sistema reprodutor e dos folículos do cabelo.

A agressão a estas células desencadeia os efeitos secundários mais frequentes: náuseas e vómitos, dificuldades para a alimentação e anorexia, queda do cabelo ou alopecia, cansaço, anemia e maior sensibilidade às infeções.

Em que doenças é indicada?

 

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra
Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

talvezlhe interesse

RAZÕES PARA VIR

Porque é que a Clínica é diferente em relação a outros centros sanitários?

Imagen de una niña pequeña con cáncer por los pasillos de la Clínica

ENSAIOS CLÍNICOS

Deseja participar nos nossos ensaios clínicos? Conheça quais os que estão ativos.
Imagen médico investigando con microscopio

SERVIÇOS INTERNACIONAIS

Saiba o que fazemos para os nossos pacientes internacionais.
Entrada principal a la Clínica Universidad de Navarra