Transplante hepático

TRANSLANTE HEPÁTICO. TRATAMENTO NA CLÍNICA

A Clínica é um dos centros hospitalares espanhóis especializados nos transplantes de fígado de dador vivo adulto.

Já foram realizados mais de 400 transplantes hepáticos, mais de uma vintena de dadores vivos.

As nossas taxas de supervivência dos pacientes transplantados, acima de 90% ao ano e de 82% aos cinco anos, está dez pontos sobre a média nacional, segundo o Registo Espanhol de Transplante Hepático.

Durante os últimos anos, os novos protocolos na intervenção cirúrgica de um transplante fizeram com que a cirurgia seja mais segura e tenha menos complicações.

A reabilitação pós-operatória dos doentes tem ido diminuindo consideravelmente e, no dia a seguir ou dois dias depois da cirurgia, já está num quarto individual.

Além disso, é importante salientar a considerável diminuição da média de estadia do paciente no hospital, que passou de ser de mês ou mês e meio para atingir atualmente menos de 10 dias.

História de uma filha que doou parte do seu fígado à sua mãe.
Hoje em dia, a intervenção cirúrgica de um transplante de fígado é muito mais pautada e a intervenção é mais rápida e a melhoria do paciente é ainda melhor".

O transplante hepático é o único tratamento que cura várias doenças graves e está indicado, fundamentalmente, em quatro grupos de doenças: insuficiência hepática aguda grave, cirrose hepática, tumores hepáticos e doenças metabólicas nas quais o fígado produz uma substância anómala responsável pela doença de outro órgão.

Em termos gerais, o transplante hepático é sugerido quando a doença hepática oferece expectativas de vida inferiores àquelas do transplante.

Quanto aos parâmetros aplicados aos tumores hepáticos pelos profissionais de saúde da Clínica, estabelecem a indicação de transplante em doentes com um nódulo de até 6 cm ou dois ou três nódulos de até 5 cm. São critérios mais amplos dos aplicados tradicionalmente.

O transplante hepático é absolutamente contraindicado quando os sintomas do doente não se devem à doença hepática ou quando o doente tem outras doenças que foram mal diagnosticadas e ainda não têm tratamento. Além disso, existe uma série de contraindicações relativas: idade relativamente avançada, diabete, insuficiência renal, que fazem com que o risco depois de realizar o transplante seja maior.

De qualquer maneira, para saber si existe possibilidade no seu caso, deve ser o médico que faça uma avaliação completa e decida se é possível ou não realizar o transplante. 

A Clínica Universidade de Navarra tem um índice de sobrevivência de 85% aos cinco anos.

A doação de órgãos de um dador cadáver representa a salvação para doentes hepáticos terminais. Representa o tratamento que cura doenças hepáticas crónicas e irreversíveis.

Desde o começo e até à atualidade, o transplante hepático mais comum é o transplante de órgão de um dador cadáver, embora esta tendência possa mudar com o transplante entre pessoas vivas.

A técnica cirúrgica do transplante hepático é mais rápida quanto ao tempo. Atualmente, a cirurgia do transplante é realizada em 4 ou 5 horas, um tempo expressivamente menor quando comparado com as 8 ou 9 horas utilizadas no começo. Existe também menor necessidade de transfusão. Além disso, os receptores chegam ao transplante em um melhor estado de saúde.

Da mesma forma, a técnica anestésica avançou consideravelmente. A recuperação dos doentes depois do transplante é significativamente mais rápida, já que o seu estado de saúde é muito melhor do que antes. 

A Clínica é um dos três Centros Espanhóis que realiza transplante entre dadores vivos.

Nos últimos anos, o aumento das listas de espera para transplante hepático favoreceu o transplante entre dadores vivos. Realiza-se só em três centros espanhóis, -a Clínica é um deles-, já que se trata de um transplante que exige muito e requer uma importante dedicação da equipa médica que o realiza.

É uma técnica cirúrgica através da qual aproximadamente a metade do fígado de um dador vivo, normalmente um familiar, mas não necessariamente, é extirpada e introduzida no paciente. Devido à grande capacidade de regeneração do fígado, dador e receptor podem ter, a longo prazo, uma função hepática. A recuperação total é de 6 a 8 semanas.

A Clínica conseguiu com um novo procedimento cirúrgico aumentar entre 15% e 20% o número de possíveis transplantes de fígado entre dadores vivos. Utiliza como enxerto a zona posterior do órgão do dador.

Para que o transplante hepático entre dadores vivos seja possível, deve existir compatibilidade dos grupos sanguíneos, bom estado de saúde do dador – o qual é confirmado pelos resultados de exaustivos exames médicos. Além disso, o dador deve ter alguns requisitos anatómicos -. Desta forma, eleger-se-á o momento mais adequado para realizar o transplante e o risco para o dador será o mais próximo a zero.

A estadia no hospital pode durar entre 8 e 10 dias. 

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