Transplante hepático

saiba mais sobre o TRANSPLANTE HEPÁTICO

O protocolo para a realização do transplante foi feito em 1989 e, um ano depois, começou o programa de transplante hepático, graças à colaboração entre os Departamentos. Desta forma, além do Departamento de Cirurgia, colaboram os Departamentos de Hepatologia, Imunologia, Farmacologia Clínica, Anatomia Patológica, Anestesiologia e Radiologia. Contamos também com uma equipa de enfermagem especializada no cuidado e na atenção destes pacientes.

O transplante hepático consiste na extirpação do fígado doente do paciente e na substituição por um órgão saudável de um dador cadáver ou vivo, quer o órgão completo quer uma parte dele.

Representa o tratamento que cura doenças hepáticas crónicas e irreversíveis. Os doentes hepáticos terminais, inclusive em idades avançadas, cuja única alternativa é o transplante, vão à Clínica Universidade de Navarra para se submeter a este tipo de cirurgias, que atingem 85% de sobrevivência aos cinco anos.
 

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Os tratamentos cirúrgicos e farmacológicos para o carcinoma hepatocelular
História de um transplante de Clínica doente receptor doador vivo

É a extração do fígado de uma pessoa –morta ou viva– e a sua implantação dentro do organismo de outra persona com condição hepática grave. Um dador é uma pessoa de que se extrai o tecido ou órgão; e receptor, o paciente que o recebe.

A Espanha é o país com maior índice de doações de órgãos. Apesar disso, o número de receptores ultrapassa o número de dadores. Razão pela qual, nos últimos anos, vêm-se realizando transplantes hepáticos de dadores vivos, onde é extirpado um fragmento do fígado do dador (geralmente será um familiar do receptor) e esse fragmento é implantado no organismo do doente.

Muitas vezes, o transplante é necessário para a sobrevivência do doente e é indicado fundamentalmente na insuficiência hepática fulminante, cirrose hepática, tumores hepáticos e doenças metabólicas.

A qualidade de vida na maioria dos transplantados é muito boa. A melhoria no tratamento imunossupressor e na técnica e a experiência faz com que o índice de sobrevivência seja mais elevado. 

O paciente candidato ao transplante deve submeter-se a um protocolo de avaliação.

Este protocolo valora as condições do paciente com diferentes análises:

  • Avaliação física completa.
  • Radiografia de tórax.
  • Provas de função respiratória.
  • Tomografia Axial Computadorizada (TAC) Abdominal.
  • Eletrocardiograma.
  • Ecocardiograma.
  • Ecografia abdominal.

A equipa médica - cirurgiões, hepatologistas e outros médicos colaboradores na avaliação e no tratamento– revê os exames, as provas e as explorações incluídos no protocolo de avaliação do candidato ao transplante. Uma vez revisto os exames, a equipa médica decide se a pessoa é candidato para se submeter à cirurgia de transplante hepático. 

Em geral, consideram-se contraindicações absolutas para o transplante hepático as situações que impedem tecnicamente o transplante ou diminuem de forma muito importante as possibilidades de sobrevivência ou de recuperação funcional.

O transplante hepático é absolutamente contraindicado quando os sintomas que tem o paciente não se devem à doença hepática ou quando o doente tem outras doenças que foram mal diagnosticadas e que ainda não foram tratadas.

Existe um conjunto de contraindicações relativas: idade relativamente avançada, diabetes é insuficiência renal, que aumentam o risco após o transplante. Nos casos onde coincidem várias contraindicações relativas, o transplante também é contraindicado.

Para fazer com que o transplante hepático entre dadores vivos seja possível, deve existir compatibilidade dos grupos sanguíneos e bom estado de saúde do dador – que deve ser confirmado pelos resultados de exaustivos exames médicos. Além disso, o dador deve ter alguns requisitos anatómicos. Desta forma, eleger-se-á o momento mais adequado para realizar o transplante e o risco para o dador será o mais próximo a zero.

A melhoria no tratamento imunossupressor e na técnica, além da experiência acumulada, faz com que os resultados do transplante hepático tenham melhorado consideravelmente.

A rejeição é uma complicação importante após o transplante hepático. Contudo, atualmente, dispõe-se de um importante arsenal de fármacos imunossupressores. Estes fármacos diminuem a reação imune do organismo frente a estruturas estranhas, que podem facilitar as infeções ou o desenvolvimento de tumores. Os fármacos imunossupressores mais usados são: ciclosporina, tacrolimus, azatioprina, micofenolato de mofetil e glucocorticóides.

Além dos tratamentos farmacológicos, é importante observar uma série de cuidados da dieta diária e ter uma vida ativa, isto é, ter uma vida na qual praticar exercício físico seja o mais importante.

A sobrevivência ao ano do transplante, dos mais de 400 transplantes realizados na Clínica Universidade de Navarra, é de 90% (80% aos 5 anos do transplante), dez pontos acima da média nacional, segundo o Registo Espanhol de Transplante Hepático.

Os principais avanços quanto ao transplante hepático têm a ver com a experiência das equipas médicas, com o domínio dos medicamentos e com os novos fármacos de que dispomos".

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