Atrás Reconstrução mamária

Reconstrução mamária total

O objetivo é obter uma melhor aparência física, o mais parecida possível ao aspeto anterior, para ajudar a paciente melhorar a sua autoestima.

A Clínica Universidade de Navarra tem uma Área de Cancro de Mama formada por profissionais com ampla experiência. Os nossos cirurgiões plásticos estão altamente especializados e poderão começar com as técnicas reconstrutivas tão cedo quanto a paciente assim o desejar.

Em qualquer caso, o cirurgião plástico será o encarregado de orientar cada pessoa sobre as opções disponíveis e a técnica mais adequada para realizar o procedimento.

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Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

É uma técnica simples que não precisa usar tecidos autólogos, diminuindo o risco de complicações.

Está indicada em pacientes que não dispõem do tecido adiposo suficiente para fazer a reconstrução com tecidos autólogos.

Esta técnica está dividida em dois tempos cirúrgicos para finalizar o processo de reconstrução:

  • Primeira cirurgia: coloca-se um expansor tecidual para distender a pele e obter o espaço suficiente para implantar uma prótese de tamanho parecido à mama contralateral. Este processo realiza-se mediante infiltrações sucessivas de soro fisiológico feitas em regime ambulatório, sendo desnecessária a hospitalização.
  • Segunda cirurgia: o expansor é tirado e substituído pela prótese definitiva. Aliás, realizam-se os procedimentos necessários na mama contralateral (elevação, redução, aumento, etc.) para obter uma maior simetria entre ambas as mamas.

As pacientes com próteses mamárias devem ter revisões periódicas cada dez anos e precisam dum acompanhamento para prevenir uma possível contractura muscular. 

Vantagens

Técnica simples que não precisa usar tecidos autólogos e, portanto, o risco de complicações é menor.

Pode ser indicada em pacientes que não dispõem do tecido adiposo suficiente para poder realizar uma reconstrução com tecidos autólogos.

Desvantagens

Precisa de dois tempos cirúrgicos para finalizar o processo de reconstrução, ao contrário das outras técnicas que só precisam dum.

Precisa do emprego de próteses, corpo estranho para o organismo, gerando uma maior probabilidade de padecer uma contractura capsular e rotura protésica.

Não é o melhor procedimento para pacientes que tenham recebido ou que receberão radioterapia, já que há um maior índice de extrusão da prótese e de contractura capsular.

Esta técnica consiste em recriar a nova mama combinando tecido autólogo e um implante mamário. É realizada num tempo cirúrgico.

Após a mastectomia, implanta-se na região mamária um retalho de pele e de músculo grande dorsal. O objetivo é reparar o defeito da pele e cobrir a nova prótese colocada na mama.

O sacrifício do grande dorsal, geralmente, não repercute na motilidade do membro superior, já que a função que realiza é substituída pelos outros músculos.

Vantagens

É uma técnica realizada em apenas um tempo cirúrgico.

Desvantagens

Fica uma cicatriz de aproximadamente 12 cm nas costas, que pode ser escondida facilmente com o fato de banho.

Precisa da colocação de próteses, corpo estranho para o organismo, o que pode permitir a aparição de complicações como uma contractura capsular. 

Esta reconstrução utiliza única e exclusivamente tecido autólogo para recriar a nova mama. 

Vantagens

  • Dura toda a vida, sem possibilidade de rejeição e sem necessidade de mudanças futuras.
  • Consegue uma aparência mais natural, com a consistência e a sensação próprias do tecido original.
  • O volume mamário varia segundo as mudanças no peso da paciente.
  • Melhor tolerância à radioterapia.
  • Permite uma reconstrução bilateral com o mesmo procedimento, garantindo, em maior medida, a simetria.
  • O retalho de tecido é obtido de partes do corpo onde existe um excesso de adiposidade, que é transferido à região mamária. Isto é conhecido como retalho livre e precisa de microcirurgia para assegurar a vascularização do tecido transplantado. 

Retalho DIEP: a mama é reconstruída com pele e tecido adiposo da região abdominal e, devido à dissecação dos vasos perfurantes, mantem-se intacto o músculo reto abdominal. Para adaptar o retalho, realiza-se a união mediante microcirurgia dos vasos sanguíneos do retalho com os vasos mamários internos. Depois de seis meses, reconstroem-se a aréola e o mamilo.

Retalho SIEA: ao igual do que o retalho DIEP, esta técnica também usa a região abdominal como área doadora de pele e tecido adiposo, mas se usam os vasos epigástricos inferiores superficiais.

Retalho SGAP: extrai a pele e o tecido adiposo sobrantes no glúteo superior.

Retalho TMG: a Clínica foi o primeiro centro espanhol que realizou esta técnica. O retalho é formado com pele, tecido adiposo e o músculo grácil (localizado na face interna da coxa). Está especialmente indicada em mulheres muito magras sem excesso de tecido adiposo abdominal.

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