Mieloma múltiplo

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O mieloma múltiplo é uma doença frequente que consiste na proliferação atípica das células plasmáticas.

É parte do grupo de transtornos denominado gamapatias monoclonais. Estas células derivam dos linfócitos B e, em condições normais, produzem as imunoglobulinas, proteínas necessárias para tratar as infeções.

Estas células atípicas produzem e secretam uma imunoglobulina anómala ao sangue que origina um excesso de cadeias ligeiras, que o rim não elimina eficazmente, e que podem ocasionar um dano irreversível na função renal.

Além disso, estas células acumulam-se na medula óssea e favorecem a degeneração do osso, originando imagens osteolíticas ou petrificação do osso.

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O Mieloma Múltiplo afeta principalmente a pessoas de idade avançada (acima de 50 anos), mas a incidência vai aumentando conforme passa o tempo.

Os sintomas da doença derivam-se basicamente da proliferação descontrolada de células plasmáticas na medula óssea. Estas células deslocam-se até chegarem às células normais, originado um quadro de anemia com a sua sintomatologia associada: cansaço, palidez, taquicardia, sufocos, etc.

Também se produz uma destruição do osso que pode causar dores ósseas mais ou menos intensas e inclusive fraturas espontâneas ou fraturas por traumatismos mínimos.

Além disso, as células atípicas produzem e secretam uma imunoglobulina anómala ao sangue (componente ou banda monoclonal) que ao ser filtrada pelo rim pode ocasionar uma insuficiência renal.

A afetação renal no mieloma múltiplo é uma das complicações mais frequentes, produz-se em 50% dos casos. A falha renal é a principal causa de morbi-mortalidade em pacientes que padecem um mieloma.

Outras manifestações clínicas podem estar em relação direta com o aumento de cálcio no sangue pela destruição óssea, compressões neurológicas, etc.

Ainda se desconhece a origem do mieloma múltiplo, o mesmo que acontece em muitas doenças neoplásicas em que se produz um novo crescimento de tecido. Não obstante, poderiam estar implicados no desenvolvimento de diversos fatores, por exemplo, infeções virais, fármacos, produtos químicos, exposição à radiação, etc.

Contudo, na maioria dos casos não é possível identificar uma causa que tenha desencadeado a doença. Certas alterações no ADN podem provocar que as células plasmáticas se transformem em cancerígenas. O ADN é o químico que leva as instruções para quase todo o que as nossas células fazem.

É sabido que o cancro pode produzir-se por erros ou defeitos, as denominadas mutações no ADN, que podem ativar os oncogenes ou desativar os genes supressores de tumores.

As novas modalidades terapêuticas permitem vislumbrar melhorias no prognóstico.

O prognóstico do mieloma múltiplo depende, entre outros fatores, do estádio em que se encontra a doença. Apesar de ter uma elevada mortalidade em pouco tempo desde o momento de conhecer o diagnóstico, as novas modalidades terapêuticas fazem pensar na possibilidade de melhorias no prognóstico a curto prazo.

Especificamente, na Clínica Universidade de Navarra já se administrou o tratamento com anticorpos monoclonais de maneira conjunta com quimioterapia a mais de uma centena de pacientes e a sua utilização pôde elevar em uma percentagem significativa a taxa de resposta obtida só com quimioterapia.

A afetação renal no mieloma múltiplo é uma das complicações mais frequentes, já que se dá em 50% dos casos. A falha renal é a principal causa de morbi-mortalidade em pacientes com mieloma.

As células atípicas do mieloma produzem e secretam uma imunoglobulina anómala que são libertadas para o sangue e que produzem um excesso de cadeias ligeiras que o rim não é capaz de eliminar eficazmente e que podem provocar um dano irreversível na função renal.

A aplicação simultânea de um tratamento de quimioterapia para reduzir as células plasmáticas que produzem estas cadeias ligeiras e outro tratamento que permita a eliminação eficaz de estas cadeias, aumenta as possibilidades de uma melhor recuperação da função renal.

As investigações clínicas indicam que a redução do período de exposição do rim a cadeias ligeiras em níveis tóxicos reduz o risco de desenvolver uma insuficiência renal permanente.

Entre os filtros de diálise de alta permeabilidade estudados, o HCO 1100 resulta ser eficaz na eliminação. Este filtro adapta-se a um sistema de hemodiálise convencional. Ainda não se descreveram efeitos adversos e unicamente se aconselha vigiar os níveis de eletrólitos e albumina.

Indicação

  • Pacientes diagnosticados com mieloma múltiplo com cadeias ligeiras livres em excesso e falha renal associado, é atribuída a essa causa, aos quais se encontra programado tratamento quimioterápico para o mieloma.

O Serviço de Nefrologia [ES], em colaboração direta com o Departamento de Hematologia, realiza este tipo de hemodiálise como tratamento coadjuvante na quimioterapia em pacientes com mieloma múltiplo que cumprem os critérios de inclusão. 

Dispomos dos avanços técnicos mais sofisticados, destacando os estudos de biologia molecular, para valorar múltiplos fatores prognósticos que são fundamentais para a eleição do tratamento mais apropriado para cada paciente".

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