Atrás CANCRO de mama

COMO É QUE SE TRATA?

Um dos segredos do êxito no momento de tratar um cancro de mama reside na rapidez em estabelecer o melhor plano de tratamento. Na Clínica, em menos de 1 semana, o paciente é diagnosticado e será iniciado o tratamento mais adequado para o seu caso.

Além do tratamento convencional, o nosso objetivo é oferecer os tratamentos mais inovadores. Desenvolvemos ensaios clínicos que oferecem novas oportunidades de vencer esta doença, como é o caso da imunoterapia com vacinas ativas elaboradas no laboratório GMP [ES] da Clínica. Estas vacinas estimulam o sistema imunitário de cada paciente para que reconheça as células tumorais e favoreça a sua destruição. 

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Tumorectomia
Este tratamento cirúrgico é indicado em 70% dos casos, isto porque é menos agressivo e não exige a remoção completa da mama.

O seu objetivo é eliminar o tumor conservando o seio. Esta intervenção, habitualmente, não necessita hospitalização.

Os índices de sobrevivência são iguais relativamente àqueles em que se combina mastectomia e radioterapia.

Mastectomia
Em 30% dos casos, é necessário remover a mama completa.

  • Mastectomia simples. O cirurgião extrai todo o tecido do seio e o mamilo. Requer hospitalização na maioria dos casos. Pode combinar-se com outros tratamentos.
  • Mastectomia radical modificada. Consiste na remoção de todo o tecido mamário, o mamilo e de alguns gânglios da axila. Requer hospitalização na maioria dos casos. Pode combinar-se com outros tratamentos.

Biopsia mamária do gânglio sentinela
Esta técnica diagnóstica é realizada no mesmo momento da cirurgia. Em alguns casos evita a extração dos gânglios da axila. Consiste na extração do primeiro gânglio de drenagem linfático do cancro, conhecido como o gânglio sentinela, para analisá-lo no laboratório e, caso não tenha células malignas, não se remove os restantes gânglios axilares.

Oferece aos médicos uma informação muito valiosa e implica menos riscos para as pacientes que outros procedimentos.

Na mesma intervenção cirúrgica em que se remove o tumor ou a mama, podem ser realizadas técnicas de reconstrução mamária para oferecer a melhor solução com as menores sequelas possíveis para a paciente. 

A radiação pós-operatória é fundamental, isto porque reduz num terço o risco de uma recaída local.

Os nossos especialistas possuem uma ampla experiência tanto em radioterapia convencional (irradiação da mama completa durante 6 semanas) como em radioterapia parcial, com irradiação apenas no leito do tumor em apenas 5 dias.

Está demonstrado que em tumores de mama numa fase precoce, a realização de radioterapia de forma parcial, restringida à zona de risco (leito tumoral) consegue resultados muito satisfatórios com um risco de recaída mínimo.

É por este motivo que a Clínica colocou em prática diferentes técnicas de irradiação parcial da mama:

1.- Braquiterapia de alta taxa perioperatória: oferece vantagens importantes para a paciente isto porque em vez de 6 semanas de tratamento pode-se realizar em apenas 5 dias e no mesmo momento da cirurgia de extração do tumor.

Somos centro de referência internacional no que toca a esta técnica e somos o centro com a maior experiência certificada na realização deste implante intra-operatório minimamente invasivo para a administração de braquiterapia durante o pós-operatório.

Uma vez que se tenha concluído o tratamento, são retidos os cateteres na consulta facilmente e sem necessidade de anestesia.

2.- Braquiterapia de alta taxa perioperatória + radioterapia externa com técnica "forward": em pacientes cujo cancro está mais espalhado, é aplicada uma combinação de tratamento radioterapêutico. Em primeiro lugar administra-se a braquiterapia diretamente sobre a zona de maior risco e posteriormente complementa-se com radioterapia externa sobre a restante totalidade do tecido mamário.

3.- Radioterapia externa com técnica "forward": esta técnica de radioterapia oferece mais vantagens do que a técnica de radioterapia convencional. Administra-se de forma mais homogénea, diminuindo os efeitos adversos agudos. Deste modo, o tratamento pode ser administrado em 15 sessões em vez das 25 sessões necessárias no tratamento convencional. 

A quimioterapia pode-se administrar de modo adjuvante (depois da cirurgia do cancro de mama), neoadjuvante (antes da cirurgia do tumor) e em doença espalhada para controlar as metástases à distância.

O caráter adjuvante é empregue em tumores localizados, como ajuda aos tratamentos locais para controlar a doença e a intenção é erradicar as células tumorais circulantes e as micro metástases.

Na terapia neoadjuvante, pretende-se iniciar o mais rápido possível o tratamento sistémico, avaliar in vivo a resposta do tumor ao tratamento (verificar que o tumor é sensível e diminui com a quimioterapia) e tentar diminuir o tamanho do tumor para aumentar as cirurgias conservadoras e que se tenha de remover a menor zona possível de mama ou para que o tumor possa ser operável.

A Clínica possui protocolos específicos e uma grande experiência na administração de quimioterapia durante a gravidez.

Atualmente possuímos uma ampla gama de quimioterápicos antitumorais para o cancro de mama. A escolha do esquema mais adequado de quimioterapia irá depender do tamanho do tumor, o impacto ganglionar, a existência de metástases à distância, os tratamentos prévios, o subtipo tumoral de cancro de mama (baseado na expressão de recetores de estrogénios, progesterona, HER2, etc.), a idade, a comorbilidade, o estado funcional da paciente e a potencial toxicidade. 

É a primeira terapia específica empregue para o cancro de mama, e prescreve-se naqueles tumores que expressam recetores de estrogénios.

São os tumores mais frequentes, constituindo 70%-80% dos cancros da mama.

A terapia hormonal demonstrou benefício porque diminui o risco de recaídas e aumenta a sobrevivência nas pacientes com esta doença hormonosensível.

Existem diferentes medicamentos como é o caso dos moduladores seletivos de recetores de estrogénios (tamoxifeno), os inibidores da aromatase (anastrozol, letrozole, exemestano), os equivalentes de LHRH (goserelina, triptorrelina), os antagonistas dos recetores de estrogénios (fulvestrant) e os progestogénios (acetato de megestrol e medroxiprogesterona).

De igual modo pode-se realizar a remoção dos ovários (ooforectomia) para diminuir a produção de estrogénios por parte do organismo. O principal fator para selecionar o tratamento hormonal mais adequado nestas pacientes é o estado funcional do ovário. Para tal são divididas as pacientes em função do seu estado no que diz respeito à menopausa, através da história clínica e determinação de níveis de hormonas produzidas pelo ovário em sangue.

Durante o tratamento hormonal antitumoral é importante controlar as pacientes através de observação ginecológica (citologia e ecografia), níveis de mineralização óssea (densitometria) e níveis de colesterol no sangue.

Atualmente está a ser considerado o uso desta terapia hormonal com fins preventivos em pacientes que desenvolveram cancro de mama mas às quais foram diagnosticadas lesões pré-malignas mamárias (hiperplasias atípicas). 

O sistema imunitário é fundamental no desenvolvimento e controlo dos tumores. A imunoterapia tem como objetivo estimular ou restabelecer o sistema imunológico da paciente com o objetivo de que seja o próprio organismo a "lutar" contra a doença tumoral.

As vacinas são elaboradas com células da própria paciente e consegue-se uma resposta do seu sistema imunitário face ao seu próprio tumor. O volume da doença limitado e a união da imunoterapia com quimioterapia fazem com que esta seja uma boa opção acrescida ao tratamento das pacientes com cancro de mama com doença localizada e que precisem de receber quimioterapia.

A tolerância é boa porque as vacinas são elaboradas com células do seu próprio organismo e por este motivo não há rejeição e, além disso, é um tratamento individualizado, que se pode administrar juntamente com a quimioterapia e por um tempo prolongado nos primeiros 5 anos, período no qual é mais provável que a doença volte a aparecer.

Não é uma terapia isolada, mas trata-se de complementar o tratamento oncológico standard da paciente com um calendário de vacinação de dois anos de duração.

As vacinas são elaboradas no laboratório GMP de Terapia Celular da Clínica com as células extraídas da própria paciente. Uma vez que estejam processadas as células, obtém-se das mesmas os antígenos próprios do tumor da paciente.

A Clínica realizou um ensaio clínico para verificar a eficácia da aplicação de vacinas autólogas no sentido de reduzir a progressão do cancro de mama num subgrupo determinado desta doença, aquele no qual as células tumorais não expressam a proteína HER2. Atualmente, a Clínica oferece estas vacinas como tratamento compassivo complementar ao tratamento habitual. 

Atualmente possuímos diferentes medicamentos que atuam sobre as células tumorais, seja a nível extracelular ou a nível intracelular.

HER2 é uma proteína recetora que existe em alguns tumores e faz com que os tumores cresçam mais ativamente. Alguns tumores de mama superexpressam esta proteína e esta situação pode ser tratada com inibidores do recetor HER2. Este tratamento demonstrou-se muito eficaz em conjunto com a quimioterapia melhorando as respostas tumorais e a sobrevivência das pacientes.

Atualmente são comercializados o trastuzumab e o lapatinib, mas existem novos medicamentos em fase de desenvolvimento, como é o caso do pertuzumab ou o trastuzumab-DM1.

Por último, os medicamentos anti-angiogénicos impedem a formação de vasos “estranhos” que fornecem nutrientes ao tumor e favorecem o seu crescimento e metastatização. A junção de bevacizumab à quimioterapia demonstrou um atraso no tempo no que toca à progressão da doença em pacientes com metástases à distância.

A Clínica continua a investigar novas terapias com a intenção de aumentar a eficácia e reduzir a toxicidade. 

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