área de Tumores Musculo Esqueléticos

A Clínica Universidade de navarra foi um dos primeiros centros no mundo em introduzir programas de cirurgia conservadora do membro, juntamente com os tratamentos adjuvantes oportunos.

Hoje em dia, por este motivo, continua a ser um dos centros com mais prestígio do mundo nesta área. A sua equipa de profissionais é reconhecida internacionalmente nesta área da medicina.

Desde os anos 80, mais de 1.500 pacientes com sarcoma foram tratados no nosso centro. Visto que é uma patologia muito pouco frequente, há muito poucos hospitais com experiência. Chegam à Clínica pacientes de todas as regiões espanholas e de muitos outros países.

A Clínica possui os meios mais modernos e sofisticados para poder diagnosticar e tratar esta doença. Tal como noutros cancros, o diagnóstico e tratamento precoce são fundamentais para conseguir os melhores resultados.

No nosso centro, todas as provas diagnósticas (incluindo a biopsia) podem-se realizar, habitualmente, em menos de 24 horas. Além disso temos equipas de profissionais muito bem preparados em quimioterapia intra-arterial, braquiterapia, perfusão isolada do membro, etc. 

A Clínica é um dos centros mais experientes na Europa em tumores músculo-esqueléticos e oferece uma das mais altas taxas de conservação do membro do paciente em todo o mundo.

La supervivencia en los sarcomas óseos tratados en la Clínica es superior al 75% a muy largo plazo (más de 15 años). La conservación de la extremidad es superior al 95%".

Nos centros com experiência, as possibilidades de conservar o membro afetado são elevadíssimas, sem que isto suponha uma diminuição nas possibilidades de sobrevivência. Se há vinte e cinco anos atrás todos se amputavam e quase todos faleciam, atualmente os números inverteram-se: quase todos conservam o membro e a taxa de sobrevivência é muito alta.

Na maioria dos hospitais do mundo com prestígio nesta patologia a passagem da amputação à conservação do membro verificou-se gradualmente ao longo destas últimas décadas. No início, apenas em casos muito selecionados era conservado o membro. Pouco a pouco foram-se ampliando as indicações da conservação.

Na Clínica Universidade de Navarra, procedeu-se a esta medida de uma forma drástica assim que se teve conhecimento da extraordinária eficácia da quimioterapia nestes tumores nos finais dos anos 70. O empenho de um cirurgião, o Dr. Cañadell, ajudado por uma equipa de outros profissionais, fez com que neste centro se tentasse a conservação do membro em quase todos os pacientes.

Para poder curar um tumor ósseo maligno é necessário extrair toda a lesão, incluindo o trajeto da biopsia prévia. Este é o motivo pelo qual é necessário que a biopsia seja realizada por um cirurgião que realizará a operação definitiva. Para reconstruir o membro existem diversas opções em cada caso, em função da idade, procura por parte do paciente, experiência do cirurgião, etc. Todas as possibilidades cirúrgicas têm as suas vantagens e as suas possíveis complicações, agravadas pelo facto de que o paciente pode estar a receber tratamentos que reduzem as suas defesas (e por este motivo aumentam o risco de sofrer infeções cirúrgicas), ou limitam a capacidade de cicatrização dos tecidos (como a radioterapia). Normalmente estas dificuldades podem ser corrigidas.

Outra possível adversidade é o aparecimento de divergências no comprimento dos membros das crianças afetadas por estas lesões. Também para este caso existem soluções. Em qualquer caso, não nos podemos esquecer que o mais importante é conseguir a cura destes doentes, embora a redução ao mínimo do aparecimento de sequelas continue a ser um desafio que não dever negligenciado.

Na Clínica Universidade de Navarra, nos últimos vinte anos tratámos aproximadamente um milhão de tumores ósseos primários malignos. No osteosarcoma, por referir o mais frequente, a taxa de sobrevivência situa-se em 74% aos 10 anos, com uma taxa de conservação do membro superior a 90%.

Há 25 anos o desafio era conseguir que o paciente sobrevivesse. Posteriormente conseguir conservar o membro embora não fosse muito funcional. Depois procurou-se a máxima funcionalidade possível. E, embora pareça um pouco desproporcionado, depois de ter sofrido um cancro, a alguns pacientes o único que lhes preocupa é a cicatriz. 

Apenas um profissional não pode curar esta doença por muito bom que seja na sua área.

É necessário reunir o esforço de todos (oncologistas, radiologistas, pediatras, oncologistas radioterapeutas, patologistas, cirurgiões, enfermeiras, reabilitadores, psicólogos, etc.).

Na Clínica Universidade de Navarra cada paciente é atendido por uma equipa que discute e segue cada caso em particular, sem atrasos que condicionem a eficácia do tratamento.

Os tumores musculo esqueléticos são mais frequentes em crianças e adolescentes, 5% dos tumores que aparecem na idade pediátrica.

Os mais frequentes são o sarcoma osteogénico (osteosarcoma) e o sarcoma de Ewing.

Precisamente porque continua a haver uma pequena percentagem de pacientes que não respondem às expectativas depositadas no seu tratamento e porque nos preocupa cada paciente que chega à Clínica, continuamos a investigar todos os dias.

A Clínica, em colaboração com o Centro de Investigação Médica Aplicada (CIMA), procura tratamentos inovadores, que permitam ultrapassar a taxa de cura obtida até ao momento.

Fruto desta situação são as numerosas publicações, muitas delas em colaboração com os mais prestigiosos investigadores de todo o mundo nesta matéria.

Nalguns sarcomas conhece-se o mecanismo genético que está subjacente na descontrolada proliferação dessas células que se tornaram malignas e procuramos a forma de contrabalançar essa alteração.

Noutros casos mais complexos, procuramos a forma de introduzir novas terapias aos citostáticos convencionais ou estudamos a resistência de alguns tumores aos tratamentos standard.

Também estudamos os mecanismos que fazem com que uma célula cancerígena do osso tenha tropismo (certa "atração") pelo pulmão para originar metástases. 

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Time to loading and locoregional control in perioperative high-dose-rate brachytherapy: The tumor bed effect revisited
Brachytherapy 1/Jul/2015

Dr. Mauricio Cambeiro Vázquez [ES]

Departamento de Oncología Radioterápica

Dra. Leire Arbea Moreno [ES]

Departamento de Oncología Radioterápica

Dr. Rafael Martínez Monge

Departamento de Oncología Radioterápica

Dr. Juan Manuel Alcalde Navarrete [ES]

Departamento de Otorrinolaringología

Dra. Marta Santisteban Eslava

Área del Cáncer de Mama

Dr. Luis Isaac Ramos García [ES]

Servicio de Radiofísica y Protección Radiológica

Dr. Mikel San Julián Aranguren

Área de Tumores Musculo Esqueléticos

Noutros centros disseram-me que a única solução era amputar a perna. Na Clínica, em nenhum momento nos disseram que fosse perder a perna". 

Francisco C.

Paciente operado de um osteossarcoma

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