PUBLICAÇÕES científicas

Tomografia por emissão de 18F-fluoro-2-deoxiglicose-pósitron na avaliação de tumores de células germinativas não seminomatosas na recidiva

Sanchez D, Fernandez JM, Lopez J, Arocena J, Sanz G, Gimenez M, Rosell D, Robles JE, Berian JM.
Department of Urology, Facultad de Medicina, Clinica Universitaria, Universidad de Navarra, Pamplona, Spain.

Revisão:BJU International

Data: 1/Jun/2002

Urología [ES]

OBJETIVOS
Comparar o desempenho da tomografia por emissão de 18F-fluoro-2-deoxiglicose-pósitrons (FDG-PET) e tomografia computadorizada (TC) no seguimento de tumores de células germinativas não seminomatosas (NSGCT) no retroperitônio.

PACIENTES E MÉTODOS
FDG-PET foi usado 25 vezes em 15 pacientes diagnosticados com NSGCT. No momento do diagnóstico, cinco pacientes estavam em estágio I, II e III. Cinco pacientes tinham carcinoma embrionário puro, dois tinham tumores no saco vitelino, um coriocarcinoma e sete tinham tumores mistos. RESULTADOS: Onze pacientes ou apresentaram doença retroperitoneal ou isso não desapareceu após a quimioterapia. Os resultados de ambos os exames coincidiram em 18 casos e foram contraditórios nos outros sete, sendo a diferença estatisticamente significante (P = 0,042).

CONCLUSÃO
Nestes pacientes, o FDG-PET detectou a recidiva retroperitoneal de NSGCT, em estágios avançados tratados com cirurgia mais quimioterapia, mais cedo do que a TC; também detectou a presença de teratoma maduro em massas retroperitoneais residuais com maior precisão que a TC. Ensaios mais extensos são necessários antes de se tirar conclusões sobre a imagem do FDG-PET como um método de rotina para NSGCT.

CITAÇÃO DO ARTIGO  BJU Int. 2002 Jun;89(9):912-6

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