Angina do peito

"O doente com angina de peito deve eliminar, sempre que possível, os fatores de risco (tabaco, colesterol, etc.) para evitar que a doença progrida e que os sintomas reapareçam ou se agravem."

DR. IGNACIO GARCÍA BOLAO
DIRETOR. DEPARTAMENTO DE CARDIOLOGÍA

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em cardiologia. Clínica Universidade de Navarra

Quando uma das artérias coronárias se obstrui de forma total ou parcial, ocorre uma diminuição do fluxo sanguíneo para o miocárdio (músculo do coração)

Se esta obstrução é temporária, apenas durante alguns minutos e depois se resolve, falamos de angina do peito.

Apesar dos sintomas, o diagnóstico deve ser confirmado, uma vez que existem muitas outras doenças (gastrite ou hérnia do hiato, artrose cervical, anemia, etc.) que provocam sintomas semelhantes.

Unidade de Hemodinâmica e Cardiologia de Intervenção do Departamento de Cardiologia da Clínica constitui um centro de referência em tratamentos relacionados com doenças do coração.

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Quais são os sintomas da angina de peito?

O sintoma mais característico é a opressão ou desconforto na parte central do peito (região precordial) e, por vezes, também na boca do estômago (epigastro).

Irradia para a mandíbula ou para o braço esquerdo, embora também possa irradiar para ambos os ombros, braços ou punhos.

Surge quando se faz um esforço ou existe qualquer outra sobrecarga de natureza física ou psíquica e alivia com a cessação dessa atividade.

Quais são os sintomas mais habituais?

  • Dor opressiva na região precordial
  • Dor opressiva no epigastro
  • Irradiação da dor para o braço esquerdo

Tem algum destes sintomas?

Pode ser que sofra de angina de peito

Quais são as causas da angina de peito?

Existem diversos fatores de risco não modificáveis (idade, sexo ou antecedentes familiares) e outros modificáveis (tabagismo, aumento do colesterol, hipertensão arterial, diabetes e obesidade) que favorecem a formação de placas de aterosclerose.

Estas lesões ateroscleróticas provocam uma diminuição do diâmetro da luz vascular, bem como uma rigidez nessa zona da artéria.

 Como se previne a angina de peito?

Os fatores de risco sobre os quais se pode atuar são o tabagismo, o aumento do colesterol no sangue, a hipertensão arterial e a diabetes. Assim, o doente com angina de peito deve eliminar, tanto quanto possível, estes fatores para evitar que a doença progrida e para prevenir o reaparecimento ou agravamento dos sintomas.

  • Não fumar.
  • Fazer exercício aeróbio moderado.
  • Alimentar-se de forma adequada.
  • Manter em valores ideais a pressão arterial, o colesterol, a glicemia e o peso.

Como se diagnostica a angina de peito?

Realización de una prueba de esfuerzo cardiológica.

Para o diagnóstico de angina de peito, na maioria das situações, é suficiente a avaliação clínica básica (consulta), o eletrocardiograma e a prova de esforço.

O método mais utilizado para diagnosticar a angina de peito é a prova de esforço. Esta prova consiste em submeter o coração a um esforço significativo de forma controlada e analisar se surgem sintomas de angina de peito, se o eletrocardiograma se altera, etc.

Outros exames semelhantes que ajudam a diagnosticar angina de peito incluem o ecocardiograma de esforço (tal como a prova de esforço, mas acompanhado de ecocardiograma em repouso e durante o esforço), exames de medicina nuclear como o SPECT e exames mais recentes como a ressonância cardíaca com adenosina.

Como se trata a angina de peito?

O tratamento dependerá sobretudo da localização e do grau de obstrução das artérias coronárias

Em primeiro lugar, está o tratamento médico com fármacos antianginosos, que evitam ou reduzem o grau de isquemia, aumentando o fluxo sanguíneo para o coração (nitratos e antagonistas do cálcio) ou melhorando o aproveitamento do fluxo que chega (beta-bloqueadores, etc.).

Em segundo lugar, a angioplastia (desobstrução das artérias coronárias no próprio cateterismo cardíaco) e técnicas afins que permitem, durante o cateterismo, desobstruir as artérias e, assim, restabelecer o fluxo sanguíneo para o coração, fazendo desaparecer a angina.

Por fim, nos casos mais avançados ou naqueles em que o resultado será melhor do que com a angioplastia, existe a opção de cirurgia de revascularização aorto-coronária (bypass), que também oferece excelentes resultados.

O Departamento de Cardiologia
da Clínica Universidad de Navarra

O Departamento de Cardiologia da Clínica Universidad de Navarra é um centro de referência em diversas técnicas de diagnóstico e tratamentos coronários.

Fomos o primeiro centro da Europa a implantar um marcapasso por cateterismo, sem necessidade de abertura do tórax, em casos de insuficiência cardíaca grave.

O Departamento de Cardiologia da Clínica colabora com os Departamentos de Radiologia e de Cirurgia Cardíaca para obter um diagnóstico rápido e preciso do doente.

Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

  • Unidade de Arritmias especializada, de referência a nível nacional.
  • Unidade de Hemodinâmica e Cardiologia de Intervenção equipada com a melhor tecnologia.
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A nossa equipa de profissionais

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