Quem Somos

Somos o hospital da Universidade de Navarra. 
Com mais de 4000 profissionais em dedicação exclusiva nas suas sedes de Pamplona e Madrid, a Clínica Universidad de Navarra é um hospital universitário segundo o modelo anglo-saxónico e de investigação, referência em medicina personalizada no nosso país.

Reconhecida pelo seu trabalho de investigação e docente, pelo prestígio dos seus profissionais e pela sua trajetória no diagnóstico e tratamento de patologias de elevada complexidade, a Clínica Universidad de Navarra é um hospital de alta resolução, pela sua rapidez diagnóstica graças ao seu trabalho multidisciplinar e à aquisição da mais recente tecnologia, para oferecer cuidados em 46 especialidades médicas e cirúrgicas.

Fundada por São Josemaria Escrivá de Balaguer no seio da Universidade de Navarra em 1962, a Clínica desenvolveu um modelo assistencial centrado nas necessidades do doente e da sua família, que constituem o centro do nosso trabalho, na investigação como forma de garantir o acesso aos tratamentos mais inovadores e no ensino, como via para gerar e transferir o nosso conhecimento para a sociedade.

A trajetória da Clínica foi reconhecida em dez ocasiões como o hospital privado com melhor reputação de Espanha segundo o MRS e entre os 100 melhores hospitais do mundo e o primeiro centro privado espanhol segundo a prestigiada revista Newsweek.

Conheça quem somos

Somos um hospital de alta resolução caracterizado pela rapidez no diagnóstico e tratamento das doenças. Vivemos um modelo de medicina interdisciplinar em que o doente é o único centro da atividade assistencial, da investigação biomédica e do ensino.

Somos o hospital da Universidade de Navarra. Uma instituição universitária sem fins lucrativos que reinveste os seus excedentes na melhoria dos cuidados ao doente.

Imagen de un icono dorado de unas manos protegiendo un corazón.

O doente,
no centro

Apostamos numa medicina personalizada, centrada no doente e na sua família, graças à dedicação exclusiva dos nossos profissionais.

Imagen de un icono dorado de unos libros y un birrete, símbolo de conocimiento.

Geramos conhecimento

Somos o hospital da Universidade de Navarra. Os nossos especialistas, além de tratar doentes, estão em formação contínua, investigam e lecionam.

Imagen de un icono dorado de un matraz y documento.

Investigar
para curar

Investigamos para oferecer novas soluções aos nossos doentes. Com a investigação contínua, estamos a mudar o rumo das doenças.

Imagen de un icono dorado de unas manos que trabajan en equipo.

Em equipa,
sempre

No nosso ADN está a colaboração de especialistas em equipas multidisciplinares para abordar a doença de forma integral e oferecer o melhor a cada doente.

Imagen de un icono dorado de una mesa de examen médico.

Tecnologia médica, única em Espanha

O hospital dispõe do equipamento mais avançado para o diagnóstico e tratamento de todas as doenças.

Imagen de un icono dorado de un cronómetro, rapidez en los resultados diagnósticos.

Medicina
de alta resolução

Tecnologia de diagnóstico mais avançada e trabalho multidisciplinar para facilitar o diagnóstico nas primeiras 24-48 h e o tratamento dentro das primeiras 72 h.

Comprometidos com a vida

Centrados
no doente

Na Clínica, o primeiro objetivo que estabelecemos é oferecer ao doente e aos seus familiares o melhor cuidado médico e humano possível.

 

A nossa equipa diretiva

Conselho de Direção da Clínica

Imagen de Joseba Campos Capelastegui, Director General de la Clínica Universidad de Navarra


Joseba Campos Capelastegui
Diretor-Geral

Imagen de Álvaro de Zabala. Director de la Sede Madrid. CUN


Álvaro Zabala Hartwig
Diretor
Campus Madrid

Imagen del Dr. Nicolás García. Director médico. Clínica Universidad de Navarra


Dr. Nicolás García González
Diretor Médico

Imagen de Carmen Rumeu Casares, directora de Enfermería


Carmen Rumeu Casares
Diretora de Enfermagem


Dr. José Manuel Moreno
Diretor Médico
Campus Madrid

Imagen del Dr. Víctor Valentí. Director Médico-Asistencial. Clínica Universidad de Navarra


Dr. Víctor Valentí
Diretor Médico
Campus Pamplona

Imagen de Dra. Marta Ferrer Puga. Decana. Facultad de Medicina. Clínica Universidad de Navarra


Dra. Marta Ferrer
Decana. Faculdade de Medicina
Universidad de Navarra

Imagen de Carmen Ferrer de Cabo, secretaria general de la Clínica Universidad de Navarra


Carmen Ferrer de Cabo
Secretária-Geral

Imagen de José María Gutiérrez de Cabiedes. Director de Desarrollo. Clínica Universidad de Navarra


José María Gutiérrez de Cabiedes
Diretor de Desenvolvimento

Imagen de Luis Gaytan de Ayala, Director de Proyectos de la Clínica Universidad de Navarra


Luis Gaytán de Ayala
Diretor de Projetos

Imagen de Eduardo Ecay. Gerente. Clínica Universidad de Navarra


Eduardo Ecay
Gerente

Comité Executivo Madrid
Clínica Universidad de Navarra

Imagen de Álvaro de Zabala. Director de la Sede Madrid. CUN


Álvaro Zabala Hartwig
Diretor


Dr. José Manuel Moreno
Diretor Médico

Imagen del Dr. Ignacio Leal. Subdirector médico. CUN Madrid


Dr. Ignacio Leal Lorenzo
Subdiretor Médico

Imagen de Teresa Llácer. Directora de Enfermería. Sede Madrid. Clínica Universidad de Navarra


Teresa Llácer Pla
Diretora de Enfermagem

Imagen de Rosana Pérez Villarrubia. Directora de Gestión de la sede de Madrid de la Clínica Universidad de Navarra


Rosana Pérez Villarrubia
Diretora de Gestão


Maite Ahugetas Palao
Diretora de RH

Imagen de Pedro Villarino Marzo. Director Operaciones de la sede Madrid. Clínica Universidad de Navarra


Pedro Villarino Marzo
Diretor de Operações

Comité Executivo Pamplona
Clínica Universidad de Navarra

Imagen de Joseba Campos Capelastegui, Director General de la Clínica Universidad de Navarra


Joseba Campos Capelastegui
Diretor-Geral

Imagen del Dr. Nicolás García. Director médico. Clínica Universidad de Navarra


Dr. Nicolás García González
Diretor Médico

Imagen del Dr. Víctor Valentí. Director Médico-Asistencial. Clínica Universidad de Navarra


Dr. Víctor Valentí
Diretor Médico
Campus Pamplona

Imagen de Carmen Rumeu Casares, directora de Enfermería


Carmen Ferrer de Cabo
Secretária-Geral

Imagen de Pablo Duart. Director de Operaciones. Sede Pamplona. Clínica Universidad de Navarra


Pablo Duart
Diretor de Operações


Patricia Fernández-Micheltorena
Diretora de Gestão


Jesús Rodríguez Polo
Diretor de RH

Saber mais sobre a Clínica

O DOENTE TEM DIREITO

  1. À livre escolha do médico.
  2. A ser respeitado na sua intimidade pessoal e a receber um tratamento digno e humano.
  3. A receber, com prontidão e competência, cuidados clínicos de acordo com o estado atual da ciência médica, conforme as suas necessidades clínicas, e prestados com diligência e sensibilidade.
  4. A que os cuidados recebidos estejam em conformidade com as normas da ética profissional, podendo, se assim o considerar oportuno, solicitar o parecer da Comissão de Ética e Deontologia Médica da Clínica Universidad de Navarra.
  5. A receber informação pertinente, verdadeira e compreensível sobre a sua doença e sobre os diferentes tratamentos, bem como sobre os resultados que podem ser esperados de cada um deles, incluindo os seus possíveis efeitos adversos.
  6. A participar, com conhecimento e ponderação, nas decisões que lhe dizem respeito relativamente à escolha do tratamento, a dar o seu consentimento para a sua aplicação e a retirar esse consentimento.
  7. A recusar receber informação e a abster-se de participar na tomada de decisões, desde que tal não cause prejuízo a si próprio ou a outras pessoas. Nestes casos, designará a pessoa a quem transfere esses direitos.
  8. A ser acompanhado durante o processo assistencial pelas pessoas da sua confiança e a escolher quem esteja presente durante os exames, sempre que as circunstâncias clínicas o permitam.
  9. A conhecer os dados do seu próprio processo clínico.
  10. A que seja mantida a mais estrita confidencialidade sobre os dados e informações que lhe dizem respeito, que apenas serão conhecidos, na medida estritamente necessária, pelas pessoas que o tenham de assistir, e que não serão revelados a terceiros sem a sua ordem e autorização escrita.
  11. A que seja respeitada a decisão antecipada, expressa num documento, sobre os cuidados ou tratamentos em eventuais situações em que não possa manifestar a sua vontade, quando esteja em conformidade com a lex artis ou a boa prática médica.
  12. A solicitar a opinião de um segundo consultor que reveja o diagnóstico efetuado ou o plano de tratamento que lhe foi proposto.
  13. A receber ou a recusar assistência espiritual e religiosa.
  14. A consentir livremente ou a recusar a sua participação em projetos de investigação, sem que a sua decisão a esse respeito interfira com a qualidade dos cuidados que recebe.
  15. A consentir ou a recusar livremente a sua participação em atividades de ensino dirigidas a alunos de Medicina ou de Enfermagem, das quais não poderão resultar desvantagens para a sua assistência.
  16. A apresentar reclamações, queixas ou sugestões sobre pessoas e serviços e a receber uma resposta célere às mesmas.
  17. A ter um médico que seja o seu interlocutor perante os outros membros da equipa assistencial, que responda às suas dúvidas e preocupações, lhe explique a natureza e os objetivos dos cuidados que lhe são prestados e assuma a responsabilidade de os coordenar.

O DOENTE ASSUME AS RESPONSABILIDADES DE:

  1. Conhecer os direitos que lhe assistem e as responsabilidades que lhe incumbem.
  2. Exercer e cumprir de forma razoável e ponderada esses direitos e deveres.
  3. Fornecer informação verdadeira, relevante e completa sobre a sua doença ou sobre os tratamentos que possa estar a seguir, que o pessoal de saúde deva conhecer para lhe proporcionar cuidados adequados.
  4. Obter a informação necessária para que o seu consentimento às intervenções médicas seja o resultado de uma decisão pessoal consciente e ponderada.
  5. Aceitar as consequências das suas decisões livres e informadas.
  6. Respeitar e assumir as medidas gerais estabelecidas na Clínica, com vista à promoção da saúde e à prevenção da doença.
  7. Respeitar as pessoas, as instalações, os horários e os bens materiais da Clínica.
  8. Evitar comportamentos que possam interferir com o bem-estar e os direitos dos doentes com quem partilha serviços e instalações.
  9. Assumir os compromissos económicos assumidos por ocasião da assistência prestada na CUN.

Março de 2019

I. Introdução

  1. São elementos essenciais e inseparáveis do trabalho na Clínica Universidad de Navarra o serviço aos doentes, o respeito pela sua dignidade e a qualidade assistencial exigida pelo seu caráter universitário. De acordo com o Ideário da Universidade de Navarra, todos os que trabalham na Clínica devem atuar segundo as normas da ética profissional, em conformidade com os ensinamentos morais da Igreja Católica.
  2. Todos os que trabalham na Clínica devem conhecer e comprometem-se a cumprir as normas deste Código de Ética, que assumem livremente e com responsabilidade.

II. Sentido vocacional e profissional do trabalho

  1. O sentido vocacional do trabalho na Clínica Universidad de Navarra exige melhorar a competência profissional através do estudo contínuo e respeitar as normas éticas e deontológicas da própria profissão.
  2. De acordo com os ensinamentos de São Josemaria Escrivá, primeiro Grande Chanceler da Universidade, na Clínica Universidad de Navarra não existem tarefas de categoria inferior. O trabalho de conjunto dá sentido às diversas funções e exige de todos qualidade no trabalho, que aperfeiçoa e dignifica a pessoa.
  3. Os cargos de governo devem ser entendidos como uma ocasião de serviço e de exemplaridade, devendo evitar-se até a aparência de autoritarismo ou personalismo. O governo é colegial em todos os níveis de decisão.
  4. A cordialidade, o respeito mútuo e a lealdade devem caracterizar as relações humanas e profissionais de quem trabalha na Clínica Universidad de Navarra. Promove-se a igualdade de oportunidades, o legítimo pluralismo, a iniciativa de cada pessoa e a sua participação ativa na gestão interna, reconhecendo-se o direito de associação para fins coletivos, sem prejuízo do bem comum.
  5. As divergências sobre assuntos científicos, profissionais, éticos ou organizativos serão tratadas com respeito, maturidade e cordialidade. Os conflitos serão resolvidos com a ajuda de um mediador, designado pelo Conselho de Direção, cuja autoridade moral seja reconhecida pelos envolvidos; ou solicitando o parecer da Comissão de Ética e Deontologia; ou elevando o assunto ao Conselho de Direção.
  6. O trabalho em equipa é uma característica do estilo institucional da Clínica Universidad de Navarra, e todos devem estar disponíveis para participar em comissões ou grupos de trabalho, na medida permitida pelo regime de dedicação contratado.
  7. O estilo profissional da Clínica exige disponibilizar os meios adequados para alcançar o diagnóstico de cada doente com o mínimo risco, no mais curto espaço de tempo, com o menor custo e nas condições menos gravosas para o doente. Para o conseguir, os médicos devem responder sem demora às consultas de outros colegas.

III. Serviço ao doente

  1. Todas as atividades da Clínica — assistenciais, de investigação, etc. — devem respeitar rigorosamente a vida das pessoas desde o início da existência na fecundação até ao seu fim na morte natural, bem como os princípios da moral católica relativos aos aspetos da sexualidade e da procriação humanas.
  2. O princípio inspirador do trabalho na Clínica Universidad de Navarra é o respeito pela dignidade e pela liberdade da pessoa humana, criada à imagem de Deus, redimida por Cristo e destinada à vida eterna, sem discriminações. Por isso, todos devem ter em consideração as circunstâncias de cada caso e manter com o doente uma relação pessoal que procure satisfazer as suas legítimas aspirações humanas e religiosas.
  3. O doente tem direito a receber dos médicos e do pessoal de enfermagem informação suficiente e a decidir o que deve ser transmitido aos seus familiares e pessoas próximas. Este direito corresponde aos pais dos menores de idade, embora as crianças e os adolescentes também sejam informados na medida em que a sua maturidade o exija.
  4. Na relação entre médico e doente deve ser respeitada a confidencialidade exigida pelo segredo profissional. Todos estão obrigados a manter rigorosamente o sigilo profissional e a observar as medidas de segurança relativas à custódia, ao acesso e à circulação dos processos clínicos e dos dados pessoais.
  5. O doente tem direito a receber um tratamento delicado e atencioso; à proteção cuidadosa da sua intimidade pessoal e corporal, especialmente durante os exames ou quando não seja capaz de cuidar de si próprio; e a uma informação detalhada sobre o custo económico dos cuidados médicos, evitando despesas inúteis ou intervenções desnecessárias.
  6. Deve ser respeitada a liberdade do doente para recusar ou sugerir modificações nas intervenções diagnósticas ou terapêuticas que lhe são propostas, desde que sejam compatíveis com a ética médica e com as exigências da dignidade da pessoa.
  7. Os tratamentos no âmbito da psiquiatria e da neurologia responderão aos princípios da antropologia cristã.
  8. Quando sejam necessários os serviços de vários médicos para melhorar a assistência a um doente, um dos médicos assume a responsabilidade de coordenar a assistência e de representar a equipa perante o doente.
  9. Aos doentes terminais será oferecido o tratamento paliativo que melhor contribua para aliviar o seu sofrimento e manter a sua dignidade, sem recorrer a tratamentos inúteis, desproporcionados ou agressivos, dos quais apenas se possa esperar um prolongamento precário e penoso da vida. Ser-lhes-á igualmente oferecida a adequada assistência espiritual, se assim o desejarem.
  10. A ética profissional obriga a reconhecer os acidentes ou erros que possam ocorrer, a estudar as suas causas e a adotar os meios adequados para evitar a sua repetição. Em alguns casos, esses objetivos não poderão ser alcançados sem a colaboração do doente e dos seus familiares, com os quais o assunto será tratado com sinceridade e simplicidade, após a apresentação das devidas desculpas.
  11. Os doentes, os seus familiares e os que trabalham na Clínica poderão solicitar o parecer da Comissão de Ética e Deontologia da Clínica acerca dos problemas que os afetem.

IV. Caráter universitário da instituição

  1. A investigação é um requisito essencial de qualquer instituição médica universitária. A Clínica Universidad de Navarra oferece aos seus doentes cuidados médicos de qualidade, que incorporam os avanços mais recentes da ciência e da arte médica, depois de terem sido avaliados e ponderados conscienciosamente pela equipa médica e pela Comissão de Ética e Deontologia. A incorporação de novas técnicas faz-se na medida em que ofereçam garantias razoáveis de eficácia clínica, excluam riscos desproporcionados e respeitem a dignidade humana.
  2. É exigida a aprovação prévia do Conselho de Direção da Clínica Universidad de Navarra, com parecer favorável da Comissão de Ética e Deontologia Médicas ou de Ética da Investigação, para o início tanto de terapias inovadoras como de novas investigações, terapêuticas ou não.
  3. Os Departamentos e Serviços da Clínica Universidad de Navarra avaliam continuamente os procedimentos para melhorar a sua atuação e, após a devida reflexão crítica, consideram se devem incorporar novos instrumentos ou técnicas de diagnóstico.
  4. O caráter universitário da Clínica exige atenção docente aos médicos em período de formação e aos alunos de Medicina, Enfermagem e outras profissões de saúde. A sua presença estimula a qualidade humana e a competência técnica do trabalho desenvolvido na Clínica.
  5. O doente tem o direito de decidir livremente se colabora ou não no ensino e de determinar o caráter e a duração da sua colaboração. É obrigatório solicitar em cada ocasião o seu consentimento ou o da sua família, e os professores e alunos manifestar-lhe-ão o seu agradecimento em qualquer caso.
  6. Os projetos de investigação em seres humanos reger-se-ão pelas normas legais e pelos compromissos contratuais ou acordos celebrados em cada caso. Só poderão iniciar-se depois de autorizados pelo Conselho de Direção da Clínica Universidad de Navarra, com parecer da Comissão de Ética da Investigação que, além de assegurar a qualidade científica dos estudos, deve zelar pela segurança e dignidade dos participantes. Antes de serem incluídos num projeto de investigação, os doentes prestarão validamente o seu consentimento, após serem devidamente informados.
  7. A vocação universitária de quem trabalha na Clínica Universidad de Navarra leva-os a partilhar sem reservas os seus conhecimentos e a reconhecer o valor insubstituível das observações dos outros. Com todos os colegas, façam ou não parte do corpo docente da Universidade de Navarra, mantêm uma relação profissional amistosa e cordial.

Atualizado em março de 2019.

Missão

A Clínica Universidad de Navarra é um centro da Universidade de Navarra, de inspiração cristã. Tem como missão integrar assistência, investigação e ensino numa excelente prática clínica que coloca o doente e as suas necessidades no centro da atividade.

A Clínica procura a melhoria dos seus profissionais através de uma prática clínica bem executada como forma de servir a sociedade.

Visão

A visão de uma medicina centrada no doente

  1. Aportar valor a cada doente e à sociedade, colaborando de forma estreita com diferentes agentes de saúde.
  2. Ser um centro de referência internacional na prestação de cuidados de saúde e na investigação.
  3. Proporcionar respostas a cada doente através de tratamento personalizado.
  4. Trabalhar para ser acessível ao maior número de pessoas.
  5. Contar com colaboradores e benfeitores que permitam financiar projetos inovadores, potenciar a investigação e atender doentes com menos recursos.
  6. Ser um hospital acolhedor que otimize os processos assistenciais e administrativos em benefício do doente e dos profissionais.
  7. Ser um hospital inovador no ensino e na formação especializada.
  8. Trabalhar de forma integrada e conjunta com os restantes centros da Universidade.
  9. Conseguir que todos os profissionais se identifiquem com o projeto comum e se sintam orgulhosos do mesmo.
  10. Ser um centro seguro, com uma cultura de qualidade e de trabalho em equipa, em que a prática seja baseada na evidência.

1.- Liberdade: 

Trata-se de um princípio básico da vida académica e profissional, do trabalho de investigação e da prática clínica.

2.- Trabalho:

Manifesta a dignidade da pessoa e implica a aspiração à excelência na realização das tarefas e ao cuidado dos detalhes. Além disso, procura aportar conhecimento colocando-o ao serviço das pessoas.

3.- Respeito:

Pressupõe o respeito pelos doentes e pelos seus familiares e, especialmente, o respeito pela vida. Este termo refere-se também à confidencialidade e à privacidade do doente em todos os momentos. 

Este valor implica a capacidade de escuta, a correção no comportamento, o espírito cívico e o cuidado das instalações.

4.- Interdisciplinaridade:

A prática da medicina desenvolve-se através de uma abordagem multidisciplinar, do trabalho em equipa dos diferentes profissionais e da compaixão perante as necessidades do doente. Tudo isto requer diálogo entre profissionais de diferentes áreas, profissões de saúde, especialidades científicas, etc.

5.- Responsabilidade:

É uma das aptidões que caracterizam a Clínica Universidad de Navarra e que se pretende transmitir aos profissionais em formação. Inclui o compromisso dos profissionais no cuidado de cada doente e a iniciativa para resolver as suas necessidades.

6.- Serviço:

Procura-se contribuir para a melhoria material e moral da sociedade. Os profissionais colocam o seu conhecimento, competência e valores humanos ao serviço do doente e dos demais profissionais.

O doente é uma pessoa necessitada que deve receber toda a ajuda possível para garantir o seu bem-estar.