Cirurgia metabólica

"A cirurgia metabólica mostrou ser benéfica não apenas para o controlo da diabetes, mas também para a resolução das doenças associadas."

DR. VÍCTOR VALENTÍ AZCÁRATE
CODIRETOR. ÁREA DE OBESIDADE

Imagem do selo de reconhecimento Merco Salud 2025. Clínica Universidade de Navarra

Cirurgia para a diabetes tipo 2 e a obesidade

A cirurgia metabólica utiliza intervenções no aparelho digestivo para tratar a obesidade e melhorar as doenças metabólicas associadas, especialmente a diabetes tipo 2. Utiliza as mesmas técnicas da cirurgia bariátrica, com especial atenção aos seus efeitos no controlo da glicemia.

Estas intervenções modificam a capacidade do estômago e, em algumas técnicas, o percurso dos alimentos pelo intestino. Além de favorecerem a perda de peso, produzem alterações nos sinais digestivos que intervêm no apetite e no metabolismo.

A Clínica Universidad de Navarra dispõe de uma Área de Obesidade que integra profissionais de diferentes especialidades. Conta com as acreditações da IFSO e da EASO indicadas na sua informação institucional sobre o tratamento da obesidade e a cirurgia bariátrica e metabólica.

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Centro de Excelência Internacional em Cirurgia Metabólica

Acreditado pela Federação Internacional de Cirurgia da Obesidade e das Doenças Metabólicas (IFSO)

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Experiência

Mais de 20 anos de experiência no tratamento cirúrgico da obesidade.

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Profissionais experientes

Formados em centros de referência nacionais e internacionais.

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Rapidez

Em 48 horas, poderá ser realizada uma avaliação completa para lhe oferecer o melhor tratamento adaptado ao seu caso.

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Segurança

A cirurgia bariátrica é segura, com uma baixa taxa de complicações.

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Recuperação rápida

As abordagens laparoscópica e robótica permitem uma recuperação rápida. O doente tem alta ao fim de 48 horas.

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Programa personalizado

Aconselhamento e acompanhamento antes e depois da cirurgia por parte de toda a equipa.

Quando está indicada a cirurgia metabólica?

A cirurgia metabólica pode ser considerada em adultos com diabetes tipo 2 e um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m², desde que sejam candidatos adequados a uma intervenção cirúrgica. A American Diabetes Association inclui esta opção nas suas recomendações de 2026.

Em pessoas com um IMC entre 30 e 34,9 kg/m², as recomendações da ASMBS e da IFSO apoiam a avaliação desta opção quando os tratamentos não cirúrgicos não permitem alcançar uma perda de peso suficiente e duradoura ou uma melhoria adequada das doenças associadas.

O IMC, por si só, não determina a necessidade de cirurgia. A decisão requer uma avaliação individual da saúde, dos tratamentos anteriores, dos benefícios esperados e do risco cirúrgico. É também necessário avaliar o estado nutricional e psicológico e a possibilidade de manter os cuidados após a cirurgia.

Indicações mais frequentes desta cirurgia

Tem diabetes tipo 2 e obesidade?

Solicite uma avaliação com os nossos especialistas para saber quais as opções de tratamento que podem ser adequadas para si.

Como se realiza a cirurgia metabólica?

Tipos de técnicas cirúrgicas para a diabetes

Atualmente, podem ser realizadas várias técnicas cirúrgicas, dependendo das características do doente.

A escolha é feita de forma individualizada. Cada procedimento oferece benefícios e tem limitações que devem ser analisados com o doente antes da intervenção.

A cirurgia é habitualmente realizada por laparoscopia, através de pequenas incisões no abdómen, sob anestesia geral. Na Clínica Universidad de Navarra, também se utiliza a abordagem robótica.

Bypass gástrico laparoscópico

O bypass gástrico consiste em criar uma pequena bolsa na parte superior do estômago e ligá-la ao intestino delgado. Desta forma, os alimentos deixam de passar por uma parte do estômago e do intestino.

Esta alteração reduz a quantidade de alimentos que pode ser ingerida e modifica os sinais digestivos relacionados com o metabolismo.

É uma das técnicas com evidência de melhoria do controlo da diabetes tipo 2. Os estudos de acompanhamento a longo prazo que incluem este procedimento mostram uma menor necessidade de medicação e uma maior probabilidade de remissão em comparação com o tratamento médico e as alterações do estilo de vida avaliados nesses ensaios.

Gastrectomia tubular laparoscópica

A gastrectomia tubular, também chamada gastrectomia vertical, consiste em remover aproximadamente 80 % do estômago, deixando uma estrutura em forma de tubo. Não altera o percurso dos alimentos pelo intestino.

Além de reduzir a capacidade do estômago, influencia os sinais hormonais que regulam a fome, a saciedade e o controlo da glicemia. Pode melhorar a diabetes tipo 2, embora o seu efeito metabólico possa ser menor do que o das técnicas de bypass.

A presença de refluxo gastroesofágico deve ser tida em conta na escolha desta intervenção, uma vez que pode surgir ou agravar-se após a cirurgia.

SADI-S: bypass duodenoileal de anastomose única com gastrectomia vertical

O SADI-S combina uma gastrectomia vertical com uma derivação intestinal. Após a redução do estômago, o duodeno é ligado a uma zona mais distal do intestino delgado através de uma única ligação.

Pode permitir uma perda de peso significativa e melhorar o controlo da diabetes tipo 2. Também pode ser utilizado em determinados doentes que já foram submetidos a uma gastrectomia vertical e necessitam de tratamento cirúrgico adicional.

O seu efeito na absorção de nutrientes exige especial atenção ao acompanhamento nutricional. Entre os possíveis inconvenientes encontram-se as carências de vitaminas e minerais, o refluxo e as dejeções mais frequentes ou de consistência mais mole. A indicação deve ser individualizada.

Cirurgia de revisão

Em alguns doentes, pode ser ponderada uma nova intervenção após uma cirurgia anterior devido à recuperação de peso, perda de peso insuficiente, melhoria insuficiente das doenças associadas ou complicações.

A cirurgia de revisão é mais complexa do que a primeira intervenção. A sua indicação requer uma avaliação especializada para determinar as causas do problema e a opção terapêutica mais adequada.

Preparação e recuperação após a cirurgia metabólica

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Preparação antes da cirurgia metabólica

Antes da cirurgia, é realizada uma avaliação médica, nutricional e psicológica. A equipa irá rever a sua história clínica, solicitar os exames necessários e ajudar a preparar as alterações na alimentação e nos hábitos que a intervenção exige.

A preparação inclui um plano nutricional individualizado, deixar de fumar caso seja fumador e a revisão da medicação habitual.

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Cuidados pós-operatórios

A alimentação é reintroduzida de forma progressiva, seguindo as orientações da equipa de nutrição. Durante a recuperação, deverá cumprir as recomendações individualizadas de hidratação, medicação e atividade física.

O acompanhamento deve manter-se a longo prazo. Inclui a avaliação do controlo da diabetes, do estado nutricional e da evolução do peso, juntamente com a suplementação indicada para prevenir carências. Permite também detetar episódios de hipoglicemia, ou seja, níveis demasiado baixos de glicose no sangue, e outras complicações.

A Área de Obesidade
da Clínica Universidad de Navarra

A nossa Área de Obesidade é constituída por uma equipa de profissionais de diferentes especialidades. Em menos de 48 horas realizamos a avaliação completa de um doente por todos os especialistas, de acordo com o nosso protocolo de obesidade.

A Clínica é um centro de excelência acreditado no tratamento e na cirurgia da obesidade pela Sociedade Europeia para o Estudo da Obesidade e pela Federação Internacional para a Cirurgia Bariátrica.

Que doenças tratamos?

Que tratamentos realizamos?

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Porquê na Clínica?

  • Mais de 20 anos de experiência no tratamento cirúrgico da obesidade.
  • Formação nestas técnicas em centros de referência internacional nos EUA e na Europa.
  • Em 48 h, os nossos especialistas avaliarão o seu caso e propor-lhe-ão o melhor tratamento.

A nossa equipa de profissionais

Especialistas da Área de Obesidade com experiência em cirurgia metabólica