Estudos do sono
"A Unidade de Perturbações do Sono está acreditada pelo Comité Espanhol de Acreditação em Medicina do Sono, o que confirma os nossos padrões de qualidade."
DRA. ELENA URRESTARAZU BOLUMBURU RESPONSÁVEL. UNIDADE DO SONO

O que são os estudos do sono?
Os estudos do sono destinam-se a conhecer a estrutura do sono (insónia, hipersónia diurna, sono fragmentado) e a presença de fenómenos anómalos, como apneias (paragens respiratórias), movimentos anormais, sonambulismo ou outros.
Com estes estudos, conheceremos a distribuição das fases 1, 2, 3, 4 e REM, a duração do sono e a presença de episódios peculiares. Os tipos mais habituais são a polissonografia, o teste de latências múltiplas, a actigrafia e a pulsioximetria.
Estas provas exigem que o doente passe 1-2 noites no hospital, uma vez que é necessário registar a atividade durante as horas habituais de sono.
A Unidade do Sono da Clínica Universidad de Navarra está acreditada pelo Comité Espanhol de Medicina do Sono.

Quando se realiza um estudo do sono?
A finalidade dos estudos do sono é diagnosticar anomalias do sono que podem ser responsáveis, direta ou indiretamente, tanto por problemas do próprio sono noturno, como por complicações diurnas.
De facto, fala-se de dissónias e não apenas de hiper ou insónias, uma vez que, muitas vezes, as pessoas que dormem mal durante a noite podem apresentar sonolência diurna anormal.
Doenças nas quais são solicitados os estudos do sono:
- Hipersónia
- Insónia
- Narcolepsia
- Síndrome de apneia obstrutiva do sono
Tem alguma destas doenças?
Pode ser necessário realizar um estudo do sono
Tipos de estudos do sono
Polissonografia
Para a polissonografia, são colocados sensores das diferentes funções corporais que ajudam a determinar como é o sono e se existem fenómenos anormais.
Consoante os sintomas e as doenças suspeitas, serão utilizados determinados elétrodos.
Existem diferentes tipos de estudos: alguns podem ser dirigidos apenas ao registo da eletroencefalografia durante uma noite, enquanto outros — a polissonografia habitual — se destinam a registar o maior número possível de parâmetros corporais durante o sono, incluindo, além da eletroencefalografia, movimentos oculares, movimentos respiratórios, saturação de oxigénio, fluxo nasal e movimentos das pernas, no mínimo.
A polissonografia é realizada com internamento no hospital. O registo é efetuado durante uma noite e pode ser repetido com tratamento (CPAP) se se confirmar o diagnóstico de apneias do sono.
Apesar dos cabos, habitualmente consegue-se um sono suficiente, que permite avaliar a estrutura do sono e verificar a existência, ou não, de fenómenos anormais. Existem sistemas de registo em papel, mas foram substituídos por sistemas mais modernos de registo em fita ou em computador. Após o registo, o computador realiza uma análise automática, que é depois corrigida pelo especialista em sono.
No ecrã, são revistos os eventos do sono, observam-se as apneias e outros fenómenos e realiza-se o estadiamento das diferentes fases do sono. É necessário rever 8–10 horas de sono, o que continua a ser, apesar dos avanços, um procedimento demorado.
Teste de latências múltiplas
Consiste no estudo da latência de início do sono e da entrada em fase REM. Para isso, o doente é levado a dormir em 5 sestas, separadas por 2 horas, ao longo de um dia.
Com este teste é possível determinar se existe ou não hipersonolência anormal e se se trata de uma doença específica, como a narcolepsia. Deve ser realizado nos casos de sonolência diurna excessiva, para comprovar a latência de início do sono e de entrada em fase REM e poder diagnosticar a narcolepsia.
Os elétrodos são colocados logo de manhã. Habitualmente, basta colocar alguns elétrodos de encefalograma, fixados com colódio, os elétrodos à volta dos olhos (eletro-oculograma) e, de forma conveniente, EMG no queixo e na perna.
O doente é instruído a dormir de duas em duas horas, durante 20 minutos. O médico revê o registo, medindo o tempo até o doente adormecer e se entra em fase REM (fase de sonhar).
Uma latência inferior a 5 minutos e duas ou mais entradas em fase REM são indicativas de narcolepsia.
Recomendações
São semelhantes às do EEG. É aconselhável levar o cabelo limpo e informar se existem alergias aos materiais que serão utilizados. Alguns doentes podem ficar ansiosos ao verem tantos cabos e com menor liberdade de movimentos.
O médico deve compreender e tranquilizar o doente. Muito raramente é necessário cancelar o exame por este motivo.
Recomenda-se que os doentes mantenham a medicação habitual, exceto quando existe suspeita diagnóstica de narcolepsia. Nesses casos, deve suspender-se a medicação pelo menos uma semana antes da realização do teste de latências múltiplas (e, preferencialmente, durante mais tempo).
A Unidade do Sono
da Clínica Universidad de Navarra
Acreditada pela Sociedade Espanhola do Sono, a Unidade do Sono da Clínica dispõe dos mais recentes avanços no diagnóstico e tratamento das perturbações do sono.
O trabalho conjunto das diferentes disciplinas médicas e cirúrgicas que integram a Unidade do Sono da Clínica permite que cada doente seja atendido com uma abordagem global do seu problema, contando, se necessário, com a colaboração de diferentes especialistas.
Doenças que tratamos

Porquê na Clínica?
- Dispomos das melhores instalações para realizar os estudos do sono.
- Enfermagem especializada nestas perturbações para os cuidados e o acompanhamento.
- Tecnologia de vanguarda e uma equipa altamente especializada.