Rubéola

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em dermatologia. Clínica Universidade de Navarra

Como se contagia a rubéola?

A rubéola é uma doença exantemática (erupção na pele) febril, contagiosa, benigna (quando contraída após o nascimento), mas que nas mulheres grávidas, sobretudo nos primeiros meses de gestação, pode provocar no feto uma infeção crónica, malformações graves e/ou abortos espontâneos.

É transmitida entre pessoas através de espirros, tosse ou pelo contacto com superfícies contaminadas (lenços, copos ou mãos). A probabilidade de uma pessoa não vacinada adquirir a doença se conviver com alguém que a tem é de 90%.

Atualmente, a maioria das infeções por rubéola ocorre em adultos jovens não vacinados, mais do que na população infantil, o que pode colocar em risco as crianças que venham a ter no futuro.

Quais são os sintomas da rubéola?

Se for contraída após o nascimento: é uma infeção, geralmente, ligeira.

Caracteriza-se por:

  • Período de incubação: 2-3 semanas. Geralmente assintomático.
  • Período prodrómico: 1-7 dias. Sintomas catarrrais ligeiros, febrícula, que pode passar despercebida. Adenopatia: retroauricular, suboccipital.
  • Período exantemático: 3 dias. Máculas-pápulas (semelhantes às do sarampo, mas mais ligeiras) que se iniciam na face e depois se estendem ao resto do corpo.
  • Mantém-se a adenopatia, que pode ser dolorosa.
  • Período de descamação: muito ligeiro ou inexistente.

Se for contraída no embrião ou feto (rubéola congénita): o vírus afeta com maior frequência e gravidade quanto menor for o número de semanas de gestação da grávida infetada, produzindo:

  • Infeção crónica do feto (rubéola evolutiva): com persistência do vírus em diversos tecidos até muitos meses após o nascimento, dando origem a diferentes sintomas como: trombocitopenia, meningoencefalite, miocardite, pneumonias, diabetes, etc.
  • Defeitos ou malformações congénitas: sobretudo alterações cardíacas, oculares, surdez, alterações do sistema nervoso... e/ou abortos espontâneos.

Os sintomas mais habituais são:

  • Sintomas catarrrais.
  • Adenopatia.
  • Máculas-pápulas.
  • Descamação.

Nem sempre que uma grávida se infete o seu filho terá rubéola congénita.

As anomalias são raras se a infeção ocorrer após a 20.ª semana de gravidez.

As complicações que podem surgir são muito pouco frequentes: encefalite, artrite ou artralgia, hemorragias, etc.

Tem algum destes sintomas?

Poderá apresentar rubéola

Quais são as causas?

É causada por um vírus do género Rubivirus.

Transmite-se das seguintes formas:

  • Lactentes com rubéola congénita: através das secreções corporais (urina, secreções do nariz e da garganta) durante um ano ou mais.
  • De pessoa doente (com ou sem sintomas) para pessoa saudável: através do ar, por gotículas de saliva (gotas de Pflügge) desde 2-3 dias antes do aparecimento do exantema até alguns dias depois.
  • As grávidas transmitem ao feto através da placenta.

Como se previne a rubéola?

  • Evitando o contacto com pessoas infetadas.
  • Administrando gamaglobulina (imunidade passiva): em grávidas não imunes ou pessoas com risco especial que tenham tido contacto com infetados.
  • Vacina antirrubéolica de vírus vivos atenuados (imunidade ativa): isolada ou em associação com as vacinas antissarampo e antiparotidite (tríplice vírica), administrada, de acordo com o calendário vacinal, aos 15 meses e uma dose de reforço aos 6 anos, ou aos 11 anos se não tiver sido administrada a segunda dose antes dos 6 anos.
  • Vacina antirrubéolica de vírus atenuados em mulheres em idade fértil não vacinadas ou não imunizadas previamente (não devem engravidar nos 3 meses posteriores à vacinação).

Como se trata a rubéola?

Não existe tratamento específico para esta doença. O tratamento será sintomático.

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