Alopecia. Queda de cabelo
"Los antiandrógenos de acción general de nueva generación y otros tratamientos farmacológicos permiten esperar tratamientos más eficaces para la alopecia androgénica en el futuro".
DR. JAVIER ANTOÑANZAS PÉREZ
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE DERMATOLOGIA

A alopécia é a perda anormal de cabelo, pelo que o termo é considerado um sinónimo de calvície.
Pode afetar o couro cabeludo ou outras zonas da pele onde existe pêlo, como as pestanas, axilas, região genital e barba.
A alopécia pode ser classificada em dois grupos: as alopécias cicatriciais, com destruição do folículo piloso e, portanto, irreversíveis, e as formas não cicatriciais, que são potencialmente reversíveis.
A forma mais frequente é a alopécia androgénica, também designada alopécia androgenética ou calvície comum, que é responsável por 95% dos casos. Afeta principalmente os homens e, menos frequentemente, as mulheres.

Quais são os sintomas da alopecia?
Os sintomas mais habituais são:
- Queda de mais de 100 cabelos por dia
- Enfraquecimento do cabelo
Conheça as causas dos diferentes tipos de alopecia e os seus tratamentos
Tem algum destes sintomas?
Pode sofrer de alopecia
Quais são as causas da alopecia?
Na causa da alopecia androgenética, há que destacar dois fatores: o genético e o hormonal. Embora exista um componente hereditário, não se conhece o gene responsável, pois trata-se de uma herança poligénica dominante.
O fator hormonal depende fundamentalmente das hormonas masculinas, ou androgénios, que atuam sobre folículos pilosos geneticamente predispostos, provocando a sua miniaturização progressiva até causar atrofia completa e fibrose.
A causa da alopecia areata não está claramente definida, mas pode ser desencadeada por situações de stress e, por vezes, pode existir um fundo autoimune.
Existem múltiplas causas de queda de cabelo. Uma alimentação pobre em nutrientes essenciais, problemas da tiroide, défice de ferro, infeções, stress, anemia, excesso de cosméticos (tintas, …) são fatores que contribuem para a alopecia.
Os efeitos secundários de alguns tratamentos também podem provocar queda de cabelo, como a quimioterapia ou as radiações.
Tipos de alopecia
Alopecias não cicatriciais
- Alopecia androgenética: Existem dois padrões de afetação: o masculino, com perda de cabelo localizada principalmente nas regiões frontal e parietal, que se manifesta inicialmente pelo recuo progressivo da linha anterior de implantação do cabelo, o que é habitualmente conhecido como “entradas”, com afetação mais tardia da região do vértex ou coroa.
No padrão feminino, a perda de cabelo é difusa, não existem áreas de calvície total e a linha anterior de implantação é respeitada, ou seja, não há “entradas”. - Alopecia areata: É um tipo de queda de cabelo que provoca placas arredondadas. Os folículos pilosos não são destruídos por esta doença, pelo que o cabelo pode voltar a crescer; no entanto, são muito frequentes as recidivas em doentes que já a tiveram alguma vez.
- Alopecia traumática: Engloba as alopecias causadas por traumatismos físicos, como tração, pressão ou tricotilomania.
- Alopecia difusa: A alopecia difusa consiste numa perda de cabelo mais ou menos intensa, aguda ou crónica, mas reversível e não localizada numa área específica do couro cabeludo. A perda ocorre entre 2 e 4 meses após o fator desencadeante. Surge, por exemplo, após o parto, doenças graves, processos febris, stress ou perdas de peso importantes.
Alopecias cicatriciais: Este tipo de alopecias costuma ser irreversível, porque existe dano, malformação ou destruição total da estrutura folicular. Classificam-se em infecciosas, por agentes físico-químicos, tumorais ou por dermatoses.
Como se diagnostica a alopecia?
Para o diagnóstico de alopecia deve ser realizada uma história clínica minuciosa.
Por vezes, é necessária uma análise orientada para detetar alguma alteração que justifique o aumento da queda de cabelo.
Em casos excecionais, sobretudo em alopecias cicatriciais inflamatórias, deve recorrer-se a uma biópsia do couro cabeludo com o respetivo estudo histopatológico.
É muito importante realizar um exame e diagnóstico exaustivos da queda de cabelo de cada doente, para determinar com exatidão o motivo da queda e escolher o tratamento mais eficaz.
Como se trata a alopecia?
O tratamento farmacológico deve ser prescrito e supervisionado por um dermatologista
O tratamento será instituído conforme a causa da alopecia.
Existem dois medicamentos que demonstraram, em estudos científicos, eficácia na alopecia androgenética: o minoxidil, aplicado sob a forma de solução na pele, e a finasterida, que atua bloqueando a produção de androgénios e é administrada por via oral em comprimidos.
Se se comprovar défice de determinados nutrientes essenciais para a formação do cabelo, adicionam-se suplementos à base de aminoácidos sulfurados, minerais e vitaminas.
- Na alopecia androgenética feminina, o acetato de ciproterona apresenta bons resultados.
- Na alopecia areata, são eficazes os corticóides (tópicos ou infiltrados) e a imunoterapia através da aplicação de substâncias sensibilizantes, como a difenciprona.
O Departamento de Dermatologia
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