Laser em dermoestética
«O laser é uma boa opção terapêutica em patologias dermatológicas benignas, superficiais e não suscetíveis de malignização.»
DRA. NURIA RODRÍGUEZ GARIJO ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE DERMATOLOGIA

O laser em dermoestética
O laser é uma fonte de luz em que a energia radiante se encontra sob a forma de fotões e ondas capazes de produzir efeitos biológicos especiais.
No campo da Dermatologia, é cada vez mais utilizado, constituindo uma boa alternativa de tratamento e, ao mesmo tempo, a única opção em algumas patologias.
Os equipamentos mais recentes são tão precisos que geram lesões milimétricas que danificam seletivamente o tecido que interessa, sem afetar outras estruturas da pele.
Desta forma, podem corrigir os distúrbios da pigmentação, as alterações vasculares ou eliminar os sinais do envelhecimento sem causar maiores danos, nem praticamente dor.

Quando está indicado o laser em dermoestética?
A terapia laser não é adequada para todas as pessoas. A tolerância a esta forma de energia é individual e depende do tipo de pele de cada pessoa.
A indicação do tipo de laser a utilizar num determinado doente dependerá do critério profissional. O doente deve ser informado dos benefícios e riscos do tratamento.
Indicações mais frequentes do laser
- Aranhas vasculares
- Couperose
- Varizes superficiais
- Cicatrizes
Tem algum destes problemas?
Pode ser necessário realizar um tratamento dermoestético com laser
Como se realiza o tratamento com laser?
Como funciona o laser?
Existem três componentes com capacidade específica para absorver o laser: a hemoglobina (elemento sanguíneo que transporta oxigénio), a água e a melanina (substância que pigmenta a pele). São os chamados cromóforos.
Estes alvos captam a luz em maior medida e esta transforma-se em calor. Quando se atinge uma temperatura de cerca de 100 graus Celsius, o alvo vaporiza.
Este fenómeno é conhecido como fototermólise e é o mecanismo de ação desta forma de energia. Para atingir os diferentes objetivos terapêuticos, o laser direciona-se para um cromóforo ou outro.
Para coagular e eliminar lesões vasculares epidérmicas, como angiomas (manchas de nascença de cor avermelhada, azulada ou violácea) ou aranhas vasculares, a couperose ou, inclusive, algumas varizes e cicatrizes, o alvo é a hemoglobina.
O alvo é a melanina quando se pretendem tratar os distúrbios da pigmentação: manchas solares, de envelhecimento (lentigos), tatuagens (as tintas coloridas também captam a luz do laser) e o pelo, uma vez que os folículos pilosos também produzem esta substância pigmentante.
Vaporizar a água é o objetivo quando se pretende rejuvenescer o rosto. Neste caso, queima-se a camada superficial da pele (a epiderme) e favorece-se a formação de novo tecido cutâneo (remodelação ablativa).
Também pode ser utilizado um laser que penetra mais profundamente e estimula a produção de colagénio sem eliminar a epiderme (remodelação não ablativa), embora os resultados desta técnica menos agressiva só sejam percetíveis após mais de um ano.
Em teoria, apontar para estes alvos parece simples. Mas, na prática, não é assim tão simples. Para evitar que o dano térmico lese outras zonas e provoque queimaduras, cicatrizes ou alterações na coloração da pele, deve ajustar-se o comprimento de onda, a duração e a área de emissão. Desta forma, penetra-se mais ou menos no tecido e atinge-se o objetivo, respeitando outras estruturas.
Laser GentleLASE
O Departamento de Dermatologia da Clínica incorporou um laser GentleLASE da Candela Ibérica, que é um laser de Alexandrita de pulso longo, utilizado para realizar fotodepilação.
A depilação a laser provoca um aquecimento da matriz pilosa (responsável pela produção do pelo), o que leva à inatividade do folículo na produção do mesmo. O número de sessões depende da área tratada, da densidade do pelo e do ciclo do próprio pelo. Para obter resultados máximos, geralmente são necessárias quatro a seis sessões.
Este procedimento é realizado para eliminar pelo indesejado, embora não seja usado apenas com um objetivo estético, mas também como solução para problemas médicos muito prevalentes, como o hirsutismo devido a diferentes patologias endócrinas, o hirsutismo induzido por medicamentos, a pseudofoliculite, etc.
Este tratamento é realizado por dermatologistas e enfermeiros com grande experiência na área da Dermatologia, com seriedade, rigor e sempre a partir do profundo conhecimento que temos da pele, dos fundamentos do laser e da prevenção e tratamento dos potenciais efeitos adversos.
O Departamento de Dermatologia
da Clínica Universidad de Navarra
O Departamento de Dermatologia da Clínica Universidad de Navarra dispõe de uma vasta experiência no diagnóstico e tratamento das doenças dermatológicas.
Temos uma ampla experiência em tratamentos cirúrgicos de elevada precisão, como a cirurgia de Mohs. Este procedimento requer profissionais altamente especializados.
Dispomos da mais recente tecnologia para o tratamento dermoestético das lesões cutâneas, com o objetivo de alcançar os melhores resultados para os nossos doentes.
Doenças que tratamos

Porquê na Clínica?
- Especialistas em Cirurgia de Mohs para o tratamento do cancro cutâneo.
- Dispomos da melhor tecnologia para tratamentos dermoestéticos.
- Segurança e garantia de qualidade do melhor hospital privado de Espanha.