Amigdalectomia. Extirpação das amígdalas
"A cirurgia está indicada quando os episódios de amigdalite são tão frequentes ou graves que acabam por afetar a saúde geral da criança."
DR. FRANCISCO JAVIER CERVERA PAZ ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE OTORRINOLARINGOLOGIA

O que é a amigdalectomia?
A amigdalectomia é uma intervenção muito frequente em Otorrinolaringologia. O objetivo desta cirurgia é a remoção das amígdalas palatinas (as amígdalas, em linguagem coloquial).
Costumam surgir nas crianças, embora também ocorram casos em adultos. Os problemas que as amígdalas e as vegetações podem causar são habitualmente detetados pelos pediatras, que geralmente encaminham as crianças para os otorrinolaringologistas.
Com frequência, na mesma intervenção para remover as amígdalas procede-se à resseção do tecido adenoideano ou das vegetações, uma vez que as crianças costumam apresentar problemas em ambas as áreas.

Quando se removem as amígdalas?
A remoção das amígdalas, ou amigdalectomia, é aconselhável quando os episódios de amigdalite são tão frequentes ou graves que chegam a afetar a saúde geral da criança e a interferir nas suas atividades quotidianas. Por exemplo, há crianças que têm convulsões e febre ou abcessos periamigdalares repetidos.
Noutras ocasiões, as amígdalas são tão grandes, o que se designa por hipertrofia amigdalina, que dificultam de forma importante a respiração ou a deglutição, causando perturbações do crescimento ou do sono.
Doenças em que se realiza o tratamento de amigdalectomia
- Amigdalite crónica
- Hipertrofia amigdalina
- Apneia obstrutiva do sono
Tem alguma destas doenças?
Pode ser necessário realizar uma amigdalectomia
Como se removem as amígdalas?
Procedimento da operação às amígdalas
A técnica cirúrgica utilizada para remover as amígdalas é realizada através da boca, quase sempre sob anestesia geral.
Em geral, a amigdalectomia é uma cirurgia de curta permanência hospitalar, pelo que, na maioria das vezes, requer um dia de internamento. A recuperação da operação, já em casa, ronda os 10 dias.
Nos dias seguintes à operação às amígdalas, é expectável que o doente sinta dor na garganta e também nos ouvidos. Estas queixas resolvem-se habitualmente com analgésicos e anti-inflamatórios.
Segundo diferentes estudos, as crianças a quem são removidas as amígdalas ou adenoides não sofrem perdas na resistência às infeções, porque outros tecidos linfáticos do organismo substituem a função dos que foram removidos.
O Departamento de Otorrinolaringologia
da Clínica Universidad de Navarra
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