PET com colina para cancro da próstata
Combinado com a biópsia por fusão, permite conhecer a extensão do tumor na próstata.
O PET com colina C11 ou F18 aproveita o facto de este radiotraçador se fixar preferencialmente às células do cancro da próstata.
Utilizamos sistematicamente o PET com colina no estudo de extensão em doentes com tumores da próstata de alto risco, pois fornece-nos mais informação sobre a extensão da doença (se está ou não limitada à próstata) e, quando combinado com as biópsias por fusão, sobre a extensão do cancro no interior da próstata.
Desta forma, num avanço adicional rumo à medicina personalizada, conseguimos tratar doentes com tumores de alto risco através da remoção da próstata e dos gânglios pélvicos, preservando a continência urinária e a potência sexual (por o tumor estar localizado longe dos vasos e nervos dos quais depende a ereção).
Além disso, em doentes com poucas metástases (oligometastáticos), permite-nos utilizar precocemente tratamentos multimodais, que combinam hormonoterapia sistémica com o tratamento da doença local e das metástases através de radioterapia estereotáxica (SBRT).
Precisa que o ajudemos?
No Centro da Próstata, dispomos de todas as técnicas diagnósticas e terapêuticas para oferecer a melhor opção de acordo com as características e os desejos do doente.