Colectomia

"A cirurgia laparoscópica permite uma incisão mais pequena e uma recuperação pós-operatória mais rápida."

DR. GABRIEL N. ZOZAYA LAREQUI
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE CIRURGIA GERAL E DIGESTIVA

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em Cirurgia Geral. Clínica Universidade de Navarra

O que é a colectomia? 

A colectomia é a remoção cirúrgica ou resseção de uma parte doente do intestino grosso ou cólon.

A cirurgia tem como objetivo remover:

  • O tumor, com margens suficientemente amplas
  • Os principais vasos arteriais e venosos que nutrem o segmento intestinal em que se encontra o tumor
  • Os gânglios linfáticos regionais

A resseção pode ser realizada por via convencional ou por cirurgia laparoscópica, com uma incisão menor e um pós-operatório mais rápido.

Imagen del icono de la consulta de Segunda Opinión. Clínica Universidad de Navarra

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Quando está indicada a colectomia?

Esta cirurgia é recomendada como tratamento para vários processos patológicos.

Entre os mais comuns estão o cancro, a diverticulite, a obstrução intestinal, a doença ulcerosa, como a colite ulcerosa que não responde ao tratamento, etc.

Indicações mais frequentes da colectomia

Tem alguma destas doenças?

Pode ser necessário realizar-lhe uma colectomia

Como se realiza a colectomia?

Tipos de colectomia

Hemicolectomia direita

Se o tumor estiver localizado no cego ou no cólon ascendente, realiza-se uma hemicolectomia direita.

Esta consiste na remoção desde 10-15 cm do íleo terminal até ao terço proximal do cólon transverso, incluindo os vasos sanguíneos e os gânglios linfáticos correspondentes. Para restabelecer o trânsito intestinal, realiza-se uma anastomose ileocólica com sutura manual ou mecânica.

Hemicolectomia esquerda

Se o tumor estiver localizado no cólon descendente ou no sigma, realiza-se uma hemicolectomia esquerda.

Esta consiste na remoção do cólon descendente e do sigma até à junção retossigmoideia, incluindo a artéria e a veia mesentérica inferior. A anastomose pode ser realizada de forma manual ou mecânica.

Habitualmente, é realizada de forma mecânica, com um agrafador que, através do ânus, chega até à zona de secção do cólon e se acopla a uma cabeça que é introduzida na outra extremidade do cólon.

Colectomias segmentares

Para tumores localizados no cólon transverso ou no ângulo esplénico, é possível realizar resseções menos extensas, mas sempre com margens adequadas e removendo o pedículo vascular principal.

Recuperação após uma colectomia

Relativamente ao pós-operatório, a maioria dos doentes permanece no hospital entre cinco e sete dias, enquanto a recuperação completa da cirurgia pode prolongar-se por um a dois meses.

Esse tempo de recuperação é, geralmente, menor quando a resseção intestinal é realizada por técnica laparoscópica, em comparação com a cirurgia aberta tradicional.

Durante os primeiros dias após a cirurgia, a alimentação é restringida. O doente começará depois com uma dieta primeiro líquida e, em seguida, branda.

Convém referir que, ao remover todo ou parte do cólon, os hábitos intestinais podem alterar-se e pode surgir tendência para diarreia. Noutros casos, pode ocorrer obstipação.

Pós-operatório da cirurgia

Após a resseção, se for necessário aliviar o intestino do seu trabalho digestivo habitual enquanto recupera, pode ser criada uma abertura temporária do cólon para a parede abdominal, denominada colostomia.

Esta é realizada fazendo passar a extremidade proximal do cólon através dessa parede, à pele da qual é suturada. Em seguida, fixa-se à pele um saco adesivo de drenagem, isto é, um dispositivo para o estoma, que é colocado em torno da abertura.

Na maioria dos casos, dependendo da doença em tratamento, as colostomias são temporárias e podem ser encerradas numa cirurgia posterior.

No entanto, quando se remove grande parte do intestino ou existem dificuldades na união intestinal, a colostomia pode ser permanente.

O Departamento de Cirurgia Geral
da Clínica Universidad de Navarra

O Departamento de Cirurgia Geral e Digestiva é constituído por especialistas dedicados ao tratamento cirúrgico de doenças endócrinas, da mama, gastrointestinais, hepatobiliares, pancreáticas, colorretais e da parede abdominal, com especial dedicação à cirurgia oncológica.

A aplicação de cirurgia laparoscópica nas intervenções reduz o tempo de internamento, o desconforto pós-operatório e encurta a recuperação do doente.

Dispomos de uma vasta experiência em cirurgia colorretal laparoscópica, da glândula suprarrenal, do fígado e do pâncreas, bem como em cirurgia da obesidade.

Tratamentos que realizamos

  • Cirurgia colorretal.
  • Cirurgia da mama.
  • Cirurgia das hemorroidas.
  • Cirurgia do pavimento pélvico.
  • Cirurgia endócrina e da obesidade.
  • Cirurgia esofágica e gastrointestinal.
  • Cirurgia hepatobiliar e pancreática.
  • Cirurgia da parede abdominal.
  • Transplante hepático.
Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

  • Centro de Excelência em Cirurgia da Obesidade pela Federação Internacional de Cirurgia Bariátrica.
  • 90% de sobrevivência em transplantados hepáticos.
  • Somos o hospital privado com a maior dotação tecnológica.

A nossa equipa de profissionais

Especialistas em Cirurgia Geral com experiência na realização de colectomias