Trombose e hemostasia

"O nosso objetivo é o diagnóstico precoce, a prevenção e o tratamento moderno e individualizado da doença tromboembólica venosa em qualquer das suas formas."

DR. RAMÓN LECUMBERRI VILLAMEDIANA
CODIRETOR. SERVIÇO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em hematologia. Clínica Universidad de Navarra

O que é uma trombose?

As alterações da trombose e hemostasia são produzidas por falhas nos mecanismos do sangue responsáveis por manter um estado de coagulabilidade correto.

Se estes mecanismos falham, podem surgir problemas por hipercoagulabilidade, em que o sangue é mais espesso do que o normal e podem aparecer trombos em qualquer parte do organismo, ou então estados hemorrágicos, com o consequente risco para o doente.

O Serviço de Hematologia e Hemoterapia da Clínica conta com uma equipa de profissionais de medicina e enfermagem altamente qualificados, que lideraram numerosos ensaios clínicos na área dos novos anticoagulantes orais.

Esta equipa de profissionais realizou importantes contributos científicos na área da profilaxia e tratamento da trombose, estudo de biomarcadores e desenvolvimento de modelos experimentais em colaboração com o Cima Universidad de Navarra.

Quais são os sintomas da trombose?

O TEV pode ocorrer sem sinais ou sintomas de alerta e pode passar despercebido.

No caso da trombose venosa profunda, os sinais clínicos característicos são:

  • Dor, que frequentemente se inicia na panturrilha e se agrava com a pressão a nível muscular.
  • Inchaço do pé, do tornozelo ou da perna.
  • Vermelhidão e calor do membro afetado.

No caso da embolia pulmonar, os sinais característicos são:

  • Dificuldade respiratória com dispneia.
  • Respiração acelerada.
  • Dor no tórax, que se agrava ao realizar inspirações profundas.
  • Expetoração sanguinolenta (hemoptise).
  • Aumento da frequência cardíaca (taquicardia).

Tem algum destes sintomas?

Pode apresentar um distúrbio da coagulação

Como se diagnostica a trombose?

Primer plano de unos tubos de extracciones en el Laboratorio de Bioquímica

No diagnóstico da trombose, a presença de sintomas e/ou sinais isolados não permite estabelecer o diagnóstico com certeza, por serem inespecíficos. Por isso, são sempre necessários exames complementares.

Na Clínica, oferecemos um diagnóstico integrado e rápido através de modernas técnicas de imagiologia, incluindo ecografia com Doppler dúplex a cores, TC de alta resolução e PET.

Em doentes com suspeita de estado trombofílico, ou seja, predisposição hereditária para trombose, é realizada uma avaliação analítica completa, incluindo análise genética, para excluir os principais estados de hipercoagulabilidade.

Uma vez estabelecido o diagnóstico, será proposto, de acordo com as características individuais, um dos novos anticoagulantes orais: dabigatrano, rivaroxabano, apixabano, edoxabano.

Como se trata a trombose?

Anticoagulantes. Regra geral, a trombose venosa profunda é tratada com medicamentos conhecidos como «anticoagulantes». Estes fármacos, que podem ser administrados por injeção ou por via oral, reduzem a capacidade do sangue para formar coágulos.

Os medicamentos injetáveis podem ser administrados por via subcutânea ou por via intravenosa. De forma geral, recomenda-se o uso inicial de heparinas de baixo peso molecular por via subcutânea, seguido de anticoagulantes orais, como o Sintrom.

Nos últimos anos, o tratamento desta doença sofreu uma verdadeira revolução com o aparecimento de novos anticoagulantes orais (ACOD), que estão a substituir o Sintrom: dabigatrano, rivaroxabano, edoxabano, apixabano.

Trombolíticos. Em casos graves de TVP ou de EP, pode estar indicada a administração de medicamentos que dissolvem os coágulos, conhecidos como trombolíticos.

Até há pouco tempo, o tratamento da trombose consistia na administração de heparina por via intravenosa ou subcutânea, seguida de Sintrom.

Os novos anticoagulantes orais surgiram com grande impacto no tratamento e na prevenção da trombose, substituindo progressivamente os fármacos tradicionais.

Os novos anticoagulantes orais apresentam várias vantagens para o doente:

  • Não necessitam de monitorização laboratorial.
  • São cómodos, uma vez que são administrados por via oral.
  • Apresentam poucas interações com outros medicamentos e alimentos.
  • Associam-se a menor risco de complicações hemorrágicas, sobretudo hemorragia cerebral.

O Serviço de Hematologia e Hemoterapia
da Clínica Universidad de Navarra

O Serviço de Hematologia da Clínica, constituído por especialistas de reconhecido prestígio nacional e internacional, integrou técnicas de diagnóstico molecular e a utilização de novos tratamentos personalizados na sua atividade assistencial, permitindo um diagnóstico mais preciso e rápido das doenças hematológicas.

O trabalho conjunto do corpo clínico e dos investigadores facilita o desenvolvimento e a aplicação de novos tratamentos e, simultaneamente, a avaliação rigorosa dos resultados terapêuticos.

Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

  • Especialistas no desenvolvimento de tratamentos de Terapia Celular.
  • Centro de referência internacional em linfomas, mieloma múltiplo e gamapatias monoclonais.
  • Especialistas no diagnóstico e tratamento de problemas hemorrágicos e trombóticos.

A nossa equipa de profissionais

Especialistas em Hematologia com experiência no tratamento da trombose