Microscopio fluorescente
Tratamento com o microscópio fluorescente na Clínica
Extirpar a totalidade do tumor é muito importante para o tempo de supervivência e a qualidade de vida dos doentes com tumores cerebrais malignos.
Os gliomas malignos são tumores que apresentam um mal prognóstico e índices de supervivência muito baixos. Começa com uma extirpação completa é a melhor forma para o paciente tolerar bem a radioterapia e quimioterapia, aumentando assim as suas opções.
Esta sofisticada técnica requer também o uso na cirurgia da tecnologia mais moderna para extirpar o máximo possível do tumor sem entrar em contacto com as áreas mais importantes do cérebro.
Para tanto, deve ser combinada com o navegador cirúrgico e com a monitorização neurofisiológica. Por isso, a Agência Europeia de Medicamentos estabeleceu como requerimento prévio ao uso que os neurocirurgiões façam um curso específico.
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Profissionais de várias especialidades trabalham juntos e em perfeita coordenação para oferecer a melhor solução aos pacientes dependendo de cada caso.
Os pacientes com extirpações completas apresentam menos complicações durante a radioterapia e tiram maior proveito da quimioterapia, ganhando mais em supervivência e qualidade de vida".
Saiba mais sobre o microscópio fluorescente
O módulo de fluorescência incorporado no microscópio consegue, só com apertar o interruptor, alternar entre visão normal e visão fluorescente da região cerebral sendo operada em 1-2 segundos.
Isso oferece uma visão em tempo real em duas cores contrastadas, azul para a massa cerebral e vermelho para as células tumorais que estão em crescimento.
Por todas essa vantagens, a técnica da luz fluorescente é considerada a mais prometedora para essa aplicação.
Os dados sugerem que ela oferece maior precisão na deteção da infiltração tumoral que a Ressonância Magnética intraoperatória, considera até então como a melhor forma de maximizar a resseção do tumor, a fluorescência permite ver células misturadas com o cérebro ao redor do tumor.
Além disso, a ressonância precisa perto de uma hora de parada da cirurgia a cada vez que o doutor quiser comprovar a evolução.
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