Sialolitíase ou litíase das glândulas salivares
"Apostamos no tratamento das patologias das glândulas salivares através de técnicas minimamente invasivas."
DR. JORGE DE ABAJO LARRIBA
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE OTORRINOLARINGOLOGIA

O que é a sialolitíase?
A sialolitíase ou litíase nas glândulas salivares é a formação de cálculos nos ductos de drenagem das glândulas salivares maiores (parótida, submandibular e sublingual).
O cálculo provoca uma obstrução na saída da saliva para a boca, causando dor, inflamação e, por vezes, infeção.
Na Clínica utilizamos técnicas minimamente invasivas nas quais, ao contrário da cirurgia convencional de excisão, é possível preservar a glândula na grande maioria dos casos, reduzindo os riscos que podem implicar deformidades estéticas, tais como paralisia do nervo facial, perda de volume facial ou síndrome de Frey (sudorese profusa da pele da região parotídea ao ingerir alimentos).
Por se tratar de técnicas minimamente invasivas, minimiza-se a dor e a recuperação é muito rápida, pelo que, na maioria dos casos, o doente pode retomar a sua atividade profissional no dia seguinte.

Quais são os sintomas dos cálculos na glândula salivar?
Os cálculos que obstruem a saída da saliva causam inflamação e dor, sobretudo após as refeições, quando ocorre maior estimulação do fluxo salivar.
Os sintomas podem regredir ao fim de algumas horas. Alguns cálculos causam sintomas intermitentes ou são assintomáticos.
Se ocorrer uma obstrução completa, a glândula aumenta mais de tamanho e torna-se dolorosa à palpação; pode mesmo surgir febre por sobreinfeção bacteriana da glândula (sialadenite aguda bacteriana).
Os sintomas mais frequentes são:
- Edema.
- Dor.
- Inflamação.
- Febre.
Tem algum destes sintomas?
Pode ser que tenha um cálculo na glândula salivar
Como se diagnostica a sialolitíase?
O diagnóstico da sialolitíase é, geralmente, feito pela história clínica referida pelo doente e pela observação física, bem como por ecografia da glândula salivar. É frequente o especialista detetar o cálculo à palpação da glândula salivar, sobretudo se a pedra se localizar na porção distal do canal de Wharton ou de Stenon.
Por vezes, pode ser necessário realizar exames complementares, como radiografia simples, TAC, ressonância magnética ou sialografia (injeção de contraste intraglandular).
Como se trata a litíase da glândula salivar?
Técnicas minimamente invasivas para evitar possíveis complicações
As medidas conservadoras consistem em calor local, massagem e hidratação para tentar dissolver e mobilizar o cálculo.
Pode estimular-se a secreção de saliva com rebuçados de menta ou gotas de sumo de limão e, desta forma, tentar expulsar o cálculo de modo natural.
Se houver suspeita de infeção bacteriana, será necessário iniciar tratamento antibiótico.
A sialoendoscopia é utilizada tanto no diagnóstico como no tratamento de patologias da glândula parótida e submandibular.
Consiste em canular e visualizar o aparelho secretor da glândula utilizando um endoscópio miniaturizado. Deste modo, permite tratar a extração de cálculos (pedras), a dilatação de estenoses (estreitamento) ou a injeção de medicação intraglandular.
A abordagem intraoral dos canais de Stenon e Wharton é utilizada fundamentalmente para a extração de cálculos de grande dimensão, que não podem ser removidos por sialoendoscopia.
O Departamento de Otorrinolaringologia
da Clínica Universidad de Navarra
O Departamento de Otorrinolaringologia da Clínica Universidad de Navarra é uma referência nacional e mundial em numerosos procedimentos cirúrgicos altamente especializados.
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