Catarata

"Atrasar a intervenção até que o doente já não veja nada faz com que a catarata atinja um estado muito avançado e aumenta a probabilidade de complicações durante a cirurgia."

DRA. CRISTINA ABASCAL AZANZA
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA

Imagem do selo de reconhecimento Merco Salud 2025. Clínica Universidade de Navarra

A catarata é a opacificação do cristalino. O cristalino é um tecido interno transparente do olho, em forma de lente, que serve para focar ao longe e ao perto.

Com o passar dos anos, perde parte da sua eficácia, sendo necessário que o doente leia com óculos e, posteriormente, perde a transparência.

As cataratas provocam perda de visão e constituem a principal causa de cegueira curável, sendo mais frequentes em pessoas com diabetes ou em tratamento com determinados fármacos, como os corticóides.

A cirurgia de catarata é rápida e comporta um risco mínimo para o doente.

Na Clínica não temos lista de espera e dispomos de uma vasta experiência nesta cirurgia, especialmente em cataratas avançadas, com pseudoexfoliação, cirurgias oftalmológicas prévias, etc.

Quais são os sintomas das cataratas?

  • Perceção de imagens desfocadas, como se através de um véu
  • Perda da intensidade das cores.
  • Visão distorcida ou dupla com um só olho.
  • Maior sensibilidade à luz e visão de halos à volta das luzes.
  • Agravamento da visão ao longe, por vezes acompanhado de melhoria da visão ao perto sem óculos com relativa frequência.

Os sintomas mais habituais são:       

  • Visão turva
  • Sensibilidade à luz.
  • Visão de halos à volta das luzes.
  • Agravamento da visão ao longe.  

Apresenta algum destes sintomas?

É possível que apresente cataratas

Quais são as causas das cataratas?

A causa mais frequente é o envelhecimento do cristalino, sendo os fatores de risco:

  • Idade avançada.
  • Miopia elevada.
  • Tabaco.
  • Tratamento com corticoides.
  • Trabalho ao ar livre  (maior exposição à radiação ultravioleta).
  • Diabetes mellitus.
  • Componente hereditária.

Cataratas em pessoas diabéticas

Existem dois tipos de cataratas na diabetes: metabólicas (ou em floco de neve) e senis.

As cataratas metabólicas ocorrem em pessoas mais jovens, inclusive em crianças cuja diabetes não é adequadamente controlada e que provoca hiperglicemias extremas. As cataratas senis ocorrem em doentes mais velhos e são semelhantes às cataratas do doente não diabético.

As cataratas surgem em idades menos avançadas e progridem mais rapidamente nos diabéticos. Alguns diabéticos jovens insulinodependentes desenvolvem ocasionalmente cataratas metabólicas que podem diminuir ou desaparecer com a melhoria do controlo da glicemia.

Como se diagnosticam as cataratas?

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O diagnóstico é realizado através de um exame oftalmológico padrão.

Isto inclui uma observação com lâmpada de fenda do segmento anterior do olho e dilatação pupilar, para detetar a localização exata, a densidade e a extensão da opacidade, bem como outras alterações ao nível da córnea ou da íris que podem ajudar a prever possíveis incidências ou complicações pós-operatórias.

Como é a operação às cataratas?

Não existe qualquer tratamento farmacológico para as cataratas. Uma vez iniciadas, nenhum medicamento pode curá-las ou evitar que evoluam. O único tratamento eficaz é a cirurgia.

A técnica habitual para operar cataratas, com cerca de 15 minutos de duração, é a facoemulsificação com implante de lente intraocular sob anestesia tópica. Após anestesiar o olho — em muitos casos apenas com colírios ou gotas anestésicas — realiza-se uma pequena incisão (cerca de 3 mm) através da qual se extrai o cristalino, substituindo-o por uma lente dobrável.

O doente sai do bloco operatório com o olho destapado, habitualmente sem suturas e sem necessidade de internamento hospitalar, pelo que pode retomar a sua vida normal, evitando esforços físicos e aplicando gotas anti-inflamatórias no olho durante algumas semanas. A recuperação da visão é variável, começando, em geral, a ver bem poucas horas após a intervenção.

Existem diversos tipos de lentes intraoculares.

  • As lentes monofocais corrigem apenas a visão a uma distância (habitualmente ao longe).
  • As lentes tóricas são utilizadas para corrigir o astigmatismo.
  • As lentes multifocais permitem menor dependência de óculos, possibilitando realizar a maioria das atividades sem eles.

Todas são boas opções e a escolha do tipo de lente mais adequado deve ser personalizada em função das características do olho, bem como das necessidades e desejos do doente. As lentes tóricas e multifocais são normalmente designadas por lentes Premium.

O Departamento de Oftalmologia
da Clínica Universidad de Navarra

Dotado da mais recente tecnologia, o Departamento de Oftalmologia dispõe da equipa, dos meios técnicos e dos recursos humanos necessários para oferecer uma assistência integral e específica para cada doente.

Somos um dos poucos centros que dispõe de um laboratório de microcirurgia para a melhoria da prática clínica.

Organizados em unidades especializadas

  • Córnea e superfície ocular
  • Retina
  • Oftalmologia Geral
  • Defeitos de refração
  • Oculoplástica
  • Oftalmologia pediátrica
Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

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