Unidade de Radiologia de Intervenção

"A Radiologia de Intervenção oferece tratamentos eficazes como alternativa às cirurgias abertas, com menos desconforto e uma recuperação mais rápida."

DR. ANTONIO MARTÍNEZ DE LA CUESTA
ESPECIALISTA. UNIDADE DE RADIOLOGIA DE INTERVENÇÃO

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em radiologia. Clínica Universidade de Navarra

A Radiologia de Intervenção é uma subespecialidade médica que utiliza técnicas avançadas de imagem — como a fluoroscopia, a tomografia computorizada e a ecografia — para realizar procedimentos de diagnóstico e terapêuticos de forma minimamente invasiva.

Com a ajuda de imagens em tempo real, os especialistas introduzem instrumentos muito finos e precisos no organismo para tratar diferentes doenças sem necessidade de cirurgia aberta. Graças a esta precisão, podem ser realizados procedimentos como biópsias dirigidas, drenagens, embolizações, tratamentos para doenças vasculares ou tumores, entre outros.

A Unidade de Radiologia de Intervenção da Clínica Universidad de Navarra dispõe da tecnologia mais avançada e de uma equipa médica com ampla experiência. Além disso, trabalha em estreita colaboração com outros departamentos, como Oncologia, Cirurgia, Urologia, Ginecologia, Gastrenterologia, Pneumologia, Anestesia e Urgências, o que garante uma abordagem integral e coordenada para cada doente, adaptada às suas necessidades específicas.

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Uma alternativa menos invasiva, mais benéfica para o doente

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Menor
invasividade

Evita cirurgias abertas ao utilizar punções pequenas e guiadas por imagem

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Maior
segurança

Reduz o risco de complicações face à cirurgia tradicional

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Recuperação
mais rápida

Diminui a dor e permite que o doente retome mais cedo a sua vida diária

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Menor permanência
hospitalar

Em muitos casos, permite a alta em menos tempo ou mesmo no próprio dia

Elevada especialização nos procedimentos

EM NAVARRA E EM MADRID

1. Biópsias percutâneas

A biópsia percutânea é um procedimento fundamental no diagnóstico de lesões tanto malignas como benignas em diversas localizações. Através de orientação por imagem avançada, obtemos amostras tecidulares com morbilidade mínima.

Tipos de biópsias:

  • Biópsia guiada por ecografia (mama, tiroide, gânglios linfáticos)
  • Biópsia guiada por TC/arco em C (lesões hepáticas, renais, pulmonares, ósseas)
  • Biópsia guiada por RM

Indicações: Caracterização de massas indeterminadas, suspeita de malignidade, confirmação diagnóstica antes de tratamento definitivo.

2. Colangiografia percutânea trans-hepática (CPTH)

Procedimento diagnóstico que permite visualizar as vias biliares intra-hepáticas e extra-hepáticas através de punção hepática percutânea guiada por ecografia ou TC.

Indicações: Icterícia obstrutiva, avaliação das vias biliares, drenagem biliar paliativa em casos selecionados.

3. Discografia e estudos da coluna

Procedimentos diagnósticos para avaliação detalhada da patologia discal e das estruturas do canal raquidiano.

1. Angiografia digital seletiva

A angiografia por subtração digital é o padrão de referência na avaliação da vasculatura arterial e venosa.

Tipos:

  • Angiografia cerebral (arterial e venosa)
  • Angiografia torácica (pulmonar, aórtica, coronária)
  • Angiografia abdominal (hepática, renal, esplâncnica)
  • Angiografia periférica (membros, aorta abdominal)

Indicações: Avaliação de estenoses, oclusões, displasia fibromuscular, malformações vasculares, suspeita de lesões aórticas.

2. Venografia e linfografia

Estudos especializados da vascularização venosa e do sistema linfático.
 

1. Bloqueios nervosos diagnósticos e terapêuticos

Bloqueios espinhais:

  • Bloqueio epidural translaminar
  • Bloqueio epidural transforaminal
  • Bloqueio epidural caudal
  • Bloqueio facetário medial (bloqueios diagnósticos)
  • Neurólise facetária por radiofrequência

Bloqueios viscerais:

  • Bloqueio do plexo celíaco
  • Bloqueio hipogástrico superior
  • Bloqueio do gânglio ímpar

Bloqueios periféricos:

  • Bloqueios intercostais
  • Bloqueios de nervos periféricos
  • Neurólise de nervos periféricos por crioablação
  • Bloqueios articulares (anca, joelho, ombro, tornozelo)

2. Infiltrações articulares

Procedimentos de injeção intra-articular sob controlo por imagem para o tratamento da dor articular degenerativa, inflamatória e pós-traumática.

Articulações tratáveis:

  • Articulações facetárias cervicais, torácicas e lombares
  • Articulação sacroilíaca
  • Ombro (glenoumeral/subacromial, acromioclavicular)
  • Cotovelo
  • Anca
  • Joelho
  • Tornozelo

3. Embolizações articulares

Procedimento minimamente invasivo que consiste na oclusão seletiva de artérias sinoviais hipervascularizadas através de micropartículas ou esferas embolizantes, indicado para o controlo da dor e da inflamação em patologia articular refratária.

  • Embolização de sinóvia hipervascular na hemofilia (hemartrose recorrente)
  • Artrites inflamatórias refratárias (artrite reumatoide, espondiloartrite)
  • Osteoartrose avançada com sinovite hipervascular persistente
  • Sequelas pós-traumáticas com vascularização patológica

Indicações: Doentes não candidatos a cirurgia major, falência de tratamento conservador e/ou percutâneo, preservação articular em doentes jovens.

4. Injeções em pontos-gatilho (trigger points)

Injeções ecoguiadas de anestésico local com ou sem corticosteroides para o tratamento da dor miofascial crónica.

5. Vertebroplastia e cifoplastia

Procedimentos minimamente invasivos para o tratamento da dor em fraturas osteoporóticas ou patológicas do corpo vertebral.

  • Vertebroplastia percutânea
  • Cifoplastia com balão

Indicações: Fraturas vertebrais osteoporóticas dolorosas, fraturas patológicas secundárias a metástases, mieloma múltiplo.

6. Sistemas de infusão de fármacos

Colocação de sistemas de infusão neuroaxial para o tratamento da dor refratária a outras modalidades terapêuticas.

1. Ablação térmica de tumores

Crioablação:
Congelação controlada de tumores com ciclos de congelação-descongelação que destroem seletivamente o tecido maligno. Especialmente útil em tumores renais, pulmonares e ósseos.

Ablação por radiofrequência (RFA):
Geração de calor por radiofrequência para necrose coagulativa de lesões malignas, particularmente indicada no hepatocarcinoma, metástases hepáticas e tumores renais.

Ablação por micro-ondas:
A ablação por micro-ondas é uma técnica de termoablação minimamente invasiva que destrói tecido tumoral através de calor gerado por um campo eletromagnético de alta frequência. Particularmente indicada no hepatocarcinoma, metástases hepáticas e tumores renais.

Indicações: Tumores <4 cm de diâmetro, doentes não candidatos a cirurgia, tratamento ponte até transplante ou resseção hepática.

2. Quimioembolização transarterial (TACE)

A TACE é um procedimento locorregional que combina a administração seletiva de agentes quimioterapêuticos com a subsequente embolização arterial, maximizando a exposição do tumor à quimioterapia e induzindo necrose isquémica.

Variantes técnicas:

  • TACE convencional com lipiodol
  • TACE-eluting (pérolas de resina ou esferas saturadas com fármaco)
  • TACE seletiva ou superseletiva

Indicações: Hepatocarcinoma intermédio-avançado sem trombose portal, carcinomas colangiocelulares, metástases hepáticas.

Vantagens: Excelente controlo local, possibilidade de múltiplos tratamentos, melhor tolerância na doença multifocal.

3. Radioembolização (TARE-Y90)

A radioembolização, também conhecida como radioterapia interna seletiva (SIRT), administra microesferas carregadas com ítrio-90 seletivamente nas artérias tumorais. Ao contrário da TACE, não oclui completamente o fluxo arterial, permitindo a sua utilização em doentes com trombose da veia porta.

Mecanismo: Efeito puramente radioterapêutico sem obstrução vascular completa.

Indicações:

  • Hepatocarcinoma irressecável
  • Colangiocarcinoma
  • Metástases hepáticas 
  • Ponte para transplante ou resseção hepática
  • Tratamento paliativo

Vantagens: Perfil de segurança favorável, menor incidência de insuficiência hepática do que a TACE, indicada em invasão vascular portal.

Requisitos especiais: Avaliação dosimétrica por medicina nuclear, estudos de distribuição prévios ao tratamento.

4. Embolização seletiva de tumores

Procedimento de oclusão arterial seletiva com diferentes materiais (micropartículas, espumas, coils) para induzir isquemia tumoral, frequentemente combinado com quimioterapia ou aplicado como tratamento paliativo.

Indicações: Hemostase em hemorragias tumorais, controlo de sintomas paliativos, redução tumoral pré-cirúrgica.

5. Neuroablação para dor oncológica

Procedimentos de ablação nervosa por radiofrequência ou crioablação dirigidos a nervos periféricos, plexos ou estruturas nervosas centrais para controlo de dor oncológica refratária.

Técnicas: Neurólise do plexo celíaco, plexo hipogástrico superior, gânglio ímpar, nervos periféricos.

1. Angioplastia e colocação de stent

Procedimentos de revascularização percutânea para o tratamento de estenoses e oclusões arteriais.

Localizações:

  • Artérias carótidas
  • Artérias vertebrais
  • Aorta (torácica e abdominal)
  • Artérias renais
  • Artérias iliofemorais
  • Artérias tibiais e peroneais
  • Artérias cerebrais

Tipos de dispositivos: Stents convencionais, stents libertadores de fármaco, stents cobertos.

2. Trombólise endovascular

Administração seletiva de agentes fibrinolíticos para dissolução de trombos arteriais ou venosos agudos.

Indicações: Trombose arterial aguda, tromboembolismo pulmonar maciço, trombose de derivações (shunts) cirúrgicas.

3. Trombectomia mecânica

Extração percutânea de coágulos através de dispositivos de trombectomia mecânica de última geração.

Indicações: Acidente vascular cerebral isquémico agudo, tromboembolismo pulmonar maciço, oclusão arterial aguda de membros.

4. Filtros da veia cava inferior

Dispositivos temporários ou permanentes para prevenção de tromboembolismo pulmonar em doentes com contraindicações para anticoagulação.

5. Embolização vascular preventiva

Oclusão arterial seletiva para prevenção de hemorragia em doentes de alto risco.

1. Nefrostomia percutânea

Colocação de cateteres para drenagem urinária em casos de obstrução da via urinária, com finalidade diagnóstica, terapêutica ou paliativa.

Indicações: Uropatia obstrutiva, derivação temporária, estudos de função renal seletiva.

2. Colocação de drenagens retroperitoneais

Drenagem de coleções de líquido retroperitoneal (urinomas, abcessos, linfocelos).

3. Embolização de varicocelo

Oclusão seletiva de vasos dilatados do plexo pampiniforme para tratamento do varicocelo, alternativa à cirurgia com menor morbilidade.

1. Embolização de miomas uterinos

Tratamento minimamente invasivo dos miomas uterinos através da oclusão seletiva das artérias uterinas que os nutrem, preservando o útero e evitando, em muitos casos, a histerectomia. Este procedimento é realizado através de uma pequena punção na virilha, com recuperação rápida e elevada satisfação das doentes.

Indicações: Hemorragia uterina anormal associada a miomas, dor pélvica crónica ou sensação de pressão por aumento do tamanho uterino, anemia secundária a hemorragia abundante, doentes que desejam evitar cirurgia major ou apresentam alto risco cirúrgico

2. Embolização na síndrome de congestão pélvica e varizes pélvicas

A embolização das veias ováricas e hipogástricas é um tratamento minimamente invasivo para a síndrome de congestão pélvica, caracterizada por dor pélvica crónica associada a varizes pélvicas. O encerramento seletivo das veias dilatadas reduz significativamente a dor e melhora a qualidade de vida, mantendo a fertilidade na maioria dos casos.

3. Tratamento da endometriose e adenomiose

A radiologia de intervenção oferece opções minimamente invasivas complementares ao tratamento médico e cirúrgico da endometriose e da adenomiose, especialmente em doentes com dor refratária ou alto risco cirúrgico. Entre estas opções incluem-se técnicas de ablação percutânea como a crioablação em endometriomas selecionados e a embolização das artérias uterinas em casos de adenomiose sintomática.

Objetivos terapêuticos

  • Redução da dor pélvica crónica
  • Diminuição da hemorragia uterina anormal
  • Melhoria da qualidade de vida preservando, quando possível, a fertilidade

1. Drenagem biliar percutânea (bilioentérica)

Colocação de stents ou cateteres para alívio da obstrução biliar em casos complexos ou irressecáveis.

Tipos

  • Drenagem biliar percutânea (PBD) temporária
  • Drenagem bilioentérica (PBE) permanente

2.  Tratamento de complicações biliares pós-transplante

Procedimentos para o tratamento de estenoses biliares, fugas e outras complicações após transplante hepático.

3. Abordagem de fístulas biliares

Tratamento percutâneo de fístulas biliocutâneas e outras fístulas biliares.

1. Colocação de endopróteses no cólon

Stents autoexpansíveis para alívio paliativo de obstrução maligna do cólon como ponte para cirurgia definitiva.

2. Drenagem de coleções intra-abdominais

Drenagem percutânea guiada por imagem de abcessos intra-abdominais, seroma, hematomas e outras coleções.

3. Aspiração de corpo estranho

Extração endoscópica percutânea de objetos ingeridos no esófago ou no estômago.

1. Derivações arteriovenosas para hemodiálise

Criação percutânea de acessos vasculares para doentes com insuficiência renal terminal, evitando procedimento cirúrgico aberto.

2. Manutenção de derivações (fístulas) de diálise

Angioplastia e trombectomia para repermeabilização de fístulas ou enxertos arteriovenosos ocluídos.

3. Embolização de pseudoaneurismas

Oclusão seletiva de pseudoaneurismas pós-traumáticos ou iatrogénicos através de coils, stents cobertos ou injeção de trombina.

1. Embolização de artérias brônquicas

Tratamento endovascular da hemoptise através de oclusão seletiva de artérias brônquicas hipertróficas.

Indicações: Hemoptise maciça, tuberculose cavitária, bronquiectasias, aspergilomas.

2. Drenagem de coleções pleurais e pulmonares

Drenagem percutânea guiada por TC de empiema pleural, abcesso pulmonar e outras coleções torácicas.

1. Reforço ósseo (vertebroplastia, cifoplastia)

Procedimentos de estabilização e reforço ósseo em fraturas osteoporóticas ou patológicas.

2. Cementoplastia percutânea

Injeção de cimento ósseo sob controlo por imagem para reforço estrutural de lesões líticas ósseas metastáticas.

3. Osteossíntese percutânea

Colocação de implantes (parafusos, placas) sob orientação por imagem para estabilização de fraturas complexas.

4. Ablação de lesões ósseas metastáticas

Crioablação, radiofrequência ou outras técnicas para tratamento paliativo da dor em metástases ósseas.

1. Procedimentos de acesso vascular central

Colocação de cateteres centrais de longa duração (PICC) sob orientação ecográfica em doentes pediátricos.

2. Embolização de malformações vasculares congénitas

Tratamento de malformações arteriovenosas, fístulas e outros defeitos vasculares congénitos em idade pediátrica.

3. Biópsia pediátrica guiada

Biópsias percutâneas sob orientação por imagem em doentes pediátricos com técnicas e materiais adaptados.

1. Anestesiologia de intervenção

Sedação e anestesia consciente para procedimentos de intervenção, administradas por especialistas em anestesia dedicados à radiologia de intervenção.

2. Seguimento pós-procedimento

Protocolos de seguimento especializado para avaliar a resposta terapêutica e detetar complicações precoces.

3. Consultoria radiológica

Aconselhamento especializado para seleção das técnicas diagnósticas e terapêuticas ótimas para cada caso clínico individual.

4. Reuniões multidisciplinares

Participação em comités oncológicos, hepatológicos e cirúrgicos para planeamento integral do tratamento.

Precisa de marcar consulta com algum dos nossos especialistas?

Como é o percurso do doente em Radiologia de Intervenção

O doente é o centro dos nossos cuidados, garantindo a máxima segurança, conforto e bem-estar em cada etapa

Imagen de un procedimiento de Radiología Intervencionista de la Clínica Universidad de Navarra en Madrid.

Antes do procedimento

Avaliação e Consulta Informada

O seu médico irá rever o seu historial e explicar-lhe o procedimento em detalhe. Coloque, com toda a confiança, todas as dúvidas que tiver e assine o consentimento informado quando se sentir preparado.

Preparação: Jejum e Medicação

Para sua segurança, é necessário não comer nem beber nada durante as horas anteriores. Recomenda-se um jejum geral de 4 a 6 horas.

Consoante o tipo de procedimento e o seu estado de saúde, é possível que lhe administremos alguma medicação antes de começar. Siga sempre as indicações dadas pela equipa médica e de enfermagem.

Se toma medicamentos que afetam a coagulação do sangue, como Sintrom®, ou antiagregantes plaquetários como Adiro® ou Plavix®, é fundamental que nos informe, para que possamos suspender esses fármacos ou ajustar a dose nos dias anteriores ao procedimento, reduzindo o risco de hemorragia durante e após a intervenção.

Imagen de un procedimiento de Radiología Intervencionista de la Clínica Universidad de Navarra

Durante o procedimento

O nosso objetivo é que a sua experiência seja o mais confortável e segura possível. Para isso, toda a equipa de radiologia de intervenção — composta por médicos especialistas, profissionais de enfermagem e técnicos — trabalhará de forma coordenada, com atenção a cada detalhe e cuidando de si em todos os momentos.

Sedação e analgesia

Para garantir o seu conforto e evitar desconforto, a maioria dos procedimentos é realizada sob sedação consciente e anestesia local na zona de punção. Com este tipo de sedação, o doente mantém-se relaxado, mas acordado, o que permite comunicar com a equipa em qualquer momento.

Durante a intervenção, são monitorizados continuamente os seus sinais vitais (pulso, tensão arterial, saturação de oxigénio), para garantir a máxima segurança.

Duração média

Embora cada caso seja diferente, a grande maioria dos procedimentos de radiologia de intervenção tem uma duração entre 30 minutos e 2 horas. A equipa médica irá sempre informá-lo do tempo previsto para o seu procedimento específico, adaptando-se às características da sua situação clínica.

Alta no próprio dia ou internamento curto

Uma das principais vantagens destas técnicas minimamente invasivas é a rápida recuperação em comparação com a cirurgia aberta.

Na maioria dos casos, o doente pode ter alta no próprio dia, após um breve período de observação na sala de recobro, onde se confirma a ausência de complicações e se avalia o local de punção.

Em procedimentos mais complexos, pode ser necessário um internamento de curta duração, geralmente cerca de 24 horas, para assegurar uma vigilância mais próxima antes da alta definitiva.

Imagen de una enfermera de Radiología Intervencionista de la Clínica Universidad de Navarra atendiendo a un paciente.

Depois do procedimento

Os cuidados não terminam quando a intervenção termina. O seguimento é essencial para assegurar uma recuperação completa e detetar atempadamente qualquer ocorrência.

Cuidados após a alta

Ao regressar a casa, receberá instruções claras e por escrito. Em geral, recomenda-se repouso relativo nas primeiras 24–48 horas, vigiar o local de punção para identificar possíveis hematomas ou hemorragia e manter uma hidratação adequada. É fundamental cumprir todas as indicações para evitar complicações.

Sinais de alarme

Contacte a nossa equipa ou recorra ao Serviço de Urgência se apresentar:

  • Dor intensa que não alivia com a analgesia prescrita.
  • Hemorragia ou inchaço significativo na zona de punção.
  • Febre ou qualquer outro sintoma que a preocupe.

Acompanhamento da equipa

O nosso compromisso consigo mantém-se após a alta. Iremos agendar um seguimento, que poderá ser telefónico ou em consulta presencial, para avaliar a sua recuperação, confirmar o resultado do procedimento e esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir.

Para nós, é essencial assegurar que os cuidados prestados foram ótimos e corresponderam às suas expectativas.

TECNOLOGIA

Blocos operatórios híbridos

Dispomos da melhor tecnologia de diagnóstico por imagem e de cirurgia guiada por imagem de última geração, especialmente indicada para angiografias e intervenções vasculares minimamente invasivas.

Ecografia com fusão de imagens

O ecógrafo com fusão de imagens permite combinar, em tempo real, as imagens de ultrassons com outras modalidades de imagem (TAC, RM, PET), facilitando procedimentos de biópsia e ablação.