Área de Nutrição
"La desnutrición se puede evitar cuando se diagnostica a tiempo. En fases avanzadas, es más difícil de revertir".

Os doentes com doenças agudas ou crónicas, aqueles que vão ser submetidos a cirurgia major, doentes oncológicos ou pessoas com problemas digestivos, insuficiência renal ou pluripatológicos podem sofrer, em maior ou menor grau, um deterioração do estado nutricional, tanto pelos efeitos do tratamento como pela própria doença.
Como consequência desta desnutrição, estes doentes apresentam piores resultados clínicos, demoram mais tempo a recuperar, têm menor capacidade funcional e pior qualidade de vida.
Manter um bom estado nutricional melhora a tolerância ao tratamento, diminui a mortalidade e melhora a qualidade de vida.
A Área de Nutrição da Clínica Universidad de Navarra trabalha em estreita colaboração com todos os departamentos, integrando o tratamento nutricional na intervenção multidisciplinar dos nossos doentes.

Cuidados ao doente na Área de Nutrição
Os cuidados incluem um diagnóstico da situação nutricional do doente e um acompanhamento da sua evolução.

Deteção precoce
O mais importante para tratar a desnutrição é ter consciência de que ela existe.

Plano nutricional
Conceber um plano nutricional personalizado para doentes desnutridos ou em risco de desnutrição devido ao seu tratamento

Adequar a alimentação
Sempre que possível, utilizamos a via oral, recorremos a suplementos nutricionais e, por vezes, à via entérica ou parentérica.

Adaptar a alimentação
Modificações na textura, enriquecimento da dieta ou outras adaptações em função da capacidade digestiva e/ou absortiva do doente.

Tolerância à alimentação
Melhorar a tolerância ao tratamento e diminuir o risco de complicações, prevenindo ou minimizando os efeitos secundários associados.

Qualidade de vida
Os doentes desnutridos enfrentam recuperações mais lentas, maior risco de infeções devido à baixa imunidade e cicatrizam mais lentamente.
A nossa equipa de profissionais
Quando solicitar uma consulta?
- Perdeu peso involuntariamente nos últimos 3–6 meses.
- Tem pouco apetite.
- As suas ingestões diminuíram em relação à forma como se alimentava anteriormente.
- Apresenta náuseas, vómitos, diarreia ou obstipação.
- Tem dificuldade em engolir os alimentos ou engasga-se com frequência.
- Tem dúvidas sobre que plano alimentar seguir.