Linfedema
«Em função do estado apresentado pelo doente, alguns destes procedimentos inovadores podem, inclusivamente, ser realizados sob anestesia local e sem necessidade de internamento hospitalar.»
DRA. CRISTINA AUBÁ GUEDEA
ESPECIALISTA. DEPARTAMENTO DE CIRURGIA PLÁSTICA, ESTÉTICA E RECONSTRUTIVA

O linfedema ocorre quando o sistema linfático não é capaz de drenar a linfa e provoca um inchaço devido à acumulação de líquido nos tecidos moles do corpo.
O linfedema pode ser muito incómodo para quem o sofre mas, com os tratamentos adequados, 95% dos doentes apresenta melhoria, que é excelente em quase um terço dos casos.
A Clínica Universidad de Navarra dispõe da tecnologia mais avançada em microcirurgia, potentes microscópios e material altamente especializado, para a realização dos procedimentos de tratamento do linfedema.
Dispomos de especialistas com ampla formação e experiência no diagnóstico e tratamento desta patologia.
O tratamento cirúrgico do linfedema pode ser realizado para solucionar os sintomas causados por esta patologia.
Atualmente, existem duas opções muito diferentes para tratar o linfedema de forma cirúrgica.
- O bypass linfático-venular e a lipoaspiração são técnicas que se realizam quando o linfedema já está estabelecido.
- O transplante de gânglios linfáticos realiza-se antes de que apareça, para prevenir o seu aparecimento.

Quais são os sintomas do linfedema?
O linfedema pode apresentar várias formas e afetar diferentes partes do corpo.
Habitualmente surge nos membros, mas também é frequente nas zonas genitais ou na face.
Os doentes com maior risco de desenvolver linfedema são:
- Doentes com cancro a quem foram removidos gânglios da axila ou da virilha.
- Doentes com cancro que receberam radioterapia na axila ou na virilha e que desenvolvem esclerose ganglionar.
Os sintomas mais habituais são:
- Pele tensa, pálida.
- Edema mole e depressível à palpação.
- Com o tempo, aumento de volume e sensação de peso.
- Alterações da mobilidade global.
- Alterações na pele e na circulação.
- Assimetrias.
Tem algum destes sintomas?
Pode apresentar linfedema
Quais são as causas do linfedema?
O linfedema surge frequentemente após um tumor ou após tratamentos que afetam o fluxo da linfa através dos gânglios linfáticos.
Fatores de risco:
- Remoção de gânglios na axila, pelve, virilha ou pescoço.
- Radioterapia na axila, pelve, virilha ou pescoço.
- Maior número de gânglios removidos.
- Excesso de peso e obesidade.
- Cicatrização lenta da pele após cirurgia.
- Tumor que afeta ou bloqueia gânglios ou canais linfáticos do pescoço, tórax, axila, pelve ou abdómen.
Tipos de linfedema
Classifica-se em dois tipos, de acordo com a sua origem:
Primário. Aquele sem causa aparente; pode ser congénito ou surgir na adolescência ou mais tarde. Ocorre porque as vias linfáticas não funcionam normalmente ou o seu número é inferior ao necessário para que o sistema linfático seja competente.
Secundário. Quando o sistema linfático é normal, mas foi alterado por traumatismos, cirurgias, irradiação ou infeções.
Como se diagnostica o linfedema?
O diagnóstico é clínico, pois o aumento do volume do membro é visível. Regra geral, mede-se o braço ou a perna inchados e compara-se com o membro contralateral.
Estádio I do linfedema
- O membro está inchado e o doente sente sensação de peso.
- A pressão sobre a pele deixa uma marca (fóvea).
- Pode desaparecer sem tratamento.
Estádio II do linfedema
- O inchaço é maior.
- Pode surgir fibrose, tornando o membro duro e tumefeito.
- A pressão sobre a pele não deixa marca.
Estádio III
- É o estádio mais avançado e apresenta-se com pouca frequência.
- O membro pode estar muito inchado.
Como se trata o linfedema?
A Clínica é um dos centros espanhóis com mais experiência neste tipo de técnicas.
Esta técnica consiste em redirecionar a circulação do líquido linfático, fazendo com que drene para veias do sistema circulatório que não estão obstruídas.
Injeta-se verde de indocianina e, com uma câmara de infravermelhos, deteta-se por onde circula o fluxo linfático. Desta forma, seleciona-se o vaso linfático sobre o qual será realizada a cirurgia.
É uma cirurgia em regime ambulatório, com anestesia local, na qual o cirurgião liga pequenos vasos linfáticos às veias, permitindo drenar a área afetada.
Em geral, os doentes podem regressar a casa nas 24–48 horas após a intervenção.
Esta técnica consiste em transplantar gânglios linfáticos de outra zona, com a respetiva vascularização, para o local onde foram removidos.
Escolhem-se gânglios de uma zona do corpo onde sejam dispensáveis, como a região superficial da virilha, e transplantam-se através de microcirurgia.
Pode ser realizado após uma cirurgia de remoção de um tumor, para prevenir um possível linfedema.
O Departamento de Cirurgia Plástica, Estética e Reconstrutiva
da Clínica Universidad de Navarra
O Departamento de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética tem uma vasta experiência em cirurgia plástica, tanto estética como reconstrutiva. Somos especialistas em microcirurgia reconstrutiva de vasos sanguíneos e nervos.
Dispomos da mais recente tecnologia e de microscópios potentes que permitem tratamentos completos, com garantia de qualidade e total segurança em qualquer tipo de solução de que necessite.
Cirurgia Reconstrutiva
- Paralisia facial.
- Reconstrução mamária.
- Cabeça e pescoço.
- Anomalias vasculares.
- Crânio-facial.
- Queimaduras.
- Reconstrução auricular.
Cirurgia Estética
- Abdominoplastia
- Blefaroplastia
- Cirurgia da mama
- Estética facial sem cirurgia
- Lipoaspiração
- Otoplastia
- Rinoplastia
Microcirurgia Reconstrutiva
- Reconstrução com retalhos microcirúrgicos.
- Microcirurgia nervosa.
- Reimplantes.

Porquê na Clínica?
- Experiência de mais de 20 anos no tratamento estético.
- Profissionais especialistas formados em centros de referência internacional.
- Segurança: Atendimento interdisciplinar num centro hospitalar.