Tipos de anestesia

"O nosso principal objetivo é oferecer ao doente os melhores cuidados assistenciais, tanto na área de cuidados intensivos como no combate a diferentes tipos de dor."

DR. ALFREDO PANADERO SÁNCHEZ
CODIRETOR. DEPARTAMENTO DE ANESTESIA E CUIDADOS INTENSIVOS

Merco Salud 2025 Imagem do selo de reconhecimento em anestesiologia. Clínica Universidad de Navarra

Objetivo e tipos de anestesia

A finalidade da anestesia é permitir que uma operação ou um exame médico, geralmente doloroso, possa ser realizado ao doente com a máxima segurança e nas melhores condições de conforto e bem-estar.

O anestesista irá orientá-lo sobre as opções disponíveis e sobre a técnica que melhor se adapta às suas condições.

Por vezes, é possível escolher entre várias opções (por exemplo, uma hérnia inguinal pode ser operada sob anestesia local, espinhal ou geral).

Noutras situações, só é possível recorrer à anestesia geral. Com frequência, associam-se várias técnicas, especialmente para o controlo da dor pós-operatória (por exemplo, anestesia geral e epidural em operações de cirurgia torácica).

Imagen del icono de la consulta de Segunda Opinión. Clínica Universidad de Navarra

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Quando está indicada a anestesia?

Antes de administrar qualquer tipo de anestesia, não se esqueça de referir ao seu médico todas as doenças e intervenções cirúrgicas que tenha tido, se é alérgico a algum medicamento, alimento ou material, se toma medicação habitual (anote os nomes e as doses), se fuma ou bebe, se já teve (você ou algum familiar) problemas com anestesia anteriormente e se tem atualmente alguma infeção ou constipação.

Lembre-se de que deve cumprir jejum (aproximadamente 8 horas para sólidos, no mínimo, e 4 horas para líquidos).

Quando se aplica a anestesia?

  • Anestesia em bloco operatório.
  • Anestesia fora do bloco operatório.
  • Anestesia locorregional.

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Pode ser necessário administrar-lhe anestesia

Saber mais sobre a anestesia

Tipos de anestesia

A anestesia local pode ser anestesia tópica, obtida com a instilação de gotas de anestésico (por exemplo, em Oftalmologia) ou com a aplicação de pomadas na pele (por exemplo, para permitir a punção em crianças pequenas); anestesia local por infiltração na zona a operar (por exemplo, para remover uma verruga); anestesia troncular, ao anestesiar os nervos responsáveis por manter a sensibilidade de determinada zona do corpo (por exemplo, em cirurgia da mão); ou anestesia espinal, nas suas duas variantes — intradural e epidural —, que permite anestesiar zonas mais extensas do organismo (geralmente da cintura para baixo, por exemplo, para cirurgia do joelho ou do pé). A todos os tipos de anestesia local pode associar-se uma sedação mais ou menos intensa, de modo que o doente fica mais tranquilo, relaxado e, por vezes, até adormecido durante a intervenção.

O outro tipo de anestesia é a geral. Consiste em adormecer o doente, mantendo-o inconsciente durante a operação, administrando analgésicos para aliviar a dor causada pela cirurgia e mantendo todos os seus órgãos vitais em perfeito funcionamento durante a intervenção cirúrgica.

Riscos da anestesia

A anestesia é uma das áreas da medicina que mais avançou nos últimos anos. Atualmente, a anestesia é muito segura. Isso não significa que seja fácil de realizar.

Em aproximadamente 1 em cada 100 doentes surgem problemas que teriam tido consequências adversas graves se não fosse a presença de um médico especialista em Anestesiologia. Isto dá uma ideia aproximada da dificuldade inerente à anestesia e da segurança proporcionada por um anestesiologista responsável por zelar pelo seu bem-estar. Apesar da elevada segurança da anestesia atual, também não se deve pensar que não tem riscos.

Embora a mortalidade atribuível exclusivamente à anestesia (excluindo a devida à cirurgia) seja muito baixa, de 1 morte por cada 10.000 anestesias, existe risco de lesões neurológicas, cardíacas, respiratórias ou de outros órgãos, transitórias ou permanentes.

O risco anestésico aumenta com outros fatores, como o tipo de cirurgia, a idade, a presença de doenças associadas (diabetes, hipertensão...), obesidade, hábitos nocivos (tabaco, álcool...), medicamentos que toma ou complicações imprevistas que possam surgir durante a operação.

Lembre-se de que, se o desejar, pode colocar ao seu anestesiologista todas as questões ou pedidos de esclarecimento de que necessite. Ele é a pessoa mais habilitada para esclarecer as suas dúvidas e fá-lo-á tendo em conta as suas circunstâncias pessoais.

Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos
da Clínica Universidad de Navarra

O Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos da Clínica é constituído por uma equipa de profissionais especializados na administração de anestesia em procedimentos cirúrgicos e também fora do bloco operatório, nos cuidados a doentes críticos e no tratamento da dor. O nosso objetivo é oferecer o melhor cuidado ao doente.

Dispomos de uma Unidade da Dor, constituída por médicos e enfermeiros especializados que irão conceber planos de tratamento personalizados para cada doente, de acordo com os seus sintomas e características.

Organizados em secções especializadas

  • Área de Cuidados Intensivos.
  • Área da Dor.
  • Anestesia em bloco operatório.
  • Anestesia para exames e tratamentos fora do bloco operatório.
  • Anestesia locorregional.
  • Via aérea difícil.
Imagen de la fachada de consultas de la sede en Pamplona de la Clínica Universidad de Navarra

Porquê na Clínica?

  • Anestesiologistas com formação em centros de referência nacionais e internacionais.
  • Área de Cuidados Intensivos equipada com a mais recente tecnologia.
  • Enfermagem especializada para oferecer cuidados de máxima qualidade aos nossos doentes e às suas famílias.

A nossa equipa de profissionais