PET
(tomografía por emissão de positrões)
é o tamanho mínimo do tumor que somos capazes de diagnosticar
Tomografia por Emissão de Positrões (PET). Diagnóstico na Clínica Universidade de Navarra
A Tomografia por Emissão de Positrões (PET) é uma técnica diagnóstica não invasiva que permite gravar imagens do organismo do paciente que mostram a atividade e o metabolismo dos órgãos do corpo.
Utilizam-se substâncias marcadas radioactivamente que se distribuem por todo o organismo.
As células que têm uma maior atividade metabólica (por exemplo, as células tumorais) captam em maior medida esta substância e ao realizar a PET, obtém-se uma imagem onde se visualizam essas zonas hipercaptantes.
É uma prova ambulatória que não precisa de admissão hospitalar.
A Clínica foi o primeiro Centro de Espanha em dispor de uma PET-TAC, que permite detetar lesões que até hoje em dia resultavam praticamente impossíveis de identificar.
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A incorporação da nova tecnologia PET-TAC, junto com o uso de radiofármacos, permite-nos detetar lesões que até ao momento atual resultavam praticamente impossíveis de identificar".
A Clínica conta com a primeira PET-TAC instalado na Espanha.
Esta tecnologia oferece uma resolução de imagem muito elevada e uma elevada velocidade de exploração.
Esta PET se utiliza principalmente para realizar investigações, mediante a sua aplicação em numerosos ensaios clínicos sobre doenças oncológicas e neurodegenerativas.
Com esta nova tecnologia PET-TAC somos capazes de detetar lesões que até hoje em dia resultavam praticamente impossíveis de identificar.
Combina a tecnologia PET (do inglês, Tomografia por Emissão de Positrões) e a da TAC (Tomografia Axial Computorizada de radiológica convencional). Para a Clínica, que já contava com uma tecnologia PET-TAC de características semelhantes, as prestações deste novo dispositivo permitir-lhe-á melhorar consideravelmente as possibilidades de detecção de uma lesão tumoral.
Saber mais sobre a PET
A PET tem uma grande utilidade no diagnóstico e acompanhamento das doenças tumorais.
Esta prova pode realizar-se de maneira combinada com outras provas de imagem, como a TAC, oferecendo desta maneira uma informação muito completa da lesão a estudar.
Além das doenças tumorais, a PET tem indicações na doença do coração e em doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer ou na doença de Parkinson.
Com quais doenças se faz este teste?
A PET é um procedimento ambulatório que não requer nenhum dia de admissão hospitalar.
A glicose marcada (FDG) é injetada em uma veia periférica. O paciente deverá permanecer em repouso durante uma hora.
A obtenção de imagens dura aproximadamente meia hora. Portanto, o paciente rerá que permanecer deitado na marquesa durante esse período de tempo.
Ao realizar a PET, uma enfermeira comprovará o seu nível de glicose em sangue (glicemia). Se o nível estiver elevado, será administrada insulina via subcutânea ou intravenosa, com o fim de alcançar níveis de glicemia adequados para a realização da prova.
A prova requer a administração de um relaxante muscular motivo pelo qual não é aconselhável que dirija depois de a ter realizado.
- O paciente deve estar em jejum seis horas antes de realizar a prova, mas pode beber água.
- Não deve praticar exercício físico antes de realizar a prova, nem mastigar pastilhas nem rebuçados.
- Deve vestir roupa cómoda.
- No caso de tomar alguma medicação de maneira habitual pode tomá-la com um pouco de água.
- No caso de ser diabético ou de padecer algum tipo de transtorno muscular (por exemplo, miastenia gravis), deverá comunicar à equipa de enfermagem.
- Caso tome medicamentos com corticoides (Fortecortin®, Dacortina®, Dexametasona®, etc.) deverá comunicar à equipa de enfermagem.
- No caso de supor que possa estar grávida, deve comunicar ao seu médico e à equipa de enfermagem no momento da admissão hospitalar.
- Caso esteja a amamentar, pergunte à enfermeira as indicações a seguir.
- É recomendável aumentar a ingestão de líquidos a partir da administração do isótopo radiativo para favorecer a eliminação por via urinária.
- Deverá extremar as medidas de higiene depois de ter ido à casa de banho.
- Pode vir com uma pessoa, mas deverá evitar, durante o tempo que lhe indicar a enfermeira de Medicina Nuclear, o contacto direto com mulheres grávidas ou com crianças.
- A dose administrada para uma exploração não produz nenhum efeito secundário nem reações adversas e também não o impossibilitará continuar com a sua rotina diária.
- Durante a realização da prova não notará nenhuma moléstia.
- Quando o paciente for uma criança, vai receber uma dose menor de FDG, segundo seja o seu peso. Existe uma vasta experiência na utilização clínica de isótopos emissores de positrões sem se ter observado efeitos secundários.
- Nos homens ainda não se demonstrou que os isótopos emissores de positrões tenham causado algum efeito a longo prazo sobre a fertilidade nem sobre a saúde dos filhos que possam ter depois de ter realizado a prova.
