PET (tomografia por emissão de positrões)
"Somos um dos três grupos no mundo que estão a avaliar a utilidade da metionina no diagnóstico do mieloma; este radiofármaco oferece uma maior sensibilidade e especificidade diagnóstica do que a glicose."
DRA. LIDIA SANCHO RODRÍGUEZ RESPONSÁVEL. SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR

O que é um PET?
O PET (tomografia por emissão de positrões) é uma técnica de diagnóstico não invasiva que permite obter imagens do organismo do doente que mostram a atividade e o metabolismo dos órgãos do corpo.
Utilizam-se substâncias marcadas radioativamente que se distribuem por todo o organismo.
As células que apresentam uma maior atividade metabólica (por exemplo, as células tumorais) captam em maior medida essa substância e, ao realizar o PET, obtém-se uma imagem em que se visualizam essas zonas de hipercaptação.
A Clínica foi o primeiro centro de Espanha a dispor de um PET-TAC, que permite detetar lesões que até agora eram praticamente impossíveis de identificar.

Quando está indicado o PET?
O PET tem grande utilidade no diagnóstico e no seguimento das doenças tumorais.
Este exame pode ser realizado de forma combinada com outros exames de imagem, como a TAC, fornecendo assim uma informação muito completa sobre a lesão a estudar.
Para além das doenças tumorais, o PET tem indicações em doenças do coração e em doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer ou a doença de Parkinson.
Doenças em que são solicitados exames de PET:
Tem alguma destas doenças?
Pode ser necessário realizar-lhe um PET
A Clínica dispõe do primeiro PET-TAC instalado em Espanha
PET-TAC
Esta tecnologia, que combina as vantagens do PET e da TAC, oferece uma resolução de imagem muito elevada e grande rapidez de exploração.
Com este novo PET-TAC, somos capazes de detetar lesões que até agora eram praticamente impossíveis de identificar com um equipamento destas características.
Como se realiza o PET?
Realização do PET
O PET é um procedimento ambulatório que não requer qualquer dia de internamento hospitalar.
A glicose marcada (FDG) é injetada numa veia periférica. Deverá permanecer em repouso durante uma hora.
A obtenção das imagens dura aproximadamente meia hora. Terá de permanecer deitado na marquesa durante esse período.
À chegada ao PET, um enfermeiro verificará o seu nível de glicose no sangue (glicemia). Se este for elevado, será administrada insulina por via subcutânea ou intravenosa, com o objetivo de atingir níveis de glicemia adequados para a realização do exame.
O exame requer a administração de um relaxante muscular, pelo que não é aconselhável conduzir após a sua realização.
Preparação para o PET
- Deve estar em JEJUM durante seis horas antes do exame. Pode beber água.
- Não deve realizar exercício físico nas horas anteriores, mascar pastilha elástica ou chupar rebuçados.
- Deve comparecer com roupa confortável.
- Se toma medicação de forma habitual, pode tomá-la com um pouco de água.
- Caso seja diabético ou sofra de algum distúrbio muscular (por exemplo, miastenia gravis), deverá comunicá-lo ao pessoal de enfermagem.
- Se toma medicação com corticosteroides (Fortecortin®, Dacortin®, Dexametasona®, etc.), deverá comunicá-lo ao pessoal de enfermagem.
- Se suspeitar que pode estar grávida, deve comunicá-lo à chegada ao médico ou ao pessoal de enfermagem.
- Caso se encontre em período de amamentação, pergunte à enfermeira quais as indicações a seguir.
- Recomenda-se aumentar a ingestão de líquidos a partir da administração do isótopo radioativo, para favorecer a sua eliminação por via urinária.
- Deverá reforçar as medidas de higiene após ir à casa de banho, lavando as mãos e certificando-se de puxar o autoclismo.
- Pode vir acompanhado por uma pessoa, mas deverá evitar o contacto próximo com grávidas ou crianças pequenas durante o período indicado pela enfermeira de Medicina Nuclear.
Possíveis riscos do PET
- A dose administrada para o exame não produz quaisquer efeitos secundários nem reações adversas e não impede a realização da vida normal.
- Durante a realização do exame não sentirá qualquer desconforto.
- Quando o doente é uma criança, recebe uma dose mais baixa de FDG, ajustada ao seu peso. Existe uma vasta experiência na utilização clínica de isótopos emissores de positrões, sem que tenham sido observados efeitos secundários.
- Nos homens, não foi demonstrado que os isótopos emissores de positrões tenham qualquer efeito a longo prazo sobre a fertilidade ou sobre a saúde dos filhos que possam vir a ter após a realização do exame.
O Serviço de Medicina Nuclear
da Clínica Universidad de Navarra
O Serviço de Medicina Nuclear-PET está acreditado pela Associação Europeia de Medicina Nuclear, associação que certifica a excelência e o controlo de qualidade dos procedimentos realizados neste serviço. Esta acreditação facilita, além disso, o acesso a ensaios clínicos de fase I e II.
Dispomos da tecnologia de diagnóstico mais avançada, como o PET-TAC, que permite detetar lesões tumorais de pequeno tamanho que antes eram praticamente impossíveis de identificar.
A Clínica é o único centro espanhol com capacidade para sintetizar e aplicar até 18 tipos de radiofármacos.
Exames de diagnóstico que realizamos
- Densitometria óssea.
- Gamagrafia.
- SPECT-TAC.
- Marcação celular.
- Monitorização da perfusão com TNF
- PET e PET-TAC

Porquê na Clínica?
- Dispomos da tecnologia mais avançada a nível nacional.
- Unidade de Radiofarmácia com especialistas e capacidade para sintetizar o maior número de radiofármacos em Espanha.
- Unidade de Radiofísica e Proteção Radiológica para garantir a segurança dos nossos doentes e profissionais.