Mamografia
«Dispomos de um mamógrafo digital de última geração que realiza um estudo tridimensional da mama.»
DR. LUIS PINA INSAUSTI RADIÓLOGO. ÁREA DE PATOLOGIA MAMÁRIA

O que é uma mamografia e porque é importante?
A mamografia é um tipo de exame médico que utiliza raios X para visualizar o interior da mama. É o exame ideal, na maioria dos casos, para o estudo da glândula mamária.
O cancro da mama é tratado com sucesso quando é detetado numa fase precoce, pelo que é essencial o uso de técnicas de diagnóstico para o detetar o mais cedo possível. Para isso, realizam-se exames de rastreio, de forma periódica, como a mamografia, a partir dos 40 anos, no caso das mulheres.
Isto faz com que a maioria dos tumores da mama detetados atualmente se encontrem em estadios muito precoces, o que aumenta enormemente as hipóteses de sucesso.
A Clínica Universidad de Navarra conta, nas instalações da Área de Patologia Mamária, com um mamógrafo digital de última geração, que permite realizar todos os exames necessários e obter o diagnóstico em menos de 48 horas. A mamografia digital direta obtém imagens de muito boa qualidade e resolução, reduzindo assim a dose de radiação recebida pela doente.
As doentes portadoras de implantes mamários também beneficiam desta tecnologia. Do mesmo modo, nas explorações de mulheres com menos de 50 anos e mamas densas, consegue melhorar-se a deteção do cancro da mama em comparação com a tecnologia analógica.

Quando devo fazer uma mamografia?
Normalmente, uma mulher deve realizar o seu primeiro exame, ou exame basal, aos 40 anos. Este exame deve ser realizado numa idade mais precoce se existir algum sintoma dos já referidos.
Após o estudo mamográfico, uma mulher deverá fazer uma mamografia a cada um ou dois anos até aos 50 anos. No entanto, a periodicidade deve ser discutida com um profissional.
Após os 50 anos, recomenda-se uma mamografia anual. Estas são algumas das doenças para as quais podem ser solicitados exames de mamografia:
- Estudo diagnóstico do cancro da mama
- Mastopatia fibrocística
- Nódulo mamário
- Quisto mamário
Tem interesse em realizar este exame?
Se desejar realizar este ou outros exames médicos,
pode solicitar uma consulta através do seguinte formulário com a nossa equipa especializada.
Como se faz uma mamografia?
Para realizar uma mamografia, a mama é colocada numa máquina especial chamada mamógrafo. Esta máquina foi concebida para que os raios X atravessem a mama e a imagem seja captada. Nos mamógrafos digitais modernos, a imagem é captada diretamente num detetor digital em vez de numa película.
Em cada exposição, a mama é comprimida, o que permite obter uma imagem mais clara e nítida, reduzir a dose de radiação e minimizar o movimento. Os mamógrafos 3D mais avançados podem realizar um estudo tridimensional da mama (tomossíntese), o que melhora a precisão diagnóstica e a deteção de cancros em fases iniciais.
Desta forma, é também possível detetar tumores ocultos na mamografia convencional. Para este fim, utiliza-se frequentemente também a ecografia e, assim, obtém-se um diagnóstico mais fiável e preciso da mama.
Preparar-se adequadamente para uma mamografia é essencial para obter resultados precisos. Se tiver alguma mamografia anterior, é muito importante levá-la para comparação com o novo exame. De seguida, apresentamos algumas indicações prévias a ter em conta:
- Recomenda-se evitar o uso de desodorizantes, cremes ou loções nas axilas ou no peito no dia do exame, uma vez que estes produtos podem interferir com a qualidade da imagem.
- Use roupa confortável e fácil de tirar e considere marcar a mamografia para uma altura do mês em que as mamas não estejam sensíveis, por exemplo, após o período menstrual.
- Informe o pessoal se tiver implantes mamários ou algum historial de cirurgias mamárias, para que possam tomar precauções adicionais durante o exame.
Ao seguir estes passos, ajudará a que o procedimento seja mais rápido e preciso.
Perguntas frequentes sobre as mamografias
A idade recomendada para começar a fazer mamografias depende de vários fatores, como antecedentes familiares e fatores de risco. Em geral, as orientações médicas sugerem que as mulheres iniciem mamografias anuais ou bienais a partir dos 40 anos.
Para as mulheres com maior risco de cancro da mama, como antecedentes familiares, pode ser recomendável começar mais cedo, por volta dos 30 anos, por indicação médica.
A frequência também pode variar: algumas organizações recomendam mamografias anuais, enquanto outras sugerem realizá-las de dois em dois anos após os 50 anos. Consultar um especialista é fundamental para personalizar o calendário de mamografias e otimizar a deteção precoce do cancro da mama.
A mamografia pode causar desconforto devido à compressão das mamas entre as placas do equipamento, o que é necessário para obter imagens nítidas. O nível de dor ou desconforto varia de pessoa para pessoa, dependendo da sensibilidade das mamas e da fase do ciclo menstrual.
Para reduzir o incómodo, recomenda-se marcar a mamografia para dias em que as mamas estejam menos sensíveis. Embora a compressão possa ser desconfortável, é breve e essencial para detetar qualquer anomalia em fases iniciais, o que aumenta as probabilidades de um diagnóstico precoce.
Se uma mamografia apresentar resultados anormais, isso não significa necessariamente que exista cancro da mama, mas é crucial realizar exames adicionais.
Os resultados anormais podem indicar a presença de massas, microcalcificações ou densidades assimétricas, que requerem uma análise detalhada. O passo seguinte costuma ser uma mamografia de diagnóstico ou uma ecografia mamária para investigar mais aprofundadamente. Em alguns casos, pode ser necessária uma biópsia mamária.
A equipa médica avaliará os resultados e recomendará os passos a seguir. É importante recordar que a deteção precoce e uma avaliação adequada são fundamentais para um tratamento bem-sucedido caso seja detetada alguma anomalia.
Um resultado normal numa mamografia significa que não foram encontradas anomalias visíveis, o que é um bom indicador de saúde. No entanto, um resultado normal não elimina completamente o risco de cancro da mama.
As mamografias são ferramentas eficazes de rastreio, mas não detetam 100% dos casos, especialmente em pessoas com tecido mamário denso.
Por esta razão, é essencial continuar a realizar mamografias periódicas e manter-se atenta a qualquer alteração nas mamas. A autoobservação mamária e as consultas médicas anuais também são recomendações valiosas para a deteção precoce.
As pessoas com implantes mamários também podem e devem realizar mamografias, embora o procedimento possa exigir técnicas especiais para obter imagens nítidas.
Os implantes podem dificultar a visualização de algumas áreas do tecido mamário, pelo que os técnicos utilizam a técnica de Eklund, que desloca o implante e permite avaliar o tecido mamário.
É importante informar o pessoal de que tem implantes antes do exame, para que tomem as precauções necessárias e obtenham a melhor imagem possível sem comprometer a segurança dos implantes.
As mamografias são procedimentos seguros, embora, como em qualquer exame com raios X, exista uma exposição mínima à radiação. A dose de radiação numa mamografia é muito baixa e considera-se segura, inclusive em exames periódicos. Em casos de mamas especialmente sensíveis, pode existir desconforto temporário devido à compressão.
Existe também o risco de resultados falsos positivos ou negativos, que podem requerer exames adicionais. No entanto, os benefícios da deteção precoce superam largamente os riscos, uma vez que uma mamografia atempada pode ser fundamental na prevenção e no tratamento eficaz do cancro da mama.
A Área de Patologia Mamária
da Clínica Universidad de Navarra
A Clínica é o hospital privado com a maior dotação tecnológica de Espanha num único centro. Por este motivo, a Área de Patologia Mamária é capaz de fornecer o diagnóstico 24 horas após a realização dos exames e iniciar o tratamento em, aproximadamente, 48 horas.
A nossa equipa de enfermagem é especializada na patologia da mama e desenvolve um trabalho de educação da doente, acompanhamento telefónico e aconselhamento, antes e após a cirurgia.
Que doenças tratamos?
- Cancro da mama
- Doenças inflamatórias da mama
- Tumores benignos: mastopatia fibrocística, fibroadenoma mamário, etc.
- Lesões de risco que requerem vigilância

Porquê na Clínica?
- Profissionais de prestígio que são referência internacional.
- Rapidez no diagnóstico e tratamento dos problemas da mama.
- Enfermagem especializada para os melhores cuidados dos nossos doentes.