Atrás departamento de Otorrinolaringología

DOENÇAS QUE TRATAMOS

Possuímos as melhores equipas humanas, bem como os conhecimentos e a tecnologia mais avançada.

Para o tratamento de alguma das patologias, possuímos um sistema cirúrgico robotizado, Da Vinci®, com o qual se obtém excelentes resultados.

A cirurgia robótica com o sistema Da Vinci® efetua-se com instrumentos especialmente desenhados, de reduzido tamanho e uma grande precisão na sua manobra. Este avançado equipamento permite trabalhar com uma perfeita visualização da zona e confere uma maior precisão ao cirurgião. 

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Os acufenos são a perceção de um som nos ouvidos ou cabeça sem que haja uma fonte externa que o produza

Pode perceber-se como sendo um zumbido, apito, ruído de grilos, etc. Pode ser contínuo ou pulsátil, permanente ou ocasional.

O acufeno não é uma doença, mas sim um sintoma que pode aparecer de forma isolada, acompanhando uma doença do ouvido ou outra patologia.

A Unidade de Acufenos da Clínica Universidade de Navarra em Madrid possui uma ampla experiência no diagnóstico e tratamento de pacientes com este sintoma.

Perante o aparecimento de um acufeno deverá ser feito um estudo otorrinolaringológico para averiguar se esta situação se deve a algum tipo de patologia que possa ser tratada médica ou cirurgicamente.

Nem sempre está associado a uma perda auditiva, nem o seu aparecimento nos indica que se vá produzir um caso de surdez. 

Especialistas em diagnóstico e tratamento de pacientes com transtornos de voz
e linguagem

Disfonia é a perda do tom normal da voz devido a um transtorno funcional ou orgânico da laringe.

O som emitido pela criança desde o nascimento, pode ser alterado em ocasiões, devido a algumas deformações laríngeas ou transtornos neurológicos. Em idades mais avançadas, podem aparecer papilomas laríngeos, originados por uma infeção viral. Em adulto, a maioria das disfonias, são causadas por hiperfunção vocal.

É conveniente realizar uma observação física da laringe relativamente a toda disfonia recidivante ou que se prolongue para além de 15 dias, sobretudo se existe hábito tabágico. Pode verificar-se a existência de um tumor nas cordas vocais.

O tratamento dos nódulos e o edema das cordas vocais, consiste em realizar reabilitação foniátrica e no caso de persistir, completar esta com a extração microcirúrgica.

No caso do pólipo da corda vocal, o tratamento fundamental é a exérese cirúrgica e posterior reabilitação foniátrica.

Verificando-se em ocasiões com patologia digestiva e principalmente refluxo gastroesofágico, podemos constatar em ocasiões a existência de um granuloma ou uma úlcera de contacto no terço posterior das cordas vocais. Nestes casos, o tratamento inicial de reabilitação foniátrica, realiza-se em conjunto com o tratamento médico e postural antirrefluxo. 

A insuficiência ventilatória nasal supõe o incorreto fluxo de ar pela cavidade nasal

É uma patologia frequente em crianças e adultos, de múltiplas etiologias e tratamentos. Nas crianças, quase sempre, a causa é um aumento das adenoides, muitas vezes associado à hipertrofia das amígdalas.

No adulto, as causas são essencialmente duas, muitas vezes associadas: hipertrofia das conchas nasais inferiores e desvio do septo nasal.

O principal sintoma é a dificuldade em respirar pelo nariz. Manifesta-se pela existência de: boca aberta, inspirações nasais bruscas, profundas e curtas, secura da garganta, ventilação ruidosa diurna sendo mais notável a nível noturno.

A Unidade de Rinologia do Departamento de Otorrinolaringologia da Clínica Universidade de Navarra, possuí uma ampla experiência no diagnóstico e tratamento das doenças do nariz e os seios paranasais.

O diagnóstico baseia-se na anamnese e o exame clínico. Inspeção, rinoscopia antero-posterior, fibroscopia.

O tratamento irá depender da causa e pode contemplar diversas cirurgias e nas obstruções funcionais pode-se dar tratamento médico com anti-histamínicos, descongestionantes, antibióticos, corticoides tópicos ou sistémicos, etc. 

A otite média é frequente na infância e pode causar perda de audição

A otite média é uma inflamação persistente da mucosa que reveste o ouvido médio. Produz-se uma exsudação líquida que fica presa, pelo fecho da trompa de Eustáquio, e por este motivo produz dor e alteração na audição.

Pode ser classificada como sendo aguda (sintomas entre 0 e 3 semanas), subaguda (de 3 a 12 semanas) e crónica (mais de 12 semanas). O líquido preso no ouvido médio pode ser de tipo seroso (fluído, parecido com a água), mucoso (viscoso, parecido com o muco) ou purulento (pus).

O tratamento habitual da otite média aguda é feita com antibióticos, tendo como referência os germes que habitualmente são os responsáveis pelos referidos processos. Juntamente com o tratamento antibiótico em determinadas ocasiões também se recomenda descongestionantes nasais e mucolíticos. 

Somos especialistas em implantes cocleares, tanto em crianças como em adultos

Existem muitas causas que podem produzir a perda de audição: antecedentes familiares, doenças víricas na gravidez, incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho, etc. Em adultos, infeções crónicas, otite de longa duração ou muito frequentes, traumatismos, etc.

Muitos pacientes com hipoacusia são beneficiados com procedimentos médicos ou cirúrgicos, mas a maioria tem transtornos auditivos que não podem corrigir-se com estes métodos. Para estes é indicada a reabilitação com próteses auditivas (audífonos).

O departamento de Otorrinolaringologia da Clínica Universidade de Navarra é composto por um grupo de profissionais especializados no tratamento da hipoacusia neurossensorial profunda bilateral. Possui uma experiência acumulada de mais de 800 implantes cocleares tanto em crianças como em adultos. 

A sinusite inflama a mucosa das fossas nasais e seios paranasais

Caso se inflamem porque são obstruídos por um processo viral, bacteriano ou alérgico e esta obstrução persiste, fecham-se os pequenos condutos e acumula-se mucosidade nas mesmas, que começam a drenar e a criar incómodos.

Os sintomas da sinusite são a sensação de congestão nasal, dor de cabeça localizado na zona frontal, maxilar, debaixo dos olhos e em redor dos mesmos; sensação de congestão contínua, muco contínuo e, em alguns casos, tosse e espirros, que de forma habitual se verificam na sinusite aguda.

Nas condições adequadas, a sinusite cura-se sozinha e sem necessidade de antibióticos. Caso este quadro persista no tempo, é necessário tratamento médico e, caso também não haja melhoria, deve-se realizar uma intervenção cirúrgica. 

Álcool e tabaco, principais fatores de risco dos tumores de cabeça e pescoço

Com o nome de cancro de cabeça e pescoço conhece-se um grupo de tumores malignos localizados nos seios paranasais, nasofaringe, orofaringe (amígdala, palato mole, base da língua), hipofaringe, laringe, cavidade oral (mucosa oral, gengiva, palato duro, língua e assoalho da boca), língua e glândulas salivares. Excluem-se os tumores da pele, cerebrais e tiróideos.

O Departamento de Otorrinolaringologia da Clínica Universidade de Navarra possuí uma unidade especializada na cirurgia oncológica e reconstrutiva da cabeça e pescoço.

Não existem programas eficazes para a deteção precoce do cancro de cabeça e pescoço. É recomendado um seguimento cuidado relativamente às pessoas com fatores de risco tais como grandes fumadores e bebedores.

Os tumores da cavidade nasal e dos seios paranasais são raros, 0,2 % dos tumores malignos

Os seios paranasais são umas estruturas aéreas localizadas dentro dos ossos da cara. Estão revestidos por uma mucosa similar à da restante cavidade nasal.

Os sintomas mais frequentes são: obstrução nasal unilateral, sangramento nasal constante, lacrimejo constante devido à obstrução do conduto lacrimal, aumento do tamanho da ponte nasal ou da órbita caso exista crescimento do tumor e dor e imobilidade dentária.

O diagnóstico é realizado, fundamentalmente, através de exames de imagem. O definitivo realiza-se por meio de biopsia.

A base do tratamento destes tumores é a cirurgia associada ou não à radioterapia (salvo os linfomas e os plasmocitomas). A radioterapia como tratamento único tem resultados muito pobres. 

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