Atrás departamento de
GINECOLOGIA E OBSTETRICIA

TRATAMENTOS QUE OFERECEMOS

No nosso departamento oferecemos um tratamento individualizado, consoante as necessidades de cada paciente, de vanguarda e multidisciplinar.

As nossas pacientes beneficiam de um plano de tratamento no qual além do ginecologista outros especialistas relacionados com a doença, trabalham em equipa de forma rápida e coordenada.

Graças à organização da Clínica, uma das vantagens que oferecemos é a rapidez no diagnóstico e no tratamento. Normalmente em poucos dias, a paciente pode estar a iniciar o seu tratamento médico, cirúrgico ou de radioterapia.

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Na histerectomia vaginal o útero extrai-se através da vagina

Com esta cirurgia, não existe uma incisão no abdómen, isto porque a incisão faz-se dentro da vagina e o tempo de cicatrização é mais rápida que a da cirurgia abdominal. De igual modo a recuperação pode ser menos dolorosa.

A histerectomia vaginal produz menos complicações relativamente a outros tipos de histerectomia e é uma forma muito segura de extrair o útero. Além disso, as hospitalizações são mais breves e a capacidade para retomar as atividades normais é mais rápida do que com uma histerectomia abdominal.

A intervenção é realizada através da via vaginal, na maioria dos casos, de tumores, sejam benignos ou malignos, e em caso de prolapso uterino.

A histerectomia vaginal nem sempre pode ser feita. Por exemplo, as mulheres com adesões de cirurgias previas ou úteros muito grandes é possível que não possam beneficiar deste tipo de cirurgia.

Cada vez é mais frequente que se realize a histerectomia vaginal conduzida por laparoscopia: é a histerectomia vaginal que é realizada com a ajuda de uma laparoscopia. Por exemplo, os ovários e as trompas de Falópio são extraídas com a ajuda de um laparoscópio, e deste modo é retirado o útero e extraí-se juntamente todos os restantes órgãos pela vagina.

A via laparoscópica costuma-se realizar para remover os gânglios linfáticos nos casos de cancro corporal ou colo do útero. 

Podem ser realizados por laparoscopia mais de 70% de processos ginecológicos

A laparoscopia permite examinar a cavidade abdominal e o seu conteúdo, através de um orifício e mediante um sistema ótico adaptado a uma fonte de luz fria.

É realizada através de pequenos orifícios na cavidade abdominal. Uma mínima incisão, numa dobra longitudinal do umbigo, permite a introdução do endoscópio com uma microcâmara em anexo, que oferece num monitor a visão panorâmica da pélvis e dos respetivos genitais internos.
De igual modo são necessárias uma ou várias punções sobre a zona da púbis para a introdução dos equipamentos cirúrgicos: pinças, cautérios, micro tesouras, laser etc.

Deste modo, uma mão segura a ótica com a câmara de vídeo incorporada, e com a outra, são manuseados os instrumentos que permitem realizar a intervenção.

As vantagens do videolaparoscopia sobre a cirurgia ginecológica convencional são: menor tempo de hospitalização, de convalescença e recuperação; menor possibilidade de aderências pós-operatórias e de complicações infecciosas; cicatrizes invisíveis e diminuição da dor pós-operatório; dissecação e lise de aderências pélvicas; implantes de endometriose, quistos de ovário; cirurgia reconstrutora das trompas; miomas uterinos subserosos; gravidezes ectópicas, anexectomia, ooforectomia e salpingectomia; doença inflamatória pélvica; histerectomias; linfadenectomia, incontinências de urina e outras disfunções do períneo.

É utilizada anestesia geral e apresenta uma taxa de complicações muito menor que na cirurgia convencional ginecológica.

No decorrer de toda a intervenção endoscópica, a imagem diagnóstica real pode diferenciar-se em relação à qual se presumia clinicamente ou por outros exames complementares, existindo implicações de outros órgãos que possam dificultar tecnicamente a sua resolução por esta via, sendo necessário nestes casos a prática de uma abertura abdominal em benefício da paciente. Esta situação pode acontecer aproximadamente em 5% de todas as laparoscopias operatórias. 

Reverter a laqueação de trompas é a opção com mais êxito para voltar a engravidar

Entre 10% e 15% das mulheres em relação às quais se realizou a laqueação de trompas manifesta, posteriormente, desejo de reverter a esterilização para poder ter filhos. A opção com maior taxa de êxito é a laqueação de trompas.

A técnica de microcirurgia empregue para reverter a laqueação de trompas oferece uma taxa média de 55% de êxito de gravidezes, índice que poderia ultrapassar os 70% em mulheres menores de 35 anos.

Entre os critérios de escolha para realizar uma operação de reversão é fundamental a idade da paciente. Acima dos 40 anos, a percentagem de êxito de conceber um filho são muito menores. 

talvezlhe interesse

RAZÕES PARA VIR

Porque é que a Clínica é diferente em relação a outros centros sanitários?

Imagen de una niña pequeña con cáncer por los pasillos de la Clínica

ENSAIOS CLÍNICOS

Deseja participar nos nossos ensaios clínicos? Conheça quais os que estão ativos.
Imagen médico investigando con microscopio

SERVIÇOS INTERNACIONAIS

Saiba o que fazemos para os nossos pacientes internacionais.
Entrada principal a la Clínica Universidad de Navarra