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DOENÇAS QUE TRATAMOS

Tratamos todas as patologias, de uma forma personalizada, com os melhores profissionais. Possuímos as técnicas mais inovadoras para o tratamento de cada uma das patologias.

Entre essas doenças, destacam-se as bolhosas, provocadas por anticorpos; o fotoenvelhecimento, produzido pela contínua agressão das radiações solares e que pode provocar queratoses actínicas, cancro da pele, etc.; os hemangiomas e deformações vasculares, mais frequentes na cabeça e pescoço; o excesso de transpiração (hiperhidrose); melanomas, um dos tumores mais agressivos e malignos; tumores cutâneos; ou, o vitiligo estável, que provoca o aparecimento de manchas brancas na pele.

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Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

A Unidade de Doenças Bolhosas Autoimunes da Clínica Universidade de Navarra tem como principal objetivo o diagnóstico, seguimento e tratamento de todos aqueles processos caracterizados pela presença de ampolas na pele e/ou mucosas provocadas por autoanticorpos.

As doenças bolhosas autoimunes desenvolvem-se quando o organismo produz autoanticorpos dirigidos contra proteínas da pele (constitutivas dos desmossomos ou dos hemidesmossomos), alterando as suas estruturas e provocando perda de adesão. 

Com o passar dos anos a pele perde as suas propriedades naturais, especialmente de elasticidade, firmeza e humidade.

Além disso, é normal, que como passar dos anos, apareçam mudanças na pigmentação da pele, tais como lesões hiperpigmentadas conhecidas como manchas senis (lentigos solares).

O fotoenvelhecimento aparece em virtude de uma agressão contínua da pele, sobretudo devido às radiações solares. Essas radiações deterioram o colagénio da pele modificando a sua estrutura, perdendo elasticidade e firmeza.

A exposição inadequada ao sol provoca também, em conjunto com a ação de outros agentes atmosféricos, uma perda de conteúdo em água bem como uma aceleração nos mecanismos do envelhecimento.

Em consequência de tudo isto, a pele sofre uma degradação mais rápida adquirindo um aspeto envelhecido precoce (rugas, bolsas) que pode dar um aspeto de maior idade, especialmente quando essas mudanças se produzem na cara (habitualmente a zona mais afetada).

A principal complicação do fotoenvelhecimento é o desenvolvimento de queratoses actínicas (lesões avermelhadas ásperas que são pré-cancerosas) e do cancro de pele, tanto carcinomas basocelulares como espinocelulares.

Outras manifestações do fotoenvelhecimento são:

  • Lesões pigmentadas (lentigos) ou esbranquiçadas (hipomelanose).
  • Pequenas dilatações vasculares (telangiectasias).
  • Rugas medianas, profundas nem sempre coincidentes com linhas de expressão.
  • Comedões gigantes e quistos.

Tratamento do fotoenvelhecimento

  • O primeiro objetivo é proteger-se adequadamente do sol.
  • Tratamentos médicos tópicos. O que melhor demonstrou a sua eficácia é a isotretinoína tópica. Existem outros tratamentos como é o caso do ácido glicólico e a vitamina C, que também são eficazes.
  • Tratamentos sistémicos com antioxidantes como é o caso da vitamina C, extratos do chá verde e os betacarotenos.
  • Tratamentos cirúrgicos, como é o caso dos peelings medianos-profundos, laser de CO2 ou procedimentos de resurfacing não ablativos.

Os hemangiomas são tumores vasculares benignos, que embora possam estar presentes desde o nascimento (30%), maioritariamente aparecem nas primeiras semanas de vida.

A localização mais frequente é a cabeça e o pescoço (80%), seguida do tronco e membros (20%), embora possam aparecer em qualquer localização, incluindo órgãos internos.

A hiperidrose é um aumento da transpiração de determinadas áreas do corpo, em virtude de um aumento da secreção das glândulas sudoríparas.

Costuma dever-se a uma hiperatividade destas glândulas em virtude de uma híper estimulação nervosa, motivada por situações que estão associadas a situações de tensão emocional ou stress, pela ação de substâncias farmacêuticas ou por motivos térmicos.

Este problema, que pode provocar incapacidade laboral e social, afeta cerca de 1% da população, entre os quais quase metade dos casos tem caráter hereditário.

Trata-se de um dos tumores mais agressivos e com alta malignidade cuja incidência aumentou de forma alarmante nos últimos anos, provavelmente relacionados com os hábitos de exposição ao sol. A melhor prevenção para o melanoma é o seu diagnóstico precoce.

O melanoma tem a sua origem na superfície cutânea, concretamente nos melanócitos, as células que dão a cor escura à pele, podendo aparecer novamente ou desenvolver-se sobre um sinal prévio.

Geralmente, são lesões de crescimento muito lento que ao afetar a pele podem ser facilmente visíveis.

Nas fases iniciais, quando cresce à superfície e não infiltra na pele, o melanoma tem um prognóstico excelente e cura-se com a cirurgia simples. Quando cresce em profundidade, o prognóstico piora e inicia-se a possibilidade de espalhar-se a outras zonas do corpo, inicialmente por via linfática.

As manchas sobre a pele que apresentem mudanças relativamente ao tamanho, forma ou cor devem ser examinadas por um médico imediatamente. Também qualquer ferida, saliência, imperfeição ou marca rara, bem como qualquer mudança no aspeto de uma área da pele.

Carcinoma basocelular

  • Deriva das células mais basais da epiderme.
  • Costuma aparecer numa zona da pele exposta de forma crónica ao sol.
  • Apresenta-se como uma lesão ulcerada, perolada ou, simplesmente, como uma mudança a nível da coloração cutânea sem que exista um antecedente de uma lesão pré-maligna prévia.

Carcinoma espinocelular

  • Constituído por células que em condições normais fazem parte do estrato espinhoso (uma das camadas) da epiderme.
  • Costuma apresentar-se, na maioria dos casos, como uma lesão com crosta sobre uma pele avermelhada (queratose actínica).

O vitiligo é uma doença autoimune que se manifesta na pele e que afeta cerca de 2% da população.

Provoca o aparecimento de manchas ou máculas hipopigmentadas (brancas) na pele. Estas manchas manifestam-se com mais frequência em zonas de fricção ou que estão submetidas a traumatismos, embora costumem ser mais evidentes em zonas expostas ao sol como é o caso da cara ou costas das mãos.

Embora desde o ponto de vista clínico não apresenta complicação, o que existe é fundamentalmente um considerável problema estético, sobretudo em pessoas com pele escura nas quais é mais evidente o contraste. 

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