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TUMORES MUSCULOESQUELÉTICOS

DOENÇAS QUE TRATAMOS

O diagnóstico deve basear-se na história clínica, as imagens (radiografia simples, TAC, ressonância magnética, gamagrafia óssea...) e a biopsia.

Dada a escassa incidência destes tumores, é muito importante que a equipa de radiologistas e patologistas que colaboraram com o clínico no diagnóstico seja também muito experiente.

O tratamento destes tumores deve basear-se em três pilares: a cirurgia, a quimioterapia e em certas ocasiões a radioterapia.

É absolutamente imprescindível que o processo diagnóstico e o início do tratamento sejam o mais rápido possível. As demoras podem comprometer a sobrevivência do paciente. 

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Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Deve suspeitar-se em relação ao aparecimento de uma dor contínua, também noturna, conjuntamente com o aparecimento de um nódulo, que aumenta, especialmente no caso de uma criança ou um adolescente.

As provas de imagem (radiografias, TAC, Ressonância, Gamagrafia ou PET) devem realizar-se com prontidão, e permitem avaliar caso se tenha espalhado a outros órgãos. Os sarcomas metastatizam por via hemática, e por este motivo, o primeiro sítio onde poderiam alojar-se é o pulmão.

Existe evidência científica de que um atraso no início do tratamento diminui significativamente as possibilidades de cura.

A biopsia é a prova que confirma a suspeita diagnóstica clinico-radiológica. Deve ser realizada pela equipa que vai tratar o paciente (uma biopsia mal feita pode comprometer a conservação do membro ou inclusive a vida do paciente). Deve ser avaliada por patologistas especialistas, pelo facto desta doença ser rara.

O tratamento consiste na combinação de medicamentos citostáticos (quimioterapia) e a cirurgia de ressecção do osso afeto pelo tumor e a sua reconstrução o mais funcional possível.

Precisamente porque desde o início apostamos pela cirurgia conservadora do membro, a experiência neste campo é enorme. De facto, há técnicas cirúrgicas desenvolvidas aqui nos anos 80, para poder conservar a extremidade e a função destas crianças, que hoje em dia se começam a utilizar noutras partes do mundo (Holanda, Inglaterra, Suíça, Itália, Escandinávia, Japão, Brasil etc) e prestigiosos cirurgiões de outros países vêm formar-se na Clínica. 

A sintomatologia é a mesma que no caso do ostesarcoma mas com frequência predomina no esqueleto axial (pélvis, coluna, escápula, clavícula, costela).

As provas diagnósticas de imagem devem realizar-se o mais rápido possível, no nosso centro é possível realizá-las em menos de 24 horas, habitualmente, porque o atraso equivale a diminuir as possibilidades de sobrevivência.

O tratamento, do mesmo modo que no osteosarcoma, consiste na combinação adequada de citostáticos (também aqui a experiência da equipa médica é fundamental) juntamente com a cirurgia adequada. Quando se tratam em centros com experiência, o normal é que o tratamento pré-operatório seja muito eficaz e facilite em grande medida a cirurgia de conservação do membro.

No sarcoma de Ewing, em algumas ocasiões pode ser necessário o uso de radioterapia, como auxiliar no controlo local da doença. 

Deve suspeitar-se no caso do aparecimento de um nódulo que:

  • Mede mais de 5 cm
  • Cresce
  • Dói
  • Está profundo em relação à fascia

Nos países civilizados, todo o paciente com a suspeita de um sarcoma é encaminhado para um centro com experiência.

No caso das crianças são divididos em rabdomiossarcoma e não-rabdomiossarcoma. Ao contrário dos sarcomas de partes moles do adulto, costumam responder bem ao tratamento com quimioterapia.

A cirurgia também tem um papel fundamental. Apenas o primeiro cirurgião pode retirar o tumor na sua totalidade, e diminuir deste modo as possibilidades de reincidência.

Existe evidência científica de que as possibilidades de sobrevivência não são iguais em todos os hospitais. 

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