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TUMORES DE FÍGADO E PÂNCREAS 

TRATAMENTOS QUE OFERECEMOS

Graças à rapidez no diagnóstico, devido ao avançado equipamento das nossas técnicas de imagem, uma equipa multidisciplinar elabora um plano de tratamento com a tecnologia mais avançada. Os nossos resultados de transplante hepático na Clínica estão entre os melhores do mundo.

Realizamos radiologia intervencionista convencional (radiofrequência ou embolização arterial) com resultados, em eficácia e segurança, comparáveis aos melhores centros do mundo.

Com mais de 20 anos de experiência, dispomos de todas as partículas embolizantes do mercado e de uma técnica, a radioembolização, que atualmente não possui nenhum hospital espanhol.

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Radioembolização hepática, tratamento inovador para tumores não operáveis

A radioembolização é um tratamento inovador para os tumores hepáticos não operáveis, tanto primários (hepatocarcinoma) como secundários (metástases hepáticas).

Consiste em administrar radiação diretamente no tumor, respeitando o fígado saudável.

Um dos traços de identidade da Clínica é a constante investigação bem como o desenvolvimento de novas tecnologias na luta contra o cancro. Uma delas é a radioembolização hepática da qual a Clínica é um centro de referência a nível europeu com mais de 300 tratamentos realizados com êxito. 

La radioembolización es un tratamiento novedoso para los tumores hepáticos no operables.

Cirurgia funcional e conservadora face à radical do passado

Associada à melhoria diagnóstica produziu-se uma importante modificação dos procedimentos cirúrgicos. Do conceito radical e mutilador, passou-se para o funcional, conservador e complexo.

A pancreatectomia central laparoscópica permite retirar do pâncreas tumores benignos ou de escasso potencial maligno, muito localizados. É minimamente invasiva, pioneira em Espanha, e desenvolvida por cirurgiões da Clínica da Universidade de Navarra com experiência mundial nesta técnica.

A remoção hepática realiza-se em pacientes com tumores primários ou secundários no fígado. São poucos a quem se pode extrair cirurgicamente o tumor pelo mau estado do restante fígado.

Uma alternativa razoável é o transplante hepático, cujos resultados na Clínica estão entre os melhores do mundo. 

Quimioterapia, uma aliada contra as células tumorais

O objetivo da quimioterapia é destruir as células tumorais para reduzir a doença, combinando uma grande variedade de medicamentos, o que os torna mais eficazes. A quimioterapia para ou atrasa o crescimento das células tumorais e demonstra uma diminuição das recaídas da doença e um aumento de sobrevivência.

Administra-se em forma de ciclos, alternando períodos de tratamento com períodos de descanso. A via de administração é variada: habitualmente intravenosa, mas também oral, intraperitoneal, intratecal, intra-hepática; consoante a localização da doença. 

Terapias biológicas, menos efeitos secundários em relação a outros tratamentos

As terapias biológicas são tratamentos dirigidos àquelas situações que, ao contrário da quimioterapia, usam-se medicamentos especialmente desenhados para bloquear de forma específica aspetos concretos da biologia do tumor que se vai tratar.

Por tal, as terapias biológicas têm uma maior seletividade pelas células tumorais, produzem menos efeitos secundários que, por exemplo, a quimioterapia, e isto permite poder administrar maiores doses do medicamento.

Um bom sistema imunitário, é fundamental no desenvolvimento e controlo de tumores

Tem como objetivo restabelecer ou aumentar a resposta do sistema imunitário do paciente. O sistema imunitário é fundamental no desenvolvimento e o controlo dos tumores.

As vacinas são um tipo de imunoterapia ativa na qual é elaborada uma resposta face aos antigénios tumorais. O volume da doença limitado e a sinergia entre quimioterapia e imunoterapia fazem com que esta seja uma boa opção acrescida ao tratamento dos pacientes e tem menos efeitos secundários. 

A radioterapia externa é indolor e administra-se de modo ambulatório.

Na radioterapia externa utilizam-se feixes de radiação ionizante (ondas eletromagnéticas) produzidos nos equipamentos de radiação afastados e externos ao paciente (aceleradores lineares). O tratamento é indolor e o paciente não nota nenhum tipo de sensação, administra-se de forma ambulatória em forma de sessões diárias (frações).

A Radioterapia externa tridimensional conformada (RT3D) localiza com precisão o tumor, protegendo eficazmente os órgãos saudáveis da radiação.

A radioterapia de intensidade modulada (IMRT) representa a última geração de tratamentos de radiação externa e apenas existe em centros de tratamento oncológico altamente especializados. 

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