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TUMORES CEREBRAIS

TRATAMENTOS QUE OFERECEMOS

Desde a primeira visita do paciente, na Área de Tumores Cerebrais define-se a melhor estratégia diagnóstica e terapêutica.

Também se planifica e coordena a sua assistência global bem como a da sua família.

Isto permite percorrer os diferentes serviços com eficiência, garantindo o ótimo cuidado para todos os pacientes.

Somos pioneiros em Espanha na aplicação de vacinas para o tratamento dos glioblastomas. Conseguimos resultados muito animadores que aumentam significativamente a sobrevivência destes pacientes.

PRECISA BUSCAR UMA SEGUNDA OPINIÃO?

Imagen con los pasos que hay que dar para solicitar una segunda opinión en la Clínica Universidad de Navarra

Caso necessite a opinião médica dos nossos especialistas sem necessidade de deslocar-se à Clínica, oferecemos-lhe a possibilidade de realizar uma consulta de Segunda Opinião não presencial.

Entre os sistemas que melhoraram nos últimos anos a eficácia e a segurança das nossas intervenções destacam-se:

Microscópio cirúrgico: incluindo um sistema de fluorescência que tem alguns tumores para facilitar a sua extração total.

Monitorização neurofisiológica em bloco operatório: Com a colaboração dos neurofisiologistas e de anestesistas experientes pode-se monitorizar o paciente, às vezes inclusive fazendo a operação com o paciente acordado. Isto ajuda a determinar se a cirurgia pode ou não continuar numa determinada zona sem produzir sequelas ao paciente. Aumenta a extração e diminui as complicações.

Cirurgia conduzida por imagem intra-operatória: em todos os tumores, a imagem da ressonância magnética (RMN) prévia usa-se como mapa para um navegador que ajuda o cirurgião. Na Clínica, essa ressonância magnética intra-operatória pode fazer-se num equipamento de alto campo, igual à pré-operatória, transferindo o paciente anestesiado para a sala de radiologia. 

A quimioterapia tem como objetivo a destruição da célula tumoral

No caso dos tumores cerebrais existem duas importantes características que faz com que seja mais difícil administrar a quimioterapia: a existência da barreira hematoencefálica que protege o sistema nervoso central da chegada de substâncias tóxicas do sangue. E a especial resistência destes tumores aos medicamentos quimioterápicos atuais.

Dependendo do tipo histológico de tumor cerebral que seja, a escolha do tratamento quimioterápico será um ou outro.

Apesar de todos os tratamentos, em muitos casos a quimioterapia não consegue travar a progressão da doença, por este motivo é importante prosseguir com a investigação básica e ensaios clínicos. 

Nos gliomas de alto grau o tratamento que demonstrou maior sobrevivência é a combinação de cirurgia (sempre que seja possível), radioterapia a uma dose maior que nos gliomas de baixo grau e quimioterapia.

O componente do tratamento pós-operatório que demonstrou maior benefício é a radioterapia e por este motivo recomenda-se administrar uma dose adequada (60 Gy) com técnicas sofisticadas que permitam excluir fora do campo de irradiação a maior proporção de tecido cerebral saudável para evitar a toxicidade.

Por este motivo são utilizadas diferentes técnicas inovadoras tais como a radioterapia tridimensional conformada, radioterapia com modulação da intensidade do feixe e técnicas estereotáxicas que requerem aceleradores lineares de última geração e um suporte informático importante.

A combinação simultânea de quimioterapia e radioterapia demonstrou noutros tumores um benefício relativo à sobrevivência face à radioterapia exclusiva. Nos tumores cerebrais foram iniciados estudos neste sentido e estamos à espera de resultados. 

A imunoterapia restabelece ou aumenta a resposta do sistema imunitário do paciente

As vacinas são um tipo de imunoterapia ativa na qual se elabora uma resposta face aos antigénios tumorais. O volume de doença limitado e a sinergia entre quimioterapia e imunoterapia fazem que esta seja uma boa opção acrescida ao tratamento dos pacientes de determinado tipo de tumores cerebrais, por exemplo glioblastomas.

A Clínica lançou um ensaio clínico pioneiro, onde a nova terapia se administra aos pacientes participantes combinada com o tratamento standard de primeira linha que consiste na extração cirúrgica do tumor seguida da administração de radioterapia e quimioterapia com temozolomida.

As vacinas são fabricadas no laboratório GMP de Terapia Celular da Clínica com as células extraídas do próprio paciente. Uma vez fabricadas, obtêm-se das mesmas os antigénios próprios do tumor da paciente e são administradas. 

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