Reconstrução mamária

saiba mais sobre o cancro de mama e a reconstrução mamária

O cancro de mama é o tipo de cancro mais comum nas mulheres. No entanto, quando detectado nos estádios iniciais, a taxa de cura pode ser de até 90 %.

Para muitas pacientes, enfrentar simultaneamente um processo oncológico e a perda da mama supõe um trauma psicológico. Por essa razão, a reconstrução imediata pode ser muito benéfica desde o ponto de vista psicológico.

Na Clínica, as técnicas de reconstrução mamária são realizadas por cirurgiões plásticos altamente especializados e com grande experiência.

Como parte do tratamento contra o cancro, é necessário realizar uma cirurgia para extirpar o tumor.

Contudo, em 70 % dos casos é possível conservar a mama (lumpectomia), mas em 30 % dos casos restantes será necessário extirpar a mama completa (mastectomia). 

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Conheça tudo sobre as técnicas de reconstrução mamária para o cancro de mama.
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Incidência do cancro de mama e fatores de risco.
A TAC de 64 cortes pode reconstruir uma mama.

É muito importante conhecer os sintomas do cancro de mama, já que, se tiver algum deles, é recomendável consultar um especialista em patologia mamária.

Esse profissional fará o exame e um estudo mais profundo se assim o considerar.

Os sintomas são:

  • Um pequeno nódulo ou massa na mama.
  • Mudanças na forma e volume da mama.
  • Retração e eczema do mamilo.
  • Secreção de sangue do mamilo.
  • Se sentir dor na mama, é provável que seja uma lesão benigna; mas também pode ser cancro de mama.
  • Alterações na pele da mama, assemelhando-se à casca da laranja (pele de laranja).

Apesar de não se saber com certeza a causa do cancro de mama, existem alguns fatores de risco associados à sua aparição.

  • Idade: a maioria dos tumores aparece após dos 50 anos.
  • Ter dois familiares de primeiro grau (mãe, irmã, tia) que tenham tido cancro de mama, que um desses familiares seja homem ou que a doença tenha sido diagnosticada antes dos 35 anos.
  • Fatores hereditários. Aproximadamente 8 % dos casos são hereditários. A metade desses casos é atribuída à mutação de dois genes: BRCA1 e BRCA2. Nestes casos, recomenda-se realizar um estudo genético.
  • Engravidar por primeira vez depois dos 30 anos ou não ter filhos.
  • Ter a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos) ou ter uma menopausa tardia (depois dos 55 anos).
  • Padecer doenças benignas de mama, como lesões proliferativas não atípicas, hiperplasia atípica ou displasia mamária.
  • A alta ingestão de gordura, o consumo de álcool, a obesidade, o fumar e a falta da atividade física.

No entanto, mais da metade das mulheres com cancro de mama não apresentam nenhum desses fatores de risco, nem todas as mulheres que têm um ou mais fatores de risco desenvolvem a doença. Por conseguinte, são especialmente importantes os sistemas de detecção precoce.

> Leia mais sobre o cancro de mama

Após uma intervenção cirúrgica, o objetivo dos especialistas é a mulher possa voltar à sua vida diária tão rápido quanto possível.

Por esse motivo, a paciente recebe indicações de uma série de cuidados que deverá aprender e cumprir em casa.

As enfermeiras da Área de Patologia Mamária da Clínica ajudam a paciente em todo momento para ensinar-lhe os cuidados e responder todas as dúvidas que possam surgir.

> Leia mais sobre os cuidados posteriores à cirurgia da mama  [ES]

Os exercícios devem ser realizados progressivamente depois da intervenção cirúrgica.

A extirpação dos gânglios axilares, às vezes necessária para tratar o cancro de mama, pode dificultar a drenagem linfática normal do braço e provocar a aparição de edema (inchação).

As instruções e medidas com respeito aos cuidados do braço são essenciais para recuperar a motilidade do ombro e, ao mesmo tempo, prevenir possíveis complicações posteriores (limitação da amplitude de movimentos, infeções do braço, edema, etc.).

As técnicas de reconstrução têm evoluído muito nos últimos anos, possibilitando a obtenção de melhores resultados e melhor qualidade de vida das pacientes.”

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