Cirurgia de Parkinson

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Tratamento da cirurgia de parkinson na clínica

A Cirurgia da Doença de Parkinson (DP) é indicada quando o tratamento farmacológico não consegue controlar os sintomas do paciente durante todo o dia.

Esta cirurgia realiza-se mediante a estimulação de elevada frequência em uma pequena parte do cérebro conhecido como núcleo subtalâmico e a colocação de uns elétrodos. Através de impulsos eléctricos, pode inibir a parte do cérebro que se encontra hiperativa e causa a doença.

A DP ou Mal de Parkinson é uma doença que atualmente não tem cura, mas os benefícios obtidos mediante a cirurgia são evidentes, isto é, adia o processo gradual da dolência equivalente a anos de evolução. De facto, as melhorias quanto ao movimento, quanto à diminuição na rigidez e aos tremores dos pacientes são notáveis.

Além disso, permite reduzir a medicação, evitando assim os efeitos secundários de tipo psiquiátrico dos medicamentos.

SAIBA MAIS SOBRE O DEPARTAMENTO DE NEUROCIRURGIA?

A Clínica Universidade de Navarra é um Centro pioneiro e com vasta experiência no tratamento cirúrgico da Doença de Parkinson (DP).

Os resultados da Cirurgia são a desaparição do tremor, a melhoria da rigidez e a redução da medicação".

O primeiro passo consiste em realizar uma Ressonância Magnética (RM) do cérebro, cujas imagens são utilizadas posteriormente por um programa de neuronavegação. A ressonância serve para calcular as coordenadas da zona onde se insertarão os elétrodos estimuladores.

Realiza-se uma pequena incisão no couro cabeludo e a seguir abre-se um orifício de 1 centímetro aproximadamente no crânio (estereotaxia). Graças à orientação oferecida pelo registo eletrofisiológico da atividade neuronal, é localizado o ponto exato onde pode colocar-se o estimulador elétrico.

A intervenção cirúrgica é realizada com anestesia local e o paciente está ciente durante todo o processo cirúrgico e inclusive pode colaborar com a equipa médica para conhecer o efeito da estimulação antes de o elétrodo ser implantado no cérebro definitivamente.

A segunda parte do tratamento é desenvolvida dias depois, mas com anestesia geral e consiste em colocar por baixo da pele os cabos de conexão e o marca-passo ou a bateria que subministra a estimulação elétrica. Geralmente, o marca-passo é inserido por baixo da clavícula.

A Cirurgia de Parkinson é realizada em pacientes que não toleram o tratamento farmacológico ou quando o tratamento não é eficaz. Igualmente, a Cirurgia é indicada em pessoas que apresentam uma doença incapacitante significante.

O sucesso da cirurgia tem a ver com a adequada seleção do candidato, a correta colocação do elétrodo no cérebro e o sucesso de uma correta estimulação e medicação.

A estimulação cerebral profunda é una intervenção cirúrgica reversível no caso de se produzirem efeitos secundários ou se o resultado não for o desejado.

Após a cirurgia, o paciente deve consultar com o neurologista para realizar o check-up de rotina. Às vezes, se os sintomas mudarem, pode ser necessário reprogramar o estimulador.

Saiba mais sobre a cirurgia de parkinson

Outras alternativas terapêuticas

Existe outra alternativa terapêutica indicada em pacientes que manifestam sintomas e sinais eminentemente unilaterais de Parkinson de vários anos de evolução, e em pacientes que por alguma razão específica não foi possível implantar um estimulador.

Esta técnica é conhecida como subtalamotomia e consiste em praticar uma termolesão controlada na zona motora do núcleo subtalâmico que causa a sintomatologia que o paciente manifesta.

Quando é indicada a Cirurgia?

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