Diagnóstico por radiofármacos

Diagnóstico por radiofármacos na Clínica

O radiofármaco é resultado da união de uma molécula biológica normal (proteína, aminoácido...) com um isótopo, sustância radioativa criada num aparelho denominado ciclotrão

Os radiofármacos são utilizados para fazer exames diagnósticos com tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons).

Essa substância permite o tomógrafo detectar a radiação emitida pelos átomos radiativos e assim localizar o tumor. O PET baseia-se na marcação de moléculas ou substratos metabólicos que serão usados nos exames diagnósticos.

Em Medicina Nuclear [ES] os radiofármacos são usados como compostos de contraste injetados no paciente, por via intravenosa, permitindo observar o interior do organismo de modo não invasivo e assim obter a imagem molecular desse organismo ou da doença determinada que se pretenda estudar.

O principal uso é o diagnóstico e pesquisa. Entre os radiofármacos mais usados temos nomeadamente FDG (glicose), Metionina, Colina ou FDOPA. 

A Clínica Universidade de Navarra é o único hospital espanhol com a capacidade de sintetizar e aplicar mais de 18 radiofármacos diferentes

O novo equipamento PET-TAC oferece melhor qualidade em menor tempo. “Isso se traduz em melhores resultados diagnósticos, maior segurança e exequibilidade na gestão clínica do paciente e nos resultados terapêuticos”. 

A radiofarmácia-PET permite diagnósticos bem específicos de certas doenças.

A base da tecnologia PET consiste em marcar, com isótopos emissores de pósitrons, as moléculas ou substratos metabólicos que se quer usar nos exames diagnósticos.

Para isso, os radiofármacos em Medicina Nuclear [ES] são usados como composto de contraste injetado no paciente permitindo observar o interior do organismo, in vivo, de uma maneira não invasiva e assim obter a imagem molecular do organismo ou da doença que se quer estudar. Este processo é feito antes de fazer o exame no tomógrafo.

Com a tecnologia PET as moléculas ou substratos metabólicos usados nos exames diagnósticos são marcados com isótopos emissores de pósitrons.

A tecnologia PET permite empregar diversos radiofármacos para obter o diagnóstico de certas doenças muito especificas. Por exemplo, se um paciente for suspeito de ter tumor no cérebro, em vez de lhe aplicar o radiofármaco FDG – um dos mais usados no exame da doença tumoral - na Clínica aplica-se outro chamado de metionina, que é específico para tumores cerebrais.

Contudo, se o paciente a ser analisado é suspeito de ter carcinoma hepatocelular, então se emprega outro radiofármaco, e outro diferente se for preciso determinar um diagnóstico de Parkinson.  

A Clínica Universidade de Navarra é o primeiro hospital espanhol capaz de sintetizar e aplicar até 18 radiofármacos diferentes para diagnosticar muito exatamente doenças oncológicas, Alzheimer e Parkinson, etc. A capacidade de produção e aplicação de outros centros de saúde espanhóis é entre 1 e 3.

O laboratório PET-GMP da Clínica permite ter acesso a novos compostos para estudar doenças mais complexas em áreas como oncologia, neurologia ou doenças inflamatórias.

O benefício da síntese duma ampla variedade de radiofármacos (como a metionina, a colina, a timidina, o acetato, a dopa, etc.) traduz-se em determinar o tratamento mais exato ou a gestão terapêutica mais adequada em doenças complexas: tumores de próstata, cerebrais, fígado, doenças degenerativas como o Parkinson ou o Alzheimer ou demências em geral.

As instalações satisfazem as condições BPF (boas práticas de fabricação) ou normas internacionais de correta elaboração, com as quais, além de produzir um número maior de radiofármacos, são melhoradas as condições de produção dos medicamentos, tanto em proteção radiológica quanto na dosagem personalizada para cada paciente. 

Em Medicina Nuclear [ES] os radiofármacos são usados como composto de contraste injetado no paciente permitindo observar o interior do organismo, in vivo, de um modo não invasivo e assim obter a imagem molecular ou a imagem da doença que se quer estudar.

Com a tecnologia PET, as moléculas usadas nos exames diagnósticos são marcadas com isótopos emissores de pósitron.

Assim que marcado o radiofármaco injeta-se ao paciente antes de fazer o exame no tomógrafo.
O laboratório PET-GMP da Clínica permite ter acesso a novos compostos úteis para o estudo de doenças mais complexas, em áreas como a oncologia, a neurologia ou as doenças inflamatórias.
O benefício da síntese de uma ampla variedade de radiofármacos (como a metionina, a colina, a timidina, o acetato, a dopa, etc.) traduz-se na possibilidade de determinar o tratamento mais exato ou a gestão terapêutica mais adequada em doenças complexas: tumores de próstata, cerebrais, fígado, doenças degenerativas como o Parkinson ou o Alzheimer ou demências em geral.

As instalações satisfazem as condições BPF (boas práticas de fabricação) ou normas internacionais de correta elaboração, com as quais, além de produzir um número maior de radiofármacos, são melhoradas as condições de produção dos medicamentos, tanto em proteção radiológica quanto na dosagem personalizada para cada paciente. 

Único hospital espanhol capaz de sintetizar 18 radiofármacos diferentes

  • 18FDG
    O 18FDG é indicado em Neurologia, Cardiologia e, principalmente, em Oncologia (sendo o radiofármaco principal no estudo da doença tumoral). A FDG não á um marcador tumoral específico, pelo que é preciso desenvolver outros radiofármacos para o diagnóstico de doenças específicas, como cancro de próstata, onde a exploração com 11C-colina complementa o estudo com FDG.
  • 11C-Metionina
    A principal aplicação clínica é analisar tumores cerebrais, a sua recorrência e valoração da resposta à radioterapia.
  • 11C-Colina
    Marcador específico para o diagnóstico precoce do cancro de próstata e estudo de seu alastramento.
  • 18F-FDOPA
    Usa-se principalmente como marcador da doença de Parkinson e para localizar tumores neuroendócrinos de difícil detecção.
  • 11C-Flumazenil
    Usa-se para localizar focos epileptógenos na valoração pré-cirúrgica da epilepsia.
  • 11C-Dihidrotetrabenazina
    Permite estudar perda de neurônios em doenças neurodegenerativas, como Parkinson, a atrofia multi-sistema, distúrbios do sono (fase REM) e determinação da densidade neuronal mediante PET.
  • [18F]FDDNP
    Une-se às proteínas beta-amiloides e tau, permitindo diferenciar entre pessoas com disfunção cognitiva leve daquelas com doença de Alzheimer, e das que não têm qualquer disfunção cognitiva.
  • [18F]MPPF
    Permite estudar anomalias no sistema serotoninérgico ao se unir com os receptores de serotonina 5-HT1A.
  • [18F]FHBG
    Traçador usado para estudos de monitoramento de terapia gênica.
  • [11C]FLB457
    É um traçador de alta afinidade com os receptores estriatais de dopamina D2.
  • [15O]H2O
    Permite determinar e quantificar o fluxo sanguíneo para analisar a perfusão de lesão tumoral ou para estudos de ativação cerebral em resposta a um estímulo.
  • [13N]NH3
    Usa-se principalmente em estudos de exequibilidade miocárdica.
  • 18F-Misonidazol
    É um marcador de hipóxia tumoral. Muito útil na seleção do tratamento terapêutico e para monitoramento dos efeitos após o tratamento.
  • 18F-FLT
    É um marcador de proliferação celular. A sua principal aplicação é no estudo de gliomas e na valoração precoce de resposta ao tratamento em outros tumores de maneira mais precoce do que a FDG.
  • 68Ga-DOTATOC
    É o único radiofármaco PET obtido no nosso centro sem usarmos o ciclotrão. A sua principal aplicação é no diagnóstico e gestão de tumores carcinóides e neuroendócrinos gastro-entero-pancreáticos, sendo muito útil na sua localização.
  • 11C-Acetato
    Radiofármaco usado em indicações cardiológicas (visualização do metabolismo de oxidação do miocárdico) e oncológicas (principalmente hepatocarcinomas).
  • 11C-Hidroxiefedrina
    Visualização da inervação miocárdica.
  • 11-C-PIB
    Marcador central na doença de Alzheimer que identifica placas amiloides no cérebro. 

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