Diagnóstico por radiofármacos

Saber mais sobre o diagnóstico com radiofármacos 

O radiofármaco é resultado da união de uma molécula biológica normal (proteína, aminoácido...) com um isótopo, substância radioativa originada num aparelho denominado ciclotrão. Essa substância permite o tomógrafo detectar a radiação emitida pelos átomos radiativos e assim localizar o tumor.

Em Medicina Nuclear os radiofármacos são usados como compostos de contraste injetados no paciente, por via intravenosa, permitindo observar o interior do organismo de modo não invasivo e assim obter a imagem molecular desse organismo ou da doença que se quer estudar.

O seu principal uso é o diagnóstico e pesquisa. Entre os radiofármacos mais usados temos nomeadamente FDG (glicose), Metionina, Colina ou FDOPA.

Imagen preview del infográfico sobre Laboratorio PET-GMP de la Unidad de Radiofarmacia de la Clínica
Que são y para que são usados os radiofármacos
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Um radiofármaco é qualquer produto medicinal com propósitos clínicos que, assim que pronto para ser empregado, tem um o mais radionuclidos (isótopos radiativos). Na Medicina Nuclear, aproximadamente 95% dos radiofármacos é usado com propósitos de diagnóstico.

Os radiofármacos são administrados ao paciente somente uma vez na sua vida ou mais duas vezes máximo. Estes produtos têm quantidades ínfimas de ingredientes ativos, portanto não apresentam atividade farmacodinâmica por serem usados em quantidades traça. Por conseguinte, não existe uma relação dose-resposta, portanto são significativamente diferentes dos demais fármacos convencionais.

A atividade radiativa da dose administrada ao paciente deve ser suficiente para fazer o estudo ou o tratamento pretendido, mais não mais do que isso. Cada radiofármaco tem um intervalo de dose recomendado para cada uma das indicações clínicas autorizadas.

A esterilidade também é um requerimento indispensável nos preparos administração parentérica, pelo que devia ser controlada. No preparo e marcação de radiofármacos usam-se produtos esterilizados trabalhando em condições acéticas. 

Os radiofármacos são usados como composto de contraste injetado no paciente permitindo observar o interior do organismo, in vivo, de um modo não invasivo e assim obter a imagem molecular do órgão ou da imagem da doença que se quer estudar.

Com a tecnologia PET, as moléculas ou substratos metabólicos usados nos exames diagnósticos são marcados com isótopos emissores de pósitrons. Assim que marcado o radiofármaco injeta-se no paciente antes de fazer o exame no tomógrafo.

> Leia mais sobre os usos dos radiofármacos

O radiofármaco é elaborado na sala de produção num ambiente estéril

ssim que os materiais são recebidos no Laboratório PET-GMP da Clínica Universidade de Navarra, começa a elaboração do radiofármaco. Esta etapa do processo é feita na sala de produção. Trata-se de uma zona do laboratório onde a pureza do ar é superior à da saída de recepção. Para atingir o maior grão possível de assepsia, o pessoal deve usar vestuário especial, num ambiente totalmente estéril.

O radiofármaco cria-se de dois componentes: uma fração radiativa e outro composto que age como reativo ao qual se une a parte radiativa para criar o radiofármaco final.

A produção do isótopo radiativo se faz num dispositivo fora das instalações do laboratório chamado de ciclotrão.

Assim que criado é levado do ciclotrão para o laboratório, através de tubos subterrâneos. Os tubos atingem as celas de síntese que estão blindadas, o que garante que não exista risco de irradiação. Nessa zona começam a se produzir as reações químicas entre o material radiativo e o reativo, necessárias para obter o radiofármaco.

Assim que o preparo acabar, o produto é purificado e extraído do módulo de síntese numa ampola de monodose, calculada para uso individual num paciente específico. 

Os radiofármacos são usados como composto de contraste injetado no paciente. “Permitem observar o interior do organismo de um modo não invasivo”. 

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