Tumores cerebrais

diagnóstico e tratamento dos tumores cerebrais

A Clínica Universidade de Navarra tem uma grande experiência assistencial e investigativa quanto ao tratamento de tumores cerebrais. É pioneira em técnicas e ensaios clínicos, como a imunoterapia que é usada para o tratamento de glioblastoma e o microscópio de fluorescência que e usado para obter taxas extraordinárias de extirpação completa de glioma maligno.

As pesquisas feitas demonstram que o índice de sobrevivência ou de cura dos tumores cerebrais depende, em grande parte, da extirpação total do tumor.

O Glioblastoma Multiforme é o tipo de tumor cerebral maligno mais frequente. A sua extirpação é complicada, já que a sua forma difusa dificulta a sua diferenciação do tecido cerebral saudável.

Portanto, a Clínica Universidade de Navarra incluiu para a realização da cirurgia um microscópio de fluorescência que, através de uma substância inócua para o paciente, pode identificar completamente a zona tumoral e diferenciá-la da zona saudável, tendo como resultado uma extirpação total do tumor em 83% dos casos. Antes de usar o microscópio de fluorescência o resultado era de 30%.  

Provas de imagem

A Clínica dispõe das provas de imagem mais avançadas. A ressonância magnética [ES] permite ver as lesões do tecido cerebral, a sua localização e o seu tamanho. O uso das sequências mais sofisticadas de ressonância e da tomografia por emissão de positrões (PET) com metionina possibilita a determinação do tipo de tumor. É possível transferir esta informação a dispositivos móveis em salas de cirurgia que correlacionam essas imagens com o espaço real onde se trabalha.

Biopsia [ES]

A obtenção de tecido e a sua posterior análise por um neuropatologista é necessária para estabelecer um diagnóstico preciso e saber de que tipo e grau é o tumor. A biopsia pode realizar-se por cirurgia aberta ou mediante uma punção guiada por imagem.

Este segundo caso tem a ver com a técnica chamada estereotáxica, que supõe menos moléstias para o paciente. Com uma técnica meticulosa, na sala de cirurgia e no laboratório, é possível obter amostras de suficiente qualidade e quantidade para diagnosticar e realizar os marcadores moleculares necessários.

Técnica analítica de plasma

Deteta a existência do glioma e o seu grau de malignidade nos casos onde for impossível realizar uma biopsia por conta da sua localização.


A utilização de microscópio de fluorescência consegue duplicar a extirpação completa de tumores cerebrais malignos.

Para que o tratamento com imunoterapia seja eficaz, possuímos um bloco operatório com um microscópio fluorescente, que aumenta a percentagem da extração tumoral". 

A Clínica Universidade de Navarra dispõe do microscópio de fluorescência, uma técnica inovadora que permite extirpar totalmente o tumor em mais de 80% dos casos.

Os objetivos da cirurgia dos tumores cerebrais são:

  1. Obter um diagnóstico exato e preciso do tumor.
  2. Diminuir a pressão que se exerce sobre o cérebro saudável para melhorar os sintomas.
  3. Extirpar o tumor, já que pode curá-lo e facilitar o efeito de outros tratamentos.
  4. Extirpar o tumor sem causar danos nas zonas saudáveis limítrofes.

Monitorização neurofisiológica na sala de cirurgia

Ajuda a determinar se a cirurgia pode ou não seguir por uma zona sem produzir sequelas no paciente. Aumenta a extirpação e diminui as complicações.

Cirurgia guiada por imagem intraoperatória

A imagem da Ressonância Magnética Nuclear (RMN) previa é usada como mapa para um navegador que ajuda o cirurgião a detetar a presença de tumores. 

A quimioterapia visa destruir a célula tumoral.

No caso dos tumores cerebrais, existem duas características importantes que fazem com que seja mais difícil administrar quimioterapia:

  • A Barreira Hematoencefálica (BHE) protege o Sistema Nervoso Central (SNC) de substâncias tóxicas presentes no sangue.
  • A especial resistência de estes tumores aos fármacos quimioterápicos atuais.

O tratamento quimioterápico aplicado depende do tipo de tumor cerebral. A quimioterapia demonstrou a eficácia para prolongar a sobrevivência nos gliomas de alto grau.
Depois de ter a confirmação do diagnóstico, a quimioterapia é o tratamento de eleição na maioria dos pacientes com linfomas primários do SNC.

Para tratar os tumores cerebrais que aparecem em crianças, o tratamento quimioterápico é fundamental, já que tem uma maior sensibilidade a estes fármacos.

A quimioterapia, em muitos casos, não consegue deter a progressão da doença, apesar de todos os tratamentos. Portanto, é importante continuar a realizar as pesquisas básicas e os ensaios clínicos. 

A radioterapia pode curar alguns tumores benignos.

A precisão na planificação e realização da radioterapia é necessária para poder garantir que se dá a máxima dose ao tumor e, ao mesmo tempo, preservar e não causar danos aos tecidos normais.

Na Clínica, esta precisão é possível, dado que dispomos de profissionais qualificados e contamos com uma vasta experiência e com a tecnologia mais avançada em provas de imagem para una correta e cuidadosa planificação.

A radioterapia também pode curar alguns tumores benignos, especialmente se o seu tamanho e a sua localização permitem uma radiação suficientemente elevada ao volume do tumor.

Os estudos demonstraram que a sua administração no período pós-operatório não aumenta a sobrevivência destes pacientes, mas sim aumenta o tempo para poder controlar o tumor. 

Vacinas celulares personalizadas contra o tumor cerebral mais agressivo.

A Clínica é o único Centro Espanhol que realiza um estudo para tratar os Glioblastomas, usando imunoterapia. A nova terapia, que se administra aos pacientes participantes em forma de vacinas, combina-se com o tratamento padrão de primeira linha. Consiste na extirpação cirúrgica do tumor, na administração de radioterapia e quimioterapia com temozolomida.

O Sistema Imunitário é fundamental para o desenvolvimento e controlo dos tumores. A imunoterapia visa direcionar ou aumentar a resposta do Sistema Imunitário do paciente.

O volume de doença limitado e a união de quimioterapia e imunoterapia fazem com que esta seja uma excelente opção além do tratamento dos pacientes com Glioblastoma. 

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