Mieloma múltiplo

diagnóstico e tratamento do mieloma múltiplo

Na Clínica Universidade de Navarra oferecemos um tratamento e acompanhamento personalizado. A dose e os fármacos administrados classificam-se segundo as características próprias de cada paciente.

Em termos gerais, o tratamento que se realiza na Clínica Universidade de Navarra baseia-se na utilização de quimioterapia.

Às vezes, especialmente nos pacientes menores de 65 anos, após finalizar o tratamento quimioterápico, realiza-se um autotransplante de progenitores hematopoiéticos. Este procedimento resulta muito útil para poder manter a resposta imunitária.

Nos últimos anos, temos tido a oportunidade de contar com uma quantidade importante de novos fármacos para tratar o mieloma, como o Bortezomib (inibidor do proteasoma) ou a Lenalidomida (imunomodulador).

Além disso, estão em fase de investigação novas terapias como o desenvolvimento de vacinas específicas contra o mieloma (vacinas anti-idiotipo) ou a realização de transplantes alogénicos de progenitores hematopoiéticos de intensidade reduzida. 

Às vezes, o diagnóstico do mieloma em um indivíduo assintomático realiza-se a partir do momento em que se deteta uma banda monoclonal em um exame analítico efetuado com motivo de um check-up médico, de uma revisão da empresa, etc.

O facto de detetar um componente monoclonal em sangue ou em urina nem sempre é sinónimo de Mieloma Múltiplo. De facto, na maioria dos casos, após o estudo oportuno, o diagnóstico é de gamapatias monoclonal de significado desconhecido, um transtorno benigno que não requer tratamento, mas sim seguimento contínuo, já que, alguns casos, podem transformar-se em um mieloma com a passagem do tempo.

Em paciente sintomático

O estudo inclui a realização de um exame analítico de sangue e urina, uma punção da medula óssea, um estudo de imagem de tipo esquelético, por exemplo: ressonância magnética, gamagrafia óssea, PET. Estas técnicas permitem detetar precocemente as complicações ósseas secundárias à doença para poder tratá-las de forma mais eficaz.

Neste sentido, hoje em dia é fundamental realizar um estudo de citometria de fluxo (imunofenótipo), citogenética (análise dos cromossomas) e biologia molecular para poder identificar importantes fatores prognósticos que permitem eleger o tratamento mais adequado para cada paciente.


Dr. San Miguel explica o mieloma múltiplo e os tratamentos existentes para esta doença

Uma das áreas em que mais trabalhamos é em tumores hematológicos. Nos mielomas, identificamos novas células-alvo terapêuticas com estudos genéticos".

Em termos gerais, o tratamento do mieloma múltiplo baseia-se em utilizar quimioterapia. É um tratamento sistémico em que se administram um ou mais fármacos antitumorais combinados. A quimioterapia para ou adia o aparecimento das células cancerígenas, mas também pode afetar as células saudáveis.

Por vezes, especialmente nos pacientes menores de 65 anos, após finalizar o tratamento quimioterápico, procede-se à realização de um autotransplante de progenitores hematopoiéticos. Este procedimento resulta muito útil para poder manter a resposta imunitária.

As células atípicas, que se produzem quando existe um mieloma, originam e secretam uma imunoglobulina anómala ao sangue que produzem um excesso de cadeias ligeiras que o rim não é capaz de eliminar eficazmente e que podem ocasionar um dano irreversível na função renal. A aplicação simultânea de um tratamento de quimioterapia para reduzir as células plasmáticas que produzem as cadeias ligeiras e a diálise [ES], que permite eliminar eficazmente estas cadeias, aumenta as possibilidades de uma melhor recuperação da função renal. 

Objetivo: obter células restauradoras da função da medula óssea.

A Clínica tem mais de 20 anos de experiência em transplante de progenitores hematopoiéticos. Desde o ano 1989, a Clínica Universidade de Navarra realiza transplantes de progenitores hematopoiéticos (de medula óssea), tanto autólogos –o dador é o paciente-, como alogénicos –o dador é a outra pessoa.

Este tipo de transplante é desenvolvido de modo multidisciplinar: Hematologia, Oncologia, Pediatria [ES], Banco de Sangue e Imunologia [ES].

O transplante de progenitores hematopoiéticos utiliza-se em doenças neoplásicas (tumores malignos) ou doenças com alteração da função da medula óssea (produtora das células do sangue). Também trata doenças do sistema imunitário e algumas alterações metabólicas congénitas.
As células progenitoras hematopoiéticas eram extraídas da medula óssea. Atualmente, são extraídas, principalmente, do sangue e, às vezes, são extraídas do cordão umbilical e da placenta. Estas células encontram-se no interior da medula óssea dos ossos (sobre todo quadril, vértebras e costelas), mas, às vezes, aumenta o seu número no sangue circulante, motivo pelo qual podem obter-se também pelas veias.

O objetivo é restaurar a função da medula óssea para que produza células sanguíneas com normalidade.

Atualmente, na Área de Transplante Hematopoiético há ensaios clínicos abertos para o acondicionamento pré-transplante com radioimunoterapia (tanto em transplante autólogo como alogénico) e para o tratamento da doença -enxerto contra hospede- mediante células estaminais mesenquimais da medula óssea produzidas no Laboratório GMP.

> Saiba mais sobre o transplante de progenitores hematopoiéticos 

A aplicação dos anticorpos monoclonais é um dos tratamentos que mais tem revolucionado na terapia dos mieloma múltiplos.

Trata-se de proteínas dirigidas contra outras proteínas da superfície das células tumorais (antígenos), razão pela qual pressupõem um tratamento ainda mais específico contra o tumor. Geralmente, também é combinado com quimioterapia.

Na Clínica Universidade de Navarra, já se administrou este tratamento de maneira conjunta com a quimioterapia a mais de uma centena de pacientes e a sua utilização elevou em uma percentagem significativa a taxa de resposta obtida só com a quimioterapia. O anticorpo mais usado é o anti-CD20, que se une às células linfoides e induz a sua destruição.

Da mesma forma, em coordenação com o Serviço de Medicina Nuclear, [ES] já se começaram a utilizar outros tipos de anticorpos monoclonais que somam a ação de um isótopo radioativo ao qual vão unidos à eficácia do anti-CD20.

A Clínica Universidade de Navarra é o primeiro Centro no mundo em fazer um ensaio clínico de tratamento do mieloma que inclui o transplante alogénico e a vacinação de dador e receptor com uma vacina anti-idiotipo.

O objetivo é criar uma reação imunitária nos pacientes cuja doença está nos seus primeiros estádios ou em pacientes cuja doença está em remissão. O uso deste tipo de vacina, criada para que produza uma resposta imune, já se está estudando em vários tipos de síndromes linfoproliferativas.

O mesmo laboratório já desenvolveu vacinas específicas para tratar as proteínas que produzem as células do mieloma, e, ao mesmo tempo, está a utilizar outras estratégias de imunoterapia com células dendríticas. 

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