Linfomas

diagnóstico e tratamento dos linfomas

Os linfomas são uma das principais linhas de investigação nas quais está envolvida a Cínica Universidade de Navarra.

Na Clínica Universidade de Navarra, a responsabilidade do tratamento dos pacientes com doenças linfoproliferativas crónicas e linfomas depende do Serviço de Hematologia, que coordena todas as atividades focadas no tratamento e prevenção das complicações da doença.

Oferecemos uma abordagem multidisciplinar do diagnóstico e do prognóstico da doença. As considerações terapêuticas globais da doença desempenham um papel fundamental no que diz respeito à eficácia do tratamento, isto é, não só no tratamento que cada paciente vai precisar no momento do diagnóstico, mas também do que possa precisar no futuro perante qualquer recaída.

Os Departamentos de Hematologia e Oncologia da Clínica têm desenvolvido um programa integral de atendimento aos pacientes com doenças linfoproliferativas crónicas, o qual inclui todos os aspectos relacionados com o diagnóstico, prognóstico e tratamento da doença. 

O objetivo deste procedimento médico é obter as células restauradoras da função da medula óssea.

O transplante de progenitores hematopoiéticos ou transplante de medula óssea é utilizado nos casos seguintes:

  • Doenças neoplásicas (tumores malignos).
  • Doenças com uma alteração da função da medula óssea (produtora das células do sangue).
  • Doenças do sistema imunitário.
  • Alterações metabólicas congénitas.

As células progenitoras hematopoiéticas eram obtidas da medula óssea. Na atualidade, são maioritariamente extraídas do sangue e, por vezes, do cordão umbilical e da placenta. Estas células encontram-se no interior da medula óssea dos ossos (especialmente nas ancas, vértebras e costelas), mas ocasionalmente aumenta o seu número no sangue circulante, é por esta razão que também podem ser obtidas através das veias.

>> Leia mais sobre o transplante de progenitores hematopoiéticos


Dr. Panizo explica como funciona a imunoterapia contra o linfoma

As vacinas acionam o sistema imunitário dos doentes tratados contra as células do linfoma folicular, tornando-as imunes. Aqueles pacientes que respondem à vacina vivem mais ou não recaem.”

A quimioterapia ambulatorial é o tratamento específico do linfoma.

A escolha do regime de quimioterapia mais adequado depende do tamanho do tumor, a afetação dos gânglios, a existência de metástase à distância, os tratamentos prévios, o subtipo tumoral do cancro, a idade, a comorbidade, o estado funcional do paciente e a potencial toxicidade.

Na maior parte dos casos, a quimioterapia é administrada ambulatoriamente no Hospital de Dia, que permite tratamentos prolongados sem necessidade do internamento hospitalar e a devida comodidade para o paciente.

É um tratamento sistémico no qual são administrados um ou mais fármacos antitumorais combinados. O seu objetivo é destruir as células tumorais com o intuito de conseguir a diminuição da doença através do uso de uma grande variedade de fármacos. Pode ser utilizado só um medicamento, mas, em geral, são ainda mais eficazes quando combinados. 

Alguns pacientes com linfoma são suscetíveis ao tratamento com radioterapia. O Departamento de Radioterapia Oncológica da Clínica tem à sua disposição os aceleradores lineares precisos para realizar este tipo de tratamentos.

O seu mecanismo de ação baseia-se no dano direto e indireto do ADN celular que produz alterações funcionais e/ou estruturais e, posteriormente, a morte celular.

Anticorpos monoclonais, um tratamento revolucionário contra os linfomas.

A implementação dos anticorpos monoclonais é um dos tratamentos que mais tem revolucionado a terapia dos linfomas. Trata-se de proteínas dirigidas contra outras proteínas da superfície das células tumorais (antígenos), pelo que supõem um tratamento muito mais específico contra o tumor. Frequentemente é combinado com a quimioterapia.

Na Clínica Universidade de Navarra tem sido administrado este tratamento, conjuntamente com a quimioterapia, a mais de uma centena de pacientes e a sua utilização fez com que fosse elevada de maneira significativa a taxa de resposta obtida somente com a quimioterapia.

O anticorpo mais utilizado é o anti-CD20, que se mistura com as células-tronco linfoides e induz a sua destruição. Neste sentido, em coordenação com o Serviço de Medicina Nuclear, iniciou-se a utilização doutros tipos de anticorpos monoclonais que somam a ação de um isótopo radiativo com o que estão unidos à eficácia do anti-CD20.

Ensaio clínico com vacinas que não provoquem a rejeição nem aumentem a toxicidade.

O seu objetivo é criar uma reação imunológica nos pacientes cuja doença está nas primeiras fases ou em remissão.

Encontram-se em ensaios clínicos para provar a eficácia no linfoma folicular. Após a administração da primeira fase do tratamento convencional com quimioterapia R-CHOP, é habitual que a doença remita de maneira parcial ou completa.

A administração da quimioterapia é realizada durante seis meses através de um ciclo de tratamento por mês. Os pacientes candidatados para participarem no ensaio clínico são aqueles que são diagnosticados de linfoma folicular sem serem tratados ou tratados com a quimioterapia e, neste caso, que apresentem remissão parcial ou completa.

O aumento da incidência do linfoma folicular ocorre especialmente em idosos. Este é um dos principais motivos para estudar um tratamento que possa potenciar a eficácia das terapias convencionais contra esta doença, mas que não aumente a sua toxicidade.

Entre outras vantagens, o novo tratamento com linfócitos do próprio paciente não suscita rejeição e não aumenta a toxicidade. 

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