Hepatocarcinoma

diagnóstico e tratamento do hepatocarcinoma

A Clínica Universidade de Navarra oferece rapidez no diagnóstico, muito importante nestes casos, graças ao seu avançado equipamento de técnicas de imagem. Os nossos resultados de transplante hepático encontram-se entre os melhores do mundo.

A percentagem de pacientes em que se consegue a extirpação total do tumor é das mais elevadas da Espanha. A taxa de complicações é baixa, nos níveis de qualidade dos melhores hospitais do mundo.

Após o diagnóstico, uma equipa multidisciplinar elabora um plano de tratamento, usando a tecnologia mais avançada.

Além de usar a terapêutica habitual, oferecemos tratamentos inovadores como a aplicação de microesferas de Ítrio-90 (Y-90), com excelentes resultados inclusive em pacientes com doença avançada e poucas opções de tratamento. 

A Clínica realiza diversas técnicas para diagnosticar os tumores hepáticos, entre os quais se encontra o hepatocarcinoma.


Quimioterapia

O objetivo da quimioterapia é destruir as células tumorais para diminuir a doença, combinando grande variedade de fármacos, o que faz com que seja mais eficaz.

As células cancerígenas crescem e dividem-se rapidamente. A quimioterapia para ou adia o seu crescimento e demonstra uma diminuição das recaídas da doença e um aumento de sobrevivência.

A frequência e a duração da quimioterapia dependem do tipo de cancro, dos objetivos do tratamento, dos medicamentos que se vão utilizar e da maneira em que o corpo reaja.

Durante o tratamento ou depois de o ter terminado, o oncologista solicitará provas diagnósticas para conhecer como responde o tumor à quimioterapia: se desapareceu o diminuiu, ou se permanece estável ou se ,pelo contrário, evoluiu. 


Radioembolização é um novo tratamento para tumores hepáticos não operáveis.

A radioembolização com esferas de ítrio-90 é um tratamento excelentemente tolerado que produz um controlo da doença em mais de 80% dos casos”.

Embolização arterial

É um tratamento vascular muito seletivo limitado ao fígado.

Consiste em injetar através da artéria, e do modo mais seletivo possível, umas diminutas esferas plásticas que obstruem os pequenos vasos sanguíneos. O resultado é que o tumor fica ou os tumores ficam sem risco sanguíneo. O tratamento costuma repetir-se cada seis semanas tantas vezes como seja necessário, habitualmente três ou quatro vezes.

Embora a embolização arterial não precise de sala de cirurgia nem de anestesia, é frequente que a estadia hospitalar seja entre dois e quatro dias, tempo necessário para controlar efeitos secundários como a dor, as náuseas e a febre. Mesmo que não seja um tratamento especialmente arriscado, é comum encontrar-se cansado ou com febre baixa os dias posteriores.

A embolização é um tratamento que pode utilizar-se quando outros mais resolutivos, como a cirurgia ou a radiofrequência, não são possíveis.

A sua aplicação oferece maior sobrevivência aos pacientes e pode ser curativa. Há que considerar que somente pode aplicar-se quando a função hepática for a melhor. 

O Ítrio-90 são microesferas radioativas que vão diretamente ao fígado.

Este tratamento é dirigido aos tumores hepáticos e leva, diretamente ao fígado, milhões de bolinhas radioativas microscópicas (rádio ou microesferas).

Estas microesferas contém o elemento radiativo Ítrio-90, cuja rádio transmite informação a uma distância muito curta (2,4 mm) e ao serem colocadas próximas da zona do tumor, permite controlar a zona de radiação, evitando assim provocar algum dano nas zonas saudáveis.

> Saiba mais sobre as radioesferas de Ítrio-90 (Y-90) 

A radiofrequência consiste em uma técnica terapêutica simples, segura e muito bem tolerada.

Baseia-se na aplicação de um intenso calor nos tumores hepáticos, quer primários quer secundários (metástase hepática).

Para conseguir transmitir esse calor intenso aos tumores, utilizam-se umas agulhas que se introduzem no fígado através da pele, em um procedimento que não requer anestesia geral, mas sim requer uma sedação profunda para que resulte menos incómodo. Para a colocação das agulhas nos tumores, o especialista utiliza uma ecografia para se guiar.

Uma vez colocadas, aplica-se a energia que gera calor durante alguns minutos. Todo o tecido que rodeia a agulha, até um diâmetro máximo de 5 cm, fica calcinado. Portanto, este tratamento sé serve para tumores de 5 cm ou menos.

Quando os tumores no são visíveis na ecografia ou quando são vários e o procedimento vai-se prolongar, pode ser realizado na sala de cirurgia, com cirurgia aberta ou por laparoscopia.

Em termos gerais, o tempo de admissão hospitalar é de 24 horas. 

A Clínica conta com um dos melhores resultados em sobrevivência: mais de 90% dos pacientes vivos 1 ano depois da intervenção cirúrgica e uma sobrevivência aproximada aos 5 e 10 anos d 70 e 60%, respetivamente.

A equipa de cirurgiões e hepatologistas da Clínica Universidade de Navarra ultrapassou os 400 transplantes hepáticos, mais de uma vintena de dador vivo. Isto faz com que a Clínica seja um dos Centros hospitalares espanhóis especializado em transplantes de fígado de dador vivo adulto.

É o único tratamento curativo para doenças graves como a cirrose, alguns tumores, anomalias hepáticas congénitas ou transtornos metabólicos cuja deficiência está no fígado. Consiste em extirpar o fígado doente, completo ou uma parte, e substitui-lo por um que esteja saudável de um dador morto ou vivo.

> Saiba mais sobre o transplante hepático

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