Hepatocarcinoma

saiba mais sobre o hepatocarcinoma

O Hepatocarcinoma é o tumor primário do fígado mais frequente.

Constitui a quinta causa de morte por cancro no mundo e em Espanha. De facto, aparecem entre 5.000 e 8.000 novos casos a cada ano.

Hoje em dia contamos com uma grande variedade de tratamentos, por exemplo: o transplante hepático, a ressecção cirúrgica, a ablação por radiofrequência, a quimioembolização ou a radioembolização. Além disso, nos últimos anos têm-se desenvolvido fármacos capazes de atuar sistemicamente em diferentes etapas da doença.

A Clínica Universidade de Navarra tem uma experiência de mais de vinte e cinco anos no tratamento deste tumor. O nosso objetivo é oferecer o melhor tratamento e desenvolver linhas de investigação que nos ajudem a encontrar novas terapias. O nosso Centro é a peça principal da investigação nesta área.

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O transplante hepático intervivos.
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Histórica de transplante entre dádiva em vida de uma filha de seu pai
Incidência e tratamento do carcinoma hepatocelular.

Na maioria dos casos, o Hepatocarcinoma não apresenta nenhum sintoma até estar em estádios avançados do seu desenvolvimento. Isto é devido a que no interior do fígado não dói e pode ter um tumor de grande tamanho sem manifestar sintomas. Não obstante, tumores pequenos podem apresentar sintomas porque entopem a via biliar e fazem com que apareça icterícia, ou porque se rompem e provocam hemorragias.

Ao paciente sentir qualquer sintoma, o mais aconselhável é consultar o especialista.

Quando os tumores vão aumentando o seu tamanho, sem ocasionar problemas, acabam por causar cansaço intenso, falta de apetite, perda de peso, dor debaixo das costelas direitas ou coceiras. 

O Hepatocarcinoma, em Espanha e no resto de países ocidentais industrializados, aparece quase sempre como consequência de uma doença hepática de prolongada evolução, que na maioria dos casos é uma hepatite crónica. A maioria dos pacientes tem mais de 40 anos.

Os vírus da hepatite B e C produzem, às vezes, cirrose e alguns dos pacientes com cirrose desenvolvem tumores no fígado. As cirroses de outra origem, como álcool ou transtornos metabólicos, também predispõem o aparecimento do hepatocarcinoma.

Nas zonas em que o cancro do fígado é mais frequente (Sudeste Asiático e África), produz-se com maior frequência sem necessidade de cirrose hepática prévia. Nestas regiões, os pacientes adoecem, geralmente, a uma idade precoce (antes dos 40 anos).

Desde o momento em que o novo fígado é implantado no organismo, o sistema imunitário reconhece-o como alheio e luta contra o novo órgão. Para evitar a rejeição, existem fármacos denominados imunossupressores, os quais devem ser tomados durante toda a vida.

O paciente deve ingerir alimentos com garantia sanitária e manter uma dieta equilibrada, controlando o consumo de gordura e o nível de glicose. Portanto, não poderá ingerir álcool.

É aconselhável praticar exercício físico e manter hábitos saudáveis de higiene: corporal, roupa e habitação. Além disso, deve evitar, sempre que for possível, a exposição solar.

Na Clínica, entrega-se um relatório de enfermagem ao paciente transplantado em que se indicam todos os cuidados para os primeiros dias.

Após receber tratamento com microesferas de Ítrio-90 (Y-90), o paciente deve seguir as recomendações do médico para se sentir melhor e não apresentar complicações.

Como medida de prevenção, é possível que receba medicamentos complementares como analgésicos, anti-inflamatórios, fármacos para as náuseas e antiulcerosos para evitar ou reduzir os efeitos secundários.

Não é necessária uma dieta, mas sim uma higiene adequada. No caso de as mulheres estarem em idade fértil, devem evitar a fecundação durante os dois primeiros meses posteriores ao tratamento. As mães lactantes também não devem amamentar ao seu bebé durante as duas semanas seguintes após o tratamento.

Os principais avanços quanto ao transplante hepático têm a ver com a experiência das equipas médicas, com o domínio dos medicamentos e com os novos fármacos de que dispomos".

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