Glioblastoma

diagnóstico e tratamento do glioblastoma multiforme

A Clínica Universidade de Navarra dispõe de uma Área de Tumores Cerebrais que conta com uma equipa médica altamente especializada e com a tecnologia mais avançada para diagnosticar e tratar esta patologia.

A Clínica tem a série de pacientes com maior volume médio de extirpação de Glioblastoma. Com a ajuda do microscópio de fluorescência consegue-se a extirpação completa em 83% dos casos.

Além disso, estamos na vanguarda tanto em tratamentos como em investigação: somos o único centro espanhol que realiza um estudo para o tratamento dos Glioblastomas com imunoterapia através de vacinas personalizadas combinadas com o tratamento standard de primeira linha.

Por outro lado, a inclusão da ressonância magnética [ES] e da tomografia por emissão de positrões (PET) como técnicas diagnósticas pressupõem um importante avanço no diagnóstico e na aplicação do tratamento.

Oferecemos um atendimento personalizado com uma abordagem multidisciplinar. Isto permite-nos dar ao paciente o melhor tratamento e dedicar o tempo necessário. Praticamos medicina personalizada.

Provas de imagem

A Clínica dispõe das provas de imagem mais avançadas.

  • A ressonância magnética [ES] permite ver as lesões do tecido cerebral, a sua localização e o seu tamanho.
  • Se são incluídas as sequências mais sofisticadas de ressonância e a tomografia por emissão de positrões (PET) com metionina, pode determinar o tipo de tumor.
  • É possível transferir esta informação a dispositivos móveis em salas de cirurgia que correlacionam essas imagens com o espaço real em que se trabalha.

Biopsia

  • A obtenção de tecido e a sua posterior análise por um neuropatologista é necessária para estabelecer um diagnóstico preciso e saber de que tipo e grau é o tumor.
  • A biopsia pode realizar-se por cirurgia aberta ou mediante uma punção guiada por imagem
  • Este segundo caso tem a ver com a técnica chamada estereotáxica, que supõe menos moléstias para o paciente. Com uma técnica meticulosa, na sala de cirurgia e no laboratório, é possível obter amostras de suficiente qualidade e quantidade para diagnosticar e realizar os marcadores moleculares necessários.

Técnica analítica de plasma

Deteta a existência do glioma e o seu grau de malignidade nos casos em que, pela sua localização, resulta impossível realizar uma biopsia.


A utilização de microscópio de fluorescência consegue duplicar a extirpação completa de tumores cerebrais malignos.

A Clínica Universidade de Navarra tem a série de pacientes com maior volume médio de extirpação de glioblastoma. Utiliza uma técnica inovadora, o microscópio de fluorescência, que pode extirpar totalmente do glioblastoma em 83% dos casos. Estes dados já foram publicados em revistas científicas internacionais.

Desde um ponto de vista geral, no caso de extirpar toda a parte do tumor, os tumores de grau 1 e alguns de grau 2 podem ser curados somente com cirurgia. Em tumores de baixo grau que não possam ser operados totalmente e em tumores de grau 3 e 4, a cirurgia deve ser acompanhada por tratamentos de radioterapia e quimioterapia.

> Saiba mais sobre a cirurgia dos tumores cerebrais  [ES]

A quimioterapia demonstrou ser eficaz para prolongar a sobrevivência dos pacientes com gliomas de alto grau.

O standard atual é o uso tanto de temozolomida como de radioterapia e, pelo menos, 6 ciclos depois.

Além de usar este tratamento standard, existem outras opções sobre as que aparecem novos dados cada ano. O uso destas segundas linhas, cujo uso é mais complexo, depende de cada caso e da experiência do oncologista.

A quimioterapia, em muitos casos, não consegue deter a progressão da doença, apesar de usar todos os tratamentos. Portanto, é importante continuar a realizar pesquisas básicas e ensaios clínicos.

A radioterapia pode curar alguns tumores benignos.

A precisão na planificação e realização da radioterapia é necessária para poder garantir que se dá a máxima dose ao tumor e, ao mesmo tempo, preservar e não causar danos aos tecidos normais. Esta precisão depende da experiência dos profissionais qualificados e do cuidado na planificação, das provas de imagens disponíveis para uma correta e cuidadosa planificação e dos equipamentos disponíveis.

Utilizam-se técnicas inovadoras como a radioterapia tridimensional conformada, radioterapia com modulação da intensidade do feixe e técnicas estereotáxicas que requerem aceleradores lineais de última geração e um suporte informático importante.

Em gliomas de alto grau o tratamento que demonstrou uma maior sobrevivência é a combinação de cirurgia, radioterapia a uma dose maior que em gliomas de baixo grau e quimioterapia. O componente do tratamento pós-operatório que demonstrou maior benefício é a radioterapia. 

Vacinas celulares personalizadas contra o tumor cerebral mais agressivo.

A Clínica é o único Centro Espanhol que realiza um estudo para tratar os Glioblastomas, usando imunoterapia. A nova terapia, que se administra aos pacientes participantes em forma de vacinas, combina-se com o tratamento standard de primeira linha. Consiste na extirpação cirúrgica do tumor, na administração de radioterapia e quimioterapia com temozolomida.

O Sistema Imunitário é fundamental para o desenvolvimento e controlo dos tumores. A imunoterapia visa direcionar ou aumentar a resposta do Sistema Imunitário do paciente.

O volume de doença limitado e a união de quimioterapia e imunoterapia fazem com que esta seja uma excelente opção além do tratamento convencional que é usado pelos pacientes com Glioblastoma. 

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