Cancro do pulmão

saber mais sobre o cancro do pulmão

O cancro do pulmão surge pela proliferação exagerada e sem controlo de determinadas células do pulmão, causando problemas locais por ocupação de espácio e compreensão de estruturas próximas.

Se não for controlado pontualmente, as células malignas chegam em outros órgãos do corpo (metástase) pela circulação sanguínea ou linfática.

O hábito de fumar é o fator de risco mais importante no desenvolvimento do cancro do pulmão. Um 90% desses tumores malignos são causados pelo tabaco.

Um fumador corre o risco de sofrer cancro do pulmão de 10 a 30 vezes mais do que um não fumador.

Para o cancro do pulmão não existe nenhum programa de detecção precoce extensivo à população geral.

Caso contrário, a Clínica Universidade de Navarra oferece um programa desta natureza mediante um scâner torácico de baixa radiação. 

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O tratamento quando o câncer de pulmão é detectado
10 razões para deixar de fumar

O sintoma mais comum do cancro do pulmão é a tosse persistente, associada ou não à expectoração. Acontece em um 45-75% dos pacientes

Em pacientes assintomáticos, o diagnóstico se faz casualmente em uma radiografia de tórax de rotina ou por outras razoes (seguros, exames, etc.).

Na maioria dos casos, o paciente vai para o consultório porque apresenta sintomas produzidos pelo tumor primário (tumor original no pulmão), ou por metástase ou síndromes paraneoplásicos (paralelos ao cancro, causados geralmente por substâncias produzidas pelo tumor).

Os sintomas são algo específicos e podem aparecer em outras doenças, eis a importância do especialista valorar ou orientar o diagnóstico.

Outro sintoma é a dispneia ou sensação de falta de ar, normalmente causada por ocupação do espácio pulmonar que impede a entrada correcta do ar.

A hemoptise, ou sangue no esputo, é preocupante e deve ser estudada. No entanto, o cancro do pulmão causa só 20% de todos os casos de hemoptise, sendo a bronquite aguda a causa mais comum. Até um 50% dos pacientes com cancro do pulmão apresentam hemoptise em alguma ocasião. 

Em varões, o tabaco é o agente causante do cancro do pulmão em 90% dos casos, diminuindo essa percentagem em mulheres com 79%. As probabilidades de que um fumador crónico sofra um cancro do pulmão no percurso da sua vida pode ser de 30%, enquanto para os não fumadores é de 1%. O risco depende do número de cigarros fumados por dia, e também do número de anos como fumador.

Ao deixar de fumar, o risco de desenvolver um cancro do pulmão diminui com o passar dos anos, embora se mantenham os índices de risco até vários anos depois de abandonar o hábito.

Outros fatores envolvem exposição ao amianto, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, arsénico e níquel e sofrer outras doenças pulmonares, como a fibrose do pulmão.

Recentemente, ganharam mais interesse como possíveis fatores de risco a exposição à fumaça do tabaco de outros fumadores (fumadores passivos) e a exposição ao radão.

Deixar de fumar é possível com o Programa de Abandono do Tabaco da Clínica.

70% dos fumadores querem deixar de fumar definitivamente, e expressam essa intenção no médio e longo prazo. Mas, a maioria encontram grandes dificuldades.

É necessário ter uma grande motivação profissional e das pessoas que estão perto dele. Na maioria dos casos é necessário tentar várias vezes.

Participar de qualquer programa de abandono do tabaco, como o programa da Clínica, aumenta expressivamente a possibilidade de sucesso para deixar de fumar. Conta com o apoio e acompanhamento de médicos pneumologista e enfermeiras especializadas, assim sendo, o complemento de fármacos será muito efetivo.
O Programa consiste em uma consulta de Pneumologia, uma espirometria, uma sessão de enfermagem e acompanhamento personalizado. 

A fisioterapia respiratória permite eliminar secreções, diminui o trabalho respiratório reduzindo as resistências branquiais e prevendo e tratando as complicações pulmonares.

É chave para o tratamento de doenças respiratórias acompanhadas pelo aumento de secreções: fibrose quística, bronquiectasias e a EPOC.

O seu objetivo é melhorar os sintomas e demorar a progressão da doença para lograr a máxima capacidade física, mental, social e trabalhista do paciente.

> Saiba mais sobre a fisioterapia respiratória  [ES]

O custo de fazer programas de detecção precoce com um TAC torácico não seria excessivo para a sociedades, visto que o tratamento precoce do cancro do pulmão é muito mais económico do que em fases mais avançadas".

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