Cancro da mama

saiba mais sobre o cancro da mama

O cancro da mama é o tipo de tumor mais frequente entre as mulheres, quer em países desenvolvidos quer em não desenvolvidos.

No entanto, a maioria dos vultos que aparecem no peito são geralmente de patologia benigna.
A glândula mamária está composta por lobos unidos por condutos que acabam no mamilo.

O cancro da mama se produz quando as células que recobrem os condutos e lobos começam a crescer de forma anormal.

Apenas 8% dos casos desta doença se desenvolve por causas genéticas.

Por esse motivo, para a maioria das mulheres que não suspeitam da aparição de cancro da mama, é muito importante participar dos programas de detecção precoce e a realização do autoexame da mama, com o fim de serem diagnosticadas tão cedo quanto possível e assim iniciar o tratamento.
 

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O cancro da mama e o seu tratamento
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Os fatores de risco do cancro da mama e a importância da detecção precoce.
Técnicas diagnóstica para mamas normais e técnicas em 3D para mamas densas.

Causas

Embora não é conhecida com certeza a causa do cancro da mama, existem fatores de risco associados com a sua aparição:

  • Idade: a maioria dos tumores aparecem depois dos 50 anos.
  • Ter dois familiares de primeiro grau (mãe, filha, tia) que sofreram de cancro da mama, que um dos familiares com essa doença seja homem ou que o cancro tenha sido diagnosticado antes dos 35 anos.
  • Fatores hereditários. Aproximadamente 8% dos casos são hereditários. A metade destes casos são atribuídos à mutação de dois genes: BRCA1 e BRCA2. Nestes casos, é recomendável fazer um estudo genético.
  • Ficar grávida pela primeira vez depois dos 30 anos ou não ter filhos.
  • Uma menstruação precoce (antes dos 12 anos) ou uma menopausa tardia (depois dos 55 anos).
  • Sofrer doenças benignas da mama como lesões proliferativas não atípicas, hiperplasia atípica ou mastopatia fibroquística.
  • Alto consumo de gorduras, consumo de álcool, obesidade, tabagismo e falta de atividade física.

Porém, mais da metade das mulheres que sofrem cancro da mama não apresentam nenhum destes fatores de risco, nem todas as mulheres que contam com um ou mais fatores de risco desenvolvem a doença. É por isso que os sistemas de detecção precoce ganham cada vez mais importância.

Sintomas

É muito importante conhecer os sintomas do cancro da mama, já que na frente da presença de algum desses sintomas, é recomendável visitar o especialista em patologia mamária.

Ele realizará uma avaliação e iniciará um estudo mais profundo quando considerar oportuno.

Os sintomas são:

  • Um vulto pequeno ou uma massa na mama
  • Alterações na forma e volume da mama
  • Retração e eczema do mamilo
  • Secreção de sangue do mamilo
  • Se sentir dor na mama, é provável que seja uma lesão benigna; mas também poderia tratar-se de cancro da mama
  • Alterações na pele da mama que assemelha-se à casca da laranja (pele de laranja)

Tipos

O cancro da mama se produz quando as células que recobrem os condutos e lobos começam a crescer de forma anormal.

Se as células malignas proliferam nos lobos, trata-se de cancro da mama lobular; e quando o fizerem nos condutos, trata-se de cancro da mama ductal.

Além disso, é importante saber se as células cancerígenas permanecem nos lobos ou nos condutos, pois então será um tumor não invasivo ou "in situ". Se já começou a crescer e a propagar-se por fora das paredes dos condutos ou lobos, trata-se de um tumor infiltrante ou invasivo, de pior prognóstico.

Propagação

Quando as células cancerígenas crescem e invadem o tecido adjacente, elas podem chegar no sistema linfático ou no sistema circulatório que propaga a doença para outras parte do organismo, o que é conhecido como metastização.

As metastizações do cancro da mama podem afetar qualquer parte do organismo, mas preferentemente se localizam nos ossos, pulmão e fígado.

Estádios e supervivência

A classificação por estádios da doença se faz para determinar o alcance do progresso da doença. Para isso, é preciso fazer as provas diagnósticas necessárias para coletar informação sobre tamanho, localização, infiltração de estruturas vizinhas, gânglios linfáticos e órgãos distantes.

O estádio do cancro é um dos fatores mais importantes na hora de predizer o prognóstico e supervivência da doença tumoral.

Conforme o tipo de cancro, o seu estado e a situação de cada paciente, o seu médico definirá o tratamento mais adequado.

> Saiba mais sobre o tratamento do cancro da mama na Clínica 

Após uma intervenção cirúrgica, o objetivo dos especialistas é que a mulher possa voltar à vida quotidiana tão rápido quanto possível.

Para isso, indicar-se-ão um conjunto de autocuidados que a paciente devera apreender e levar a cabo em casa.

As enfermeiras da Área de Patologia Mamária da Clínica ensinam ao paciente esses cuidados e tiram quaisquer dúvidas que surgir.

> Leia mais sobre os cuidados após a cirurgia da mama [ES]

A radioterapia, como tratamento complementar após a cirurgia da mama, tem demonstrado ser muito eficaz para controlar esta doença.

É administrada de forma parcial, quando a doença estiver localizada, visando irradiar a menor zona possível. Às vezes, se o cancro estiver mais avançado, é preciso fazer radioterapia de uma zona mais extensa.

É recomendável seguir uma série de cuidados e recomendações que visam melhorar os efeitos secundários e incomodidades que podem aparecer ao receber este tratamento.

> Leis mais sobre os cuidados após a radioterapia [ES]

Antes de apresentar o tratamento mais adequado para cada paciente, que será personalizado, é imprescindível saber se a doença se espalhou ou não". 

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